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O FIM DO CLÃ: Viagem aos EUA de Flávio Bolsonaro provoca COLAPSO ECONÔMICO no Brasil e entrega presidência de BANDEJA para Lula após plano de ESCRAVIDÃO vir à tona

O desespero tomou conta de forma irrefreável dos gabinetes da extrema-direita brasileira. Faltando poucos meses para o embate nas urnas, o cenário é de uma catástrofe política sem precedentes para Flávio Bolsonaro. As pesquisas de intenção de voto, que outrora serviam como trunfo da família, agora são o atestado de óbito de uma candidatura que afunda na rejeição. Em uma tentativa ensandecida de reverter o abismo político iminente, o filho do ex-presidente embarcou para os Estados Unidos com a missão clara de fabricar uma cortina de fumaça internacional. A foto meticulosamente encenada ao lado de Donald Trump e as reuniões com o senador Marco Rubio foram orquestradas para criar uma falsa aura de estadista. Flávio apressou-se em tomar para si a autoria da decisão americana de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, acreditando piamente que isso ofuscaria a tempestade perfeita que se avoluma sobre sua cabeça no Brasil.

Brazil Election: Flavio Bolsonaro's Rise in Polls Surprises Skeptics -  Bloomberg

A tática é velha e desgastada nos corredores obscuros de Washington, conhecida popularmente como abanar o cachorro. A expressão descreve a estratégia de criar um fato midiático estrondoso para desviar a atenção do grande público de um escândalo ainda maior e mais destrutivo. O que Flávio tenta desesperadamente varrer para debaixo do tapete é a enxurrada de denúncias gravíssimas envolvendo desvios astronômicos de dinheiro público, recursos supostamente oriundos da empresa de fachada Vancar, enviados diretamente a contas controladas por seu irmão Eduardo Bolsonaro em solo americano. As entrevistas frenéticas concedidas por Flávio, ladeado por figuras lavajatistas, são um espetáculo de ilusionismo político. Eles ignoram solenemente questionamentos incômodos da imprensa investigativa e transformam cada resposta em um ataque histérico contra Luiz Inácio Lula da Silva, tentando silenciar as revelações sobre a roubalheira sistêmica que agora ameaça engolir o clã.

No entanto, o feitiço bélico virou contra o próprio feiticeiro de uma forma brutal. A ideia de usar a legislação americana para classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como grupos terroristas internacionais está se revelando um autêntico suicídio econômico para o Estado brasileiro. A imprensa e os principais analistas do mercado financeiro já soam o alarme vermelho. Essa classificação jurídica autoriza os Estados Unidos a aplicarem sanções devastadoras, sumárias e unilaterais contra qualquer corporação brasileira suspeita de ligação, mesmo que incrivelmente indireta, com essas organizações. Pelas rígidas leis de conformidade financeira americanas, uma construtora gigantesca ou um banco tradicional brasileiro que receber fundos que transitaram por contas obscuras até quatro níveis de distância comercial pode ser sumariamente banido de operar com dólares e com o vasto mercado financeiro dos Estados Unidos.

O impacto dessa irresponsabilidade diplomática juvenil afasta investidores, seca o financiamento do país e a conta já caiu no colo de Flávio. Os números frios das pesquisas do instituto Real Time Big Data despencaram como uma bomba de fragmentação no comitê bolsonarista. Há cerca de um mês, o cenário exibia um perigoso empate técnico, mas hoje Lula saltou consolidado para a marca de quarenta e cinco por cento das intenções, enquanto Flávio despencou vertiginosamente para a casa dos quarenta por cento. O mais chocante é a dinâmica cristalizada da rejeição do eleitor, estacionada nos estratosféricos quarenta e oito por cento para o senador. Cerca de três por cento da população total, composta por eleitores que detestam a esquerda, declara abertamente que sairá de suas casas única e exclusivamente com o propósito de apertar nas urnas para impedir que Flávio chegue perto da cadeira presidencial. É o voto útil do mal menor elevado à sua potência máxima de destruição.

Após criticarem Flávio, Caiado e Zema usam rótulo dado pelos EUA ao CV e  PCC para subir o tom contra o governo

O derretimento da viabilidade eleitoral de Flávio é tão visível que ele já começa a ser atropelado violentamente nas simulações por governadores regionais como Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Percebendo que o barco está afundando inexoravelmente nas profundezas da irrelevância, a equipe de campanha tentou uma cartada final desastrosa, buscando apropriar-se indevidamente do debate trabalhista brasileiro. O coordenador da campanha bolsonarista apresentou um projeto legislativo ardiloso alegando ser a salvação para acabar com a exaustiva escala de trabalho seis por um. Eles alardeiam aos quatro ventos a pretensa modernidade do texto, mas omitem com requintes de crueldade o detalhe macabro escondido na letra da lei. O projeto simplesmente destrói as regulamentações vigentes e institui a monstruosa escala sete por zero. Sob a falsa promessa de negociação direta entre o patrão com poder econômico e o humilde empregado, o trabalhador seria reduzido à exaustão física total sem garantia de dias de descanso remunerado, sob a ameaça constante de demissão sumária.

Em um contraste avassalador que irrita seus adversários, o governo histórico de Lula colhe exatamente agora os frutos de suas políticas afirmativas, registrando orgulhosamente a menor taxa de desemprego generalizado da história recente do país. Enquanto Flávio Bolsonaro se enrola e se asfixia em teias de mentiras trabalhistas e trapalhadas diplomáticas em terras estrangeiras, o verdadeiro pesadelo da direita apenas começou, com denúncias iminentes de financiamentos ilegais regionais ameaçando até mesmo a figura supostamente moderada da oposição goiana. O panorama final que se consolida no horizonte político de Brasília é a imagem poderosa de um presidente Lula rindo à toa, tranquilo nos salões do Palácio do Planalto, assistindo sem gastar energia à autodestruição implacável de todos os seus algozes. O colapso da candidatura bolsonarista já não se configura como uma simples derrota eleitoral, mas como o fim melancólico e previsível de uma dinastia política que preferiu leiloar o próprio país, entregar a economia e sacrificar impiedosamente seu povo, sendo no final devorada por suas insustentáveis ambições delirantes.