Lula Reforça Discurso de Soberania e Envia Recado Direto a Trump: Brasil Não Vai Se Submeter
atu as declarações de Donald Trump sobre as eleições brasileiras e diz que o presidente norte-americano não conhece o Brasil em entrevista coletiva imprensa em Genebra, na Suíça. Trump afirmou antes que o Brasil prendeu o Bolsonaro Júnior para que ele não participasse das eleições. Bra. It’s been I hear they arrested somebody running for office today.
I found that out after we left. I just said good to and I heard that they arrested the Bolsonaro Jr. He was doing well in the PS and they arrested him buuse he made a statement in Texas. They arrested him or they want to arrest him. have something out they pretty tough but nobodys tougher than the United States. Look, our elections are totally rigged.

We have riged elections. >> Bom, Trump fez uma provável referência à condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro do PL. Lula disse que ele pode ter confundido o Eduardo com o irmão, o senador Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República. Uma coisa que vocês fiz compreender é que quando faz uma reunião do G7, do G20, dos Bricos, a gente não conversa com todos os presidentes a toda hora.
Muitas vezes a gente não tem assunto para discutir toda hora. O que você consegue é fazer as bilaterais com quem você quer conversar. E eu não pedi belateral pro Trump porque nós estamos em negociação. Eu acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada pro Brasil. Ele sabe disso. É por isso que eu disse que ele ainda continua agindo como imperador.
Nós estávamos fazendo acordo. O Mauro Vieira, sabe, e o meu ministro do comércio estão tratando com o ministro do comércio dele. Nós estamos negociando. Eu entreguei para ele um documento do crime organizado para mostrar que a nossa polícia federal tá preparada para enfrentar o crime organizado.
Disse para ele se ele quiser combater o crime organizado, o Brasil tá muito disposto. Inclusive dizendo para ele que são eles que exportam contrabande ára para o Brasil. Todas as águas que a Polícia Federal aprende no Brasil vem de Miami e que o estado de Delauer nos Estados Unidos faz lavagem de dinheiro de bandidos brasileiros. Entreguei por escrito, porque eu não quero só falar, porque o presidente Trump ele fala muito e ouve pouco.
Eu acho que eu acho que ele conhece pouco o Brasil. Se ele conhece o Brasil pela relação que ele tem com a família Bolsonaro, ele desconhece o Brasil. O Bolsonaro já tá preso. O que nós achamos é que os bolsonaristas que estão nos Estados Unidos, que vai por alguns delegados da Polícia Federal estão lá, como Ramage, que vai pelo pessoal Cláudio Magro, sabe, da da Renit, onde nós prendemos 250 milhões de litros de gasolina, que eu entreguei para ele a fotografia e o endereço da casa que essas pessoas estão em Miami, que eles poderia entregar pra gente
isso, quer combate o equipo organizado, entreguem os bandidos brasileiros pra gente poder prender. A polícia federal tá ávida para ir lá. Até o Ramag já foi preso, mas eles soltaram. Então, deixa eu lhe falar uma coisa, não tem país no mundo e os Estados Unidos poderia aprender com o Brasil de eleições mais tranquila, mais leve e menos conturbada.
Não tem país do mundo que tem um sistema de urna eletrônica como o nosso, em que duas horas após terminar as eleições, a gente já sabe o resultado em 27 estados da federação, já sabe quem é o presidente eleito, quem são os governadores, quem são os senadores, quem são os deputados. A gente não fica como no século passado com voto no papel, uma lista com 500 nomes, a gente não fica.
Então, se tem alguém que tem que aprender com as eleições civilizadas no Brasil, é o meu amigo Trump. Eu na próxima vez eu vou levar o eletrônica para mostrar para ele como é que ela funciona. >> Assunto para Daniela Lima e para Carla Araújo que estão aqui conosco. Começo contigo, Carla. Boa tarde, minha amiga. Bom, eh, o Trump e o Lula parecem, até a gente citou, né, aqui antes de entrar no ar, tava citando com o Parra, que trabalha com a gente na parte técnica aqui, os dois parecem aqueles cachorros, né, que quando tão frente à frente, aí
ficam rosdando, aí quando eles acabam chegando pertinho, aí acaba, né, eles acabam ficando mansinhos e os dois e interagem brincando. É só para dizer que eles seguem nessa retórica beligerante, né? É, é troncada, mas quando se encontram parece que tudo isso é não passa de de um personagem, né? Como é que você vê essas últimas trocas e e o Trump mal informado em relação à família Bolsonaro, né? Qual o filho do Bolsonaro foi condenado? Enfim, Carla, boa tarde para você.
