TOMOU PAPUDA! XUXA FOI LACRAR COM BOLSONARO E PERDEU PROGRAMA PRONTO PRA IR AO AR NA DISNEY

O mundo das celebridades e a política brasileira colidiram de forma explosiva esta semana, deixando um rastro de polêmica, demissões e um “climão” que ecoa de Hollywood até Brasília. A apresentadora Xuxa Meneghel, eterna Rainha dos Baixinhos, viu sua tentativa de “lacração” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro se transformar em um verdadeiro pesadelo profissional. O que era para ser um ataque político nas redes sociais acabou revelando os bastidores de um prejuízo milionário: a Disney, gigante do entretenimento, teria “engavetado” por tempo indeterminado um programa da apresentadora que já estava pronto para ir ao ar.
A queda de braço começou quando Xuxa, em um momento de fúria nas redes sociais, disparou ofensas pesadíssimas contra o ex-presidente, que se encontra hospitalizado. “Chegando a hora de regressar para a cadeia, o vagabundo correu para o hospital e ainda há otário que admira este porco cagão”, teria escrito a apresentadora. O nível da agressividade chocou até mesmo seus seguidores mais antigos, mas o verdadeiro balde de água fria veio de onde ela menos esperava: do seu contrato com a casa do Mickey.
O Fim da “Militância Woke” na Disney?
Há cerca de dois anos e meio, Xuxa finalizou as gravações de uma série para o Disney+, que prometia ser o seu grande retorno triunfal ao protagonismo audiovisual. A produção, carregada de mensagens de “lacração” — termo usado para descrever a militância progressista desenfreada —, contava inclusive com a participação da filha de uma ministra do governo Lula. O lançamento era esperado para 2023, depois foi empurrado para 2024 e, agora, as notícias são desoladoras para a loira: a série simplesmente sumiu do calendário da empresa.
Analistas do mercado de entretenimento apontam que a Disney mudou da “água para o vinho” após sucessivos fracassos de bilheteria e audiência causados pela insistência em pautas ideológicas. Com a mudança no cenário político internacional, especialmente após a vitória de Donald Trump nos EUA, a gigante do entretenimento estaria limpando seu catálogo de qualquer conteúdo que pudesse afastar o público conservador ou gerar polêmicas desnecessárias. Para Xuxa, o recado foi claro: seu tempo de “ditar regras” e usar grandes plataformas para ataques políticos pessoais parece ter chegado ao fim.
A Humilhação nos Números: Nicolas Ferreira Dá “Lapada” em Engagement
Enquanto Xuxa amarga o cancelamento de sua série, o cenário nas redes sociais mostra um Brasil que mudou de mãos. Em um ranking recente de engajamento dos apresentadores e personalidades mais influentes do Instagram, a Rainha dos Baixinhos passou por uma situação vexatória. Ela sequer apareceu no Top 20 durante a maior parte do ano, sendo superada por nomes que ela mesma despreza.
O deputado Nicolas Ferreira, um dos maiores aliados de Bolsonaro, atingiu números históricos, superando a marca de 800 milhões de visualizações, consolidando-se como a personalidade mais vista do país. Para tentar voltar ao radar, Xuxa teve que “descer o nível” e comentar fofocas de Big Brother Brasil e polêmicas com subcelebridades como Ana Paula Renault. É um declínio evidente para quem já teve o país inteiro aos seus pés. O público atual já não aceita ser “refém” de artistas que vivem em torres de marfim, desconectados do preço do arroz e do feijão, mas prontos para insultar quem pensa diferente.
O Silêncio Conveniente sobre o Governo Atual
O que mais indigna os internautas e críticos de Xuxa é o seu silêncio absoluto sobre os problemas do atual governo. Onde está a “cuidadora da floresta” quando os números de queimadas batem recordes sob a gestão de Marina Silva? Por que a apresentadora, tão defensora dos animais, não disse uma palavra sobre o polêmico “ensopado de paca” servido em eventos palacianos?
A coerência parece não ser o forte dessa militância artística. Enquanto Bolsonaro era atacado dia e noite por qualquer motivo, os erros crassos da atual gestão, como o desperdício de R$ 260 milhões em vacinas vencidas, são ignorados por Xuxa e seus pares. Essa seletividade destruiu a credibilidade de grandes ícones da TV brasileira, que hoje são vistos não como defensores do povo, mas como defensores de seus próprios privilégios e verbas de patrocínio.
De “Rainha” a “Comentarista de Barraco”
A trajetória de Xuxa nos últimos anos é um estudo de caso sobre como o ego e a ideologia podem destruir um legado. Ao chamar um ex-presidente de “porco cagão” enquanto ele está em um leito de hospital, ela não apenas perdeu a elegância, mas também o respeito de uma parcela gigantesca da população que ainda preza por valores básicos. O resultado está aí: programas engavetados, audiência em queda e a necessidade de se escorar em polêmicas de reality show para conseguir alguns “likes”.
O Brasil acordou. O tempo em que artistas ricos enganavam a massa com discursos teatrais enquanto desfrutavam de benesses governamentais está chegando ao fim. Xuxa terá que se habituar a um novo mundo onde o protagonismo não é mais dela, mas sim de quem tem a coragem de enfrentar o sistema. Se a Disney percebeu que a “lacração” não paga as contas, talvez seja hora da apresentadora perceber que o ódio político também não constrói um futuro.