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BOMBA NO CASO SARA MARIANO! Pior do que se imaginava: Perícia descobre farsa macabra envolvendo a filha, e 5º elemento entrega o plano maligno em depoimento de arrepiar!

BOMBA NO CASO SARA MARIANO! Pior do que se imaginava: Perícia descobre farsa macabra envolvendo a filha, e 5º elemento entrega o plano maligno em depoimento de arrepiar!

O caso que paralisou a Bahia e chocou o Brasil com o assassinato brutal da cantora gospel Sara Mariano acaba de sofrer uma reviravolta tão devastadora, cruel e estarrecedora que ultrapassa os limites da sanidade humana. Quando o público acreditava que a teia de mentiras tecida pelo mentor intelectual do crime — o próprio marido da vítima, Ederlan Mariano — já havia sido totalmente desmantelada, a verdade nua e crua veio à tona como um tsunami.

Uma perícia técnica de última hora e o depoimento bombástico de um cantor gospel, apontado agora como o “Quinto Elemento” da trama de sangue, trouxeram à luz um cenário de terror. O plano maligno não envolveu apenas a execução bárbara de Sara, mas desmoronou em uma conspiração perversa para coagir, usar e manipular uma criança indefesa de apenas 11 anos: a própria filha da cantora.

A Farsa Desmascarada: O Laudo Técnico que Chocou os Advogados

 

Nas últimas semanas, as redes sociais foram inundadas pela repercussão de uma suposta carta escrita pela filha de Sara Mariano. No documento, direcionado a Ederlan na prisão, a menina de 11 anos declarava uma fé cega na inocência do pai, demonstrando uma preocupação comovente com o bem-estar dele no cárcere e questionando se ele estava se alimentando bem. Para a defesa de Ederlan, aquela carta seria o trunfo de ouro para tentar humanizar o assassino e pleitear sua liberdade.

Mas a mentira tem pernas curtas e, neste caso, o cheiro de enxofre da manipulação era forte demais. Atendendo a um pedido desesperado da família da cantora, a Justiça determinou que um perito grafotécnico avaliasse a legitimidade do documento. O resultado do laudo pericial foi uma verdadeira bomba atômica no processo.

O Diagnóstico da Perícia: A carta é uma fraude absoluta. Os peritos atestaram que o texto foi apenas parcialmente escrito pela criança. A análise científica comprovou que outras duas pessoas adultas participaram diretamente da escrita do documento.

Mais do que uma fraude processual, o advogado da família de Sara, Dr. Marcus Rodrigues, confirmou o pior: o trecho escrito pela menina de 11 anos foi fruto de uma violenta e covarde coação psicológica. Pessoas ligadas ao clã de Ederlan usaram a vulnerabilidade de uma órfã, que acabou de ter a mãe assassinada de forma cruel, para transformá-la em um escudo humano em benefício do próprio executor.

“Isso é de uma baixeza que nos causa náuseas. Usar uma criança inocente, traumatizada, para defender o homem que ceifou a vida da mãe dela é um crime que beira o sadismo”, disparou o apresentador Oziel, visivelmente comovido durante a transmissão. A revelação acendeu o sinal de alerta máximo nas autoridades: quem são os dois adultos que seguraram a mão da criança para forjar a carta? Eles podem ser indiciados imediatamente por falsidade ideológica, fraude processual e constrangimento ilegal de menor.

O Plano de Fuga Internacional: A Tentativa de Sumir com a Menina

 

A pressa da defesa de Ederlan em usar a imagem da menina esconde um pano de fundo ainda mais perigoso. Durante uma audiência pública em defesa das mulheres e em memória de Sara Mariano na Câmara de Vereadores, um rumor alarmante ganhou força nos bastidores da investigação e foi confirmado pela assessoria jurídica da família da vítima.

Existe um temor real e imediato de que parentes de Ederlan estejam articulando um plano de fuga internacional para a criança. Uma irmã do assassino confesso reside atualmente em Portugal, e informações de inteligência apontam que a defesa vinha tentando, a todo custo, burlar ordens judiciais e restrições policiais para emitir passaportes e enviar a menina para fora do território brasileiro.

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O objetivo dessa manobra internacional seria duplo e cruel:

  1. Isolamento Total: Afastar de vez a criança do convívio com a avó materna, Dona Dolores, que luta incessantemente pela guarda da neta.

  2. Blindagem do Criminoso: Impedir que a menina seja ouvida por psicólogos judiciais em solo brasileiro, já que, por conviver no seio familiar, ela é a testemunha viva dos abusos, ameaças e do inferno que Sara Mariano vivia dentro de casa antes de ser morta.

O Depoimento do “Quinto Elemento”: Cantor Gospel Quebra o Silêncio

Enquanto a farsa da carta desmoronava, outra frente da investigação da Polícia Civil fechava o cerco contra os cúmplices da execução. Após as confissões detalhadas de Gideão (o motorista) e de Vitor Gabriel, um novo nome saltou dos relatórios policiais: o cantor gospel Davi Oliveira.

Apontado como o “Quinto Elemento” do caso Sara Mariano, Davi resolveu quebrar o silêncio e dar um depoimento que reconstrói os momentos que antecederam e sucederam a morte da pastora. Embora Davi jure por sua inocência e afirme que não participou do planejamento e nem da queima do corpo de Sara, a sua conivência e o seu silêncio comprado por uma quantia irrisória chocaram os investigadores.