>> Boa tarde, Diego. Boa tarde, Dani. Boa tarde a todos. Bom, Diego, eu acho que pela fala aí que a gente viu do presidente Lula, né, depois da reação da fala do presidente Donald Trump, o presidente Lula mostra, e isso alguns auxiliares já diziam, né, eh, que ele não ia baixar a cabeça e inclusive ele não baixa mesmo a cabeça e ele diz: “Olha, eh, nós nós teríamos o encontro bilateral se houvesse esse interesse, mas nesse momento nós estamos negociando, né? Então, eh, muito da diplomacia brasileira quer tentar jogar
a questão das tarifas para uma área técnica. Aí tem a questão política. E na questão política titula também reforça que não vai baixar a cabeça pro Donald Trump, justamente nessa fala que a gente vê aí agora final, né, quando ele cita a questão das urnas eletrônicas. Por qu maior preocupação eh do governo brasileiro em relação ao comportamento dos referência eleitoral? Isso o presidente Lula vai continuar reafirmando que não vai permitir.

Então o por que que isso casa com o discurso que o governo quer fazer? Porque o governo bate na tecla da soberania, Diego, não importa. Estamos ali no encontro do G7, as maiores economias do mundo. O presidente do Brasil eh houve, né, críticas do vindas por parte do presidente Donald Trump e ele faz o quê? Ele reafirma o seu posicionamento de um país soberano de que não vai baixar a cabeça pro Trump.
E aí, por outro lado, a gente usa a sua relação com a família Bolsonaro e mostra ali uma certa, como você disse, confusão, né? Mistura ali um pouco os filhos, diz em relação a isso. Mas na verdade, eh, o quando eles se encontram, você tá citando esse encontro porque tem algumas imagens dos dois se cumprimentando, né? o o Trump falando pro Lula ali no bastidor, bom trabalho.
Enfim, eles mantiveram ali, né, no nessa foto que tá passando aí agora, ontem na abertura ali do encontro, não há uma interação. E nesse momento, muita gente olhando, ah, o Lula ignorou, não ignorou, mas na verdade pra foto ali eles não se cumprimentaram, né? Não, não, não. Em frente às câmeras. E o presidente Lula tá falando assim: “Olha, eu não vou, eu não vim aqui implorar uma conversa com Donald Trump.
a gente conversou depois dessa conversa, ele tomou algumas atitudes que eu não concordo e eu vou continuar mostrando as razões do porque eu não concordo, né? Então assim, mais ou menos aí tava conversando com o interlocutor do governo agora, perguntando sobre essas falas aí, o que que tinha achado. Foi nessa linha dizendo: “Olha, Cla, não vamos baixar a cabeça.
O presidente sabe que tem coisas importantes para para negociar, mas quer deixar essa parte econômica, principalmente, Diego, com o grupo de trabalho que está tratando das tarifas, porque são problemas diferentes. Uma coisa é economia e outra é essa narrativa política que o governo tem que entrar. Para finalizar, Diego, eu dei uma coluna essa semana, a semana passada, não me recordo, sobre como que os eleitores brasileiros vem essa postura do Lula em relação aos Estados Unidos e muito do que esse eleitor quer é a defesa da soberania. Sim. E aí
algumas pessoas criticam às vezes a forma, né, que não gostam do jeito talvez às vezes interpretado como uma forma agressiva. Mas o que dizem auxiliares do presidente Lula é que ele não tem a intenção de ser agressivo. Não é essa a intenção dele, mas que ele tem a intenção de ser firme, porque ele é presidente do Brasil.
O Brasil não é uma república das bananas. E quando a gente negocia, a gente tem que negociar olhando no olho, de igual para igual e sem baixar a cabeça. E aí eu acho que ficou bastante claro que o presidente Lula tá disposto mesmo a a enfrentar essa discussão, pelo menos de cabeça erguida e olhando no olho ali do Trump, se for necessário.
Mas ele, como mesmo ele disse, ele não pediu essa conversa, usou as bilaterais que foram eh já pré-agendadas, né? Existia expectativa se haveria ou não um encontro. Tinha gente no governo que defendia, gente que não. E é o que tudo indica, né? Eh, o Trump falou ali da conversa, mas o presidente eh brasileiro mostra que não vai baixar a guarda mesmo.
Enfim, mesmo que que isso sabe que isso tem consequências eleitorais, mas tá disposto a a comprar essa essa briga também.