AGORA! LULA SURTA E XINGA MINISTROS DO STF E DAVI ALCOLUMBRE ANTES DO ENCONTRO COM TRUMP NOS EUA

O clima nos bastidores de Brasília não é apenas de tensão; é de guerra declarada e descontrole absoluto. Segundo informações que circulam nos corredores do poder e ganham força após a rejeição inédita de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria perdido completamente as estribeiras. Relatos indicam que o petista, em um ataque de fúria, disparou ofensas de baixo calão contra ministros da Suprema Corte e contra o senador Davi Alcolumbre, chamando-os de “filhos da p***” por terem, em sua visão, articulado ou permitido sua maior derrota política em décadas.
A crise é profunda. O que se vê hoje é o retrato de um governo que parece um “pato coxo” — expressão usada para designar líderes que ainda ocupam a cadeira, mas cujas ordens já não ecoam com autoridade. Com a popularidade em queda livre e o Congresso Nacional impondo sucessivas derrotas, Lula agora tenta uma manobra desesperada: uma agenda de última hora com Donald Trump, nos Estados Unidos, buscando um “prestígio internacional” que já não encontra em solo brasileiro.
O Fim da Lua de Mel: O Palavrão que Selou o Divórcio com o STF
Durante muito tempo, a relação entre o atual governo e o Judiciário foi vista como um bloco monolítico. No entanto, a rejeição de Jorge Messias pelo Senado — a primeira negação de um indicado presidencial em mais de 130 anos — agiu como um rastilho de pólvora. Lula esperava que seus “aliados” na Corte fizessem o trabalho de bastidor para garantir a aprovação. Quando o placar de 42 a 34 selou o destino de Messias, a máscara da diplomacia caiu.
Fontes próximas ao Palácio do Planalto descrevem um Lula “surtado”. O alvo principal de sua ira não foi apenas a oposição, mas os próprios ministros do STF que, segundo ele, teriam “lavado as mãos”. Nomes como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, antes vistos como escudos do governo, agora são alvo de desconfiança e insultos. Lula sente-se traído. A irritação estendeu-se até ao seu líder no Senado, Jaques Wagner, e ao influente Davi Alcolumbre, a quem Lula teria dirigido os xingamentos mais pesados por não ter segurado a debandada na votação.
A situação é tão crítica que o PT e o PSOL já articulam uma contraofensiva no Supremo para tentar derrubar projetos aprovados pelo Congresso, como o PL da Dosimetria. No entanto, o recado que vem da ala majoritária do STF é desanimador para o Planalto: o Tribunal não pretende comprar essa briga agora. Fragilizado, o Judiciário parece entender que peitar o Congresso neste momento de força da direita seria um suicídio institucional.
A Cartada de Desespero: Lula Corre para os Braços de Trump
Sentindo o cheiro da derrota e a iminência de um isolamento total, Lula decidiu, da noite para o dia, embarcar para os Estados Unidos. O objetivo? Um encontro com Donald Trump. É uma reviravolta irônica e humilhante para quem, até poucos meses atrás, atacava o republicano e evitava qualquer aproximação.
Especialistas políticos apontam que este movimento é um ato puro de sobrevivência. Lula precisa de uma foto, de um aperto de mão, de qualquer sinal que indique que ele ainda é um player relevante no cenário global. Ele quer afastar a pecha de “derrotado” que a oposição colou nele após a semana desastrosa no Congresso. Há quem diga, inclusive, que Lula vai implorar para que Trump alivie sanções econômicas ou ajude a mediar sua situação interna, prometendo em troca “dar um jeito” no ativismo judicial que tanto incomoda a direita internacional.
Mas será que Trump vai estender a mão? O republicano é conhecido por seu pragmatismo. Ele sabe que Lula está nas cordas. Para Trump, este encontro pode servir apenas para demonstrar sua própria força, tratando o brasileiro como um subordinado que veio pedir clemência. Se Lula esperava um encontro entre iguais, pode acabar recebendo uma lição de realismo político que custará caro à sua imagem com a militância de esquerda.
Traição na Esquerda? Randolfe Rodrigues Fala em Impeachment de Ministros
Se o cenário externo é incerto, o interno é catastrófico. A maior surpresa da semana veio de Randolfe Rodrigues, o líder do governo no Congresso e, até então, um dos defensores mais ferrenhos do STF. Em uma entrevista que deixou jornalistas atordoados, Randolfe mudou o discurso em 180 graus. Ele afirmou, com todas as letras, que o Supremo precisa de “autocrítica” e que o impeachment de ministros é uma “prerrogativa legítima do Senado”.
Esse discurso não é por acaso. É uma sinalização direta de que o governo Lula está disposto a sacrificar seus antigos aliados no Judiciário para tentar se salvar. Se o STF não proteger mais os interesses do Planalto, o Planalto não terá mais obrigação moral de proteger o STF contra o clamor popular por mudanças na Corte. É o salve-se quem puder.
A direita, por sua vez, assiste a tudo isso com entusiasmo. Parlamentares já projetam um cenário para 2027 onde, sob uma possível gestão de oposição, até seis novos ministros poderiam ser indicados, promovendo uma “limpeza geral” no sistema judicial brasileiro. Com o próprio governo agora admitindo a possibilidade de impeachments, o caminho para uma reforma drástica no STF parece mais aberto do que nunca.
O Futuro de um Governo nas Cordas
O Brasil atravessa um momento de ruptura. O “consórcio” que parecia governar o país entre Executivo e Judiciário está esfacelado. Lula, isolado, xingando aliados e buscando abrigo em líderes que antes desprezava, mostra que o poder está mudando de mãos. O Congresso Nacional, fortalecido pelo apoio popular e pelas vitórias recentes, assumiu o protagonismo da agenda nacional.
A viagem aos Estados Unidos será o teste definitivo. Se Lula voltar de mãos vazias, sem acordos concretos e apenas com uma foto protocolar, sua queda será acelerada. O povo brasileiro, atento, percebe que o Rei está nu. O surto de Lula e os palavrões proferidos contra os poderes da República não são sinais de força, mas os gritos de agonia de um projeto político que perdeu o rumo e a conexão com a realidade.
O desfecho desta crise definirá não apenas os próximos dois anos de mandato, mas o destino das eleições de 2026. Entre xingamentos, viagens de emergência e traições aliadas, o PT vê seu império ruir enquanto a oposição se prepara para ocupar o vácuo de poder deixado por um presidente que, em vez de governar, preferiu surtar.