“POR FAVOR, NÃO FAZ ISSO, EU TENHO FAMÍLIA, NÃO ME MATA!”: O clamor desesperado do Comandante Fabrício Oliveira antes de ser brutalmente fuzilado por quatro atiradores em emboscada tática em Ipixuna do Pará

O tecido da segurança pública na região amazônica do território brasileiro foi sacudido por um evento de violência explícita, coordenado com táticas de guerrilha urbana que expõem a audácia e a crueldade das organizações criminosas que atuam no norte do país. Fabrício Oliveira Costa, comandante da Guarda Municipal da cidade de Ipixuna do Pará, teve sua trajetória funcional e biológica interrompida de forma trágica e violenta.
O oficial foi alvo de uma emboscada milimetricamente planejada na calçada de um estabelecimento comercial, onde a tentativa de exercer o seu dever institucional foi sufocada por um poder de fogo esmagador.
A ação, registrada com nitidez por múltiplas câmeras de monitoramento privado, revelou que o comandante não enfrentava assaltantes comuns de oportunidade, mas sim uma célula de execução altamente coordenada composta por quatro atiradores fortemente armados.
Encurralado, sem chances reais de defesa e caído ao solo, o oficial viveu momentos de absoluto terror psicológico. Testemunhas e investigadores apontam que, antes do desfecho fatal, o comandante tentou apelar pela própria vida diante do cano da submetralhadora dos executores, verbalizando o desespero de um pai de família diante da morte iminente: “Por favor, não faz isso, eu tenho família, não me mata! Por tudo que é mais sagrado, abaixa essa arma!”. O clamor, contudo, foi respondido com uma violência implacável e covarde.
A Emboscada Estruturada: O Confronto e a Reação do Oficial
A análise cronológica das mídias digitais obtidas pelos investigadores da Delegacia de Homicídios do Pará demonstra que o crime possui características estritas de execução planejada ou monitoramento prévio da rotina da autoridade local. Passava do início da noite quando o veículo de Fabrício Oliveira Costa foi interceptado pelo bando armado, que simulou uma abordagem de roubo patrimonial para forçar a parada do comandante.
Ao visualizar a aproximação do primeiro suspeito empunhando uma arma de fogo, o comandante agiu com a rapidez técnica esperada de sua função. Ele buscou abrigo atrás da estrutura de uma portaria e sacou sua pistola regulamentar para repelir os criminosos, iniciando uma intensa troca de disparos em plena via pública.
O que Fabrício não conseguiu prever nos milissegundos de sua reação foi a presença de uma rede de cobertura balística posicionada de forma estratégica pelos comparsas no quadrante oposto da calçada.
[Abordagem e Simulação de Roubo] ──> [Reação do Comandante com Pistola] ──> [Fogo Cruzado Cruzado] ──> [Queda Crítica na Entrada] ──> [Apelo Desesperado] ──> [Fuzilamento com Submetralhadora]
A manobra de defesa do oficial foi completamente anulada por esse segundo atirador, que avançou de forma camuflada e criou uma linha de fogo cruzado fatal. Estilhaços de vidro e projéteis tomaram a rua, forçando o comandante a recuar de maneira desesperada para tentar salvar sua integridade física.
Buscando uma barreira física contra o volume de tiros, Fabrício correu em direção à entrada de uma pizzaria local, onde funcionários e clientes tentavam se abrigar trancando as portas.
O Pânico na Pizzaria e o Minuto Final de Terror
O pânico generalizado no interior do estabelecimento comercial gerou um afunilamento tático na entrada. As funcionárias, ao escutarem as detonações sequenciais, correram em desespero para os fundos da cozinha na tentativa de escapar das munições perdidas.
Fabrício tentou transpor o limite da calçada para alcançar o interior da estrutura protetiva, mas, devido ao estresse biológico extremo e ao piso escorregadio, o comandante perdeu a sustentação mecânica das pernas e desabou violentamente na soleira da porta.
O colapso físico de Fabrício Oliveira Costa na entrada do comércio abriu espaço para o fechamento definitivo da linha de execução pelos criminosos. Ele não teve tempo biológico sequer para esboçar um movimento de levantamento ou realinhamento de sua arma.
Em menos de três segundos após a queda da vítima, o bando — composto pelos quatro indivíduos que operavam em total sincronia — cercou o corpo do comandante caído no solo.
Assista ao vídeo detalhado integrado no corpo deste relatório para analisar as imagens das câmeras de segurança que registraram a emboscada na calçada da pizzaria e a dinâmica de execução.
Foi nesse instante de vulnerabilidade total que o oficial ergueu as mãos e proferiu seus últimos e desesperados apelos por clemência. Ignorando completamente os pedidos da vítima, um dos criminosos, portando uma submetralhadora de calibre restrito, assumiu a vanguarda e passou a desferir dezenas de tiros à queima-roupa contra o comandante indefeso.
A Crueldade com Submetralhadora e as Vinte Detonações
Os dados preliminares da perícia de balística forense indicam que o executor efetuou cerca de vinte disparos em sequência direta sobre a região do tronco e da face do comandante da Guarda Municipal. A violência mecânica das munições de alta velocidade causou lesões internas catastróficas em milissegundos.
Após a primeira saraivada de tiros, quando o grupo já iniciava o recuo em direção ao veículo de fuga, o atirador principal retornou friamente até o corpo de Fabrício e descarregou o restante do carregador da submetralhadora, certificando-se de que não haveria qualquer possibilidade de sobrevivência.
[Invasão do Perímetro] ──> [Descarregamento de 20 Tiros] ──> [Recuo Inicial dos Bandidos] ──> [Retorno Frio para Descarregar o Pente]
Logo após consumarem o fuzilamento na calçada, os quatro criminosos correram em direção a um automóvel que aguardava com o motor ligado no meio da via pública, evadindo-se em alta velocidade pelas rotas de fuga rurais da região amazônica.
Em poucos minutos, a rua da pizzaria foi tomada por dezenas de moradores em estado de choque e comoção pública, enquanto as patrulhas ostensivas da Polícia Militar isolavam o perímetro com fitas para preservar as cápsulas deflagradas até a chegada do Instituto Médico Legal (IML). O óbito de Fabrício foi constatado ainda na calçada pelos paramédicos do suporte de emergência local.
As Linhas de Investigação: Latrocínio ou Vingança Política?
A morte trágica do Comandante Fabrício Oliveira Costa gerou uma onda de repercussão institucional em todo o estado do Pará. Conhecido por ser um servidor extremamente trabalhador, rigoroso no cumprimento das leis e respeitado pelos moradores de Ipixuna pela firmeza com que combatia as investidas do tráfico de drogas na municipalidade, sua perda foi tratada como uma afronta direta ao poder do Estado.
A Câmara Municipal de Ipixuna do Pará emitiu uma nota de pesar oficial, destacando o legado técnico e a coragem do comandante na reestruturação da segurança pública da região.
| Componentes da Execução | Detalhes Táticos Identificados | Situação Atual do Inquérito |
| Poder de Fogo Utilizado | Submetralhadora com cerca de 20 disparos sequenciais | Cápsulas de calibre restrito recolhidas na calçada |
| Logística do Bando | Quatro atiradores coordenados com veículo de fuga fixo | Análise de câmeras para rastrear a rota do carro |
| Linha de Investigação 1 | Latrocínio simulado (Roubo seguido de morte do automóvel) | Afastada parcialmente devido à crueldade do retorno |
| Linha de Investigação 2 | Emboscada por rixa antiga ou retaliação tática | Linha principal focada no histórico de prisões do oficial |
Os investigadores da Polícia Civil trabalham atualmente com duas vertentes principais no inquérito criminal. A primeira hipótese levanta a ocorrência de um latrocínio (roubo seguido de morte), visto que os primeiros movimentos dos bandidos indicavam o interesse em subtrair o patrimônio da vítima.
Contudo, o nível de crueldade empregado pelo executor com a submetralhadora — que retornou para descarregar a arma no corpo já inerte — faz com que a linha de execução por encomenda ou vingança política ganhe força robusta entre os delegados do caso.
A suspeita principal é de que o comandante já estava sendo monitorado de forma eletrônica ou visual pelo bando nos dias que antecederam o ataque, configurando uma emboscada perfeita motivada por retaliações contra as operações de apreensão de armas e entorpecentes que Fabrício coordenava no município.
Até o presente momento do fechamento deste relatório forense, as forças especiais de polícia realizam buscas integradas nas áreas de mata e rodovias federais do Pará, mas nenhum dos quatro atiradores envolvidos diretamente no homicídio foi localizado ou detido pelas autoridades de segurança pública.