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NEYMAR: CONFESSOU TUDO SOBRE O PACTO COM BOLSONARO

O sucessor de Pelé, o próximo Ronaldinho, o miúdo dos Santos, que ia ser o melhor jogador do planeta. E esse mesmo homem, destruído, bebendo de festa, engravidando a namorada e, ao mesmo tempo, engravidando outra mulher, cinco filhos com três mulheres diferentes e endividado com Bolsonaro em R milhões deais.

Hoje vai saber a verdade sobre as duas mulheres grávidas ao mesmo tempo e porque o Brasil nunca quis fazer a conta dos ve meses. Ainda mais sombrio, o que fez a Helena, a sua terceira filha, enquanto as outras duas pousavam com o pai na Taça do Mundo. Ainda mais sombrio, o que o pai de Neymar fez para que Bolsonaro perdoasse R$ 200 milhões deais e lacrasse o acordo por 100 anos até ao ano18.

E o pior da sua vida, a razão por detrás de todas as lesões, não é o que se imagina. Mas antes, precisa perceber quem era Neymar da Silva Santos Júnior antes de ser o ídolo caído do Brasil. 5 de fevereiro de 1992, Mogi das Cruzes, estado de São Paulo, Brasil. Uma pequena clínica do centro da cidade recebe um bebé moreno, magro, de olhar esperto.

A mãe chama-se Nadine Gonçalves da Silva Santos. O pai se chama-se Neymar da Silva Santos. Trabalhava como mecânico de automóveis naquela época. Ganhava só para pagar o aluguer de um quartinho onde os três moravam. Põem no recém-nascido o nome do pai, Neymar da Silva Santos Júnior, o segundo Neymar da família, o que ia levar o nome do mecânico de Mogi das Cruzes pros estádios mais importantes do planeta.

Os primeiros anos de vida do miúdo transcorrem em condições que muito poucos brasileiros conhecem. A família muda 10 vezes antes do menino completar 6 anos. Apartamentos pequenos, quartos partilhados com tios e primos, quartos, onde dormiam os quatro juntos num único colchão. O seu Neymar trabalhava o dia inteiro a reparar carros.

Dona Nadine cuidava do menino e da irmã Rafaela mais nova, nascida em 1996. O ordenado do pai nunca dava para o mês inteiro. O pai Neymar Sior tinha um sonho claro para o filho. Queria vê-lo a jogar futebol profissional. Queria ver ele a sair daqueles quartos alugados. Queria vê-lo a entrar num estádio da Série A do Brasil com o apelido Santos Colado ao Silva.

E desde os 4 anos de idade, o pai levava o miúdo para as várzias do bairro, punha uma bola nos pés dele, ensinava a driblar, ensinava a fintar e o miúdo respondia. Aos 7 anos, numa pelada de crianças na Praia Grande, para onde a família se tinha alterado novamente por falta de dinheiro, um olheiro da portuguesa santista viu o miúdo pequeno driblando quatro defesas numa jogada só.

perguntou ao pai quem era. O pai disse o nome: Neymar Júnior. O olheiro anotou o dado numa caderneta e nessa mesma semana o menino de 7 anos entrou nas categorias de base da portuguesa santista. Primeiro contrato profissional dele por valor simbólico, apenas chuteira, equipamento e transporte. Mas o pai Neymar sior ali mesmo naquela tarde da Praia Grande tomou uma decisão que ia definir os 30 anos seguintes da família.

decidiu deixar o emprego de mecânico, decidiu se dedicar exclusivamente à carreira do filho, seria o seu empresário, seria o negociador, seria o contabilista, seria a voz pública. guarda esse pormenor na cabeça, porque a decisão que o pai Neymar Sior tomou naquela tarde de Praia Grande, em 1999, quando o filho tinha apenas 7 anos, é a decisão que 30 anos depois ia levar o jogador a dever 200 milhões de reais ao governo brasileiro e a assinar o acordo mais suspeito da história do futebol do país. Aos 8 anos, o miúdo deixou a

portuguesa santista. As categorias de base do Santos Futebol Clube tinham descoberto ele, o clube mais importante do litoral paulista, o clube do Pelé, o clube que nos tempos de glória tinha conquistado todos os títulos possíveis. E aquele rapaz moreno e magrinho de Mogi das Cruzes entrou no CT Meninos da Vila com a camisola preta e branca da equipa.

O seu Neymar sior tomou outra decisão chave. pediu autorização aos Santos para mudar juntamente com o filho. A família se transferiu do interior de São Paulo para uma pequena casa na própria cidade litorânia, perto do centro de treino, perto do estádio Vila Belmiro, perto do local onde o miúdo ia crescer como jogador.

A decisão de mudar toda a família para acompanhar o filho era invulgar no futebol brasileiro desses anos. Outros pais de os jovens jogadores deixavam os filhos em pensões do clube, viajavam uma vez por mês para visitar e regressavam aos empregos. O seu Neymar sior não. O seu Neymar sior estava ali todos os dias, em cada treino, em cada partida, em cada reunião com os dirigentes do Santos.

O seu Neymar sior era a sombra do filho dentro do clube. Naquele dia, nessa partida do Vila Belmiro, nenhum jornalista da TV A Globo sabia que estava a filmar o jogador que 8 anos depois ia partir o registo de transferência mais cara da história do futebol mundial. e muito menos sabia que nessa mesma noite, numa discoteca de Santos, o ídolo recém-estreado ia começar o padrão de comportamento que 20 anos depois ia destruir-lhe a carreira.

Os técnicos das camadas jovens comentavam em particular o que o miúdo conseguia fazer com a bola. Aos 10 anos, Neymar Júnior driblava miúdos de 14. Aos 12 driblava juvenis de 16. Aos 14 driblava profissionais da equipa de transição. Era um fenómeno técnico que o Santos não via desde os tempos do próprio Pelé nos anos 50 e 60.

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E aquele miúdo de cabelo encaracolado, sorriso fácil, braços fininhos, chamava a atenção, mas chamava atenção também de outra forma. Desde os 12 anos, os rumores no