Em sua fala, Davi descreve uma noite de puro terror psicológico dentro da casa do Bispo Zadock — um dos executores materiais do crime. Davi relata que foi até a residência de Zadock em Camaçari para tratar de agendas de uma vigília evangélica. Ao chegar lá, deparou-se com Zadock em um estado de nervosismo incontrolável, andando de um lado para o outro na sala onde mantinha um estúdio de podcast.

Por volta das 2h30 da madrugada, o Bispo Zadock teria quebrado o protocolo e feito a revelação que mudaria tudo: “O Ederlan mandou matar a Sara”. Davi Oliveira afirma que entrou em choque: “Mano, meu Deus do céu, em nome de Jesus, não faz isso!”, teria gritado o cantor. Foi nesse instante que as garras do grupo criminoso se voltaram contra ele.

Ameaça de Morte e o Silêncio por R$ 200

Segundo a versão de Davi, Zadock partiu para cima dele com violência verbal e ameaças diretas de morte contra a sua integridade e a de sua esposa, Neli, que na época se recuperava de um grave problema de saúde no pé. “Cala a boca, seu desgraçado! Se você contar para alguém, eu mato você e a sua família inteira. Eu sei onde você mora!”, teria esbravejado o bispo assassino.

Preso dentro do imóvel até o amanhecer, sem dinheiro na conta bancária e apavorado, Davi afirma que tentou manter a calma para sobreviver. Pela manhã, Zadock o obrigou a acompanhá-lo até uma feira livre na região, onde chegaram a tomar café e comer pastéis juntos para manter as aparências de normalidade perante os comerciantes locais. No entanto, a frieza do submundo evangélico se revelou logo após.

O Preço do Silêncio: Ao final do trajeto, sabendo que Davi estava desempregado e passando por dificuldades financeiras extremas, o Bispo Zadock deu uma nota de R$ 200 em dinheiro para o cantor gospel, ordenando que ele ficasse de “boca fechada” sobre tudo o que tinha ouvido naquela madrugada. Davi aceitou o dinheiro e usou o valor para comprar remédios para a esposa.

Caminhada até a Casa do Assassino e a Omissão Criminosa

O depoimento de Davi Oliveira ganha contornos ainda mais ambíguos quando ele relata que, por volta das 11h30 da manhã daquela mesma quarta-feira, Zadock recebeu uma ligação telefônica de Ederlan Mariano. O marido de Sara exigia a presença deles. Davi, então, utilizando o próprio aplicativo de celular, solicitou um Uber que levou ele e o Bispo Zadock direto para a residência do casal Mariano.

Ao chegar lá, Davi descreve um cenário de pura dissimulação. Ederlan desceu as escadas do condomínio carregando garrafas de água e energéticos, fingindo estar desesperado com o suposto “desaparecimento” de Sara, que a essa altura já estava morta e com o corpo incinerado às margens da rodovia BA-093. Enquanto Ederlan e Zadock cochichavam em segredo na cozinha da casa, Davi permaneció isolado no estúdio de gravação.

Antes de ir embora, Davi afirma ter recebido a última e definitiva ameaça de Ederlan no topo de uma ladeira próxima ao condomínio: “Você vai agir normal no WhatsApp, vai dar a Paz do Senhor para todo mundo. Se eu souber que você abriu a boca para falar um ‘A’ do que ouviu, eu acabo com a sua raça e mato a sua família”.

Apesar de se desenhar como uma vítima de coação, a posição jurídica de Davi Oliveira é extremamente delicada. O advogado de acusação e os analistas do caso apontam que a omissão diante de um crime hediondo é, por si só, uma conduta criminosa.

“Se você está em uma estrada e presencia um acidente grave, você não é o culpado pelo impacto. Mas a partir do momento em que você se omite, não liga para o socorro e decide ir para casa com R$ 200 no bolso, você comete o crime de omissão de socorro. Davi ouviu a confissão, esteve na casa do mandante, viu o teatro da mentira e se calou por semanas enquanto a família chorava. A polícia precisa investigar se a função laboral dele na associação criminosa não foi muito maior do que ele assume”, analisou o especialista do canal.

O Caso Flordelis da Bahia: Um Espetáculo Macabro de Fé e Sangue

A cada nova semana, o assassinato de Sara Mariano ganha nuances que fazem a opinião pública recordar, inevitavelmente, o trágico caso da ex-deputada e pastora Flordelis. O roteiro se repete de forma assustadora: pessoas que subiam aos altares das igrejas, empunhavam microfones para cantar sobre o amor de Deus e pregavam a santidade nos palcos das grandes vigílias, na verdade, articulavam planos de morte, adultério, ganância financeira e destruição psicológica nas sombras dos bastidores.

A gravidade da situação envolvendo a filha de Sara Mariano acentuou o clamor por justiça em todo o estado da Bahia. Ativistas de direitos humanos e movimentos de proteção à infância exigem que a guarda definitiva da menina de 11 anos seja concedida de forma imediata à avó materna, Dona Dolores. A manutenção da menor sob o raio de influência da família de Ederlan é vista como uma tortura continuada, um processo de lavagem cerebral para apagar a memória da mãe e proteger um assassino covarde.

O quebra-cabeça do crime está praticamente montado pelas autoridades baianas. O mandante (Ederlan), os intermediários (Gideão e Vitor) e os executores espirituais e materiais (Bispo Zadock) estão atrás das grades, mas a podridão que exala dos bastidores desse crime prova que a maldade humana, muitas vezes, usa a capa da religiosidade para cometer os atos mais profanos. O Brasil continua de olhos bem abertos, esperando que a sentença final da Justiça seja tão dura e implacável quanto a dor infligida a Sara Mariano e à sua filha indefesa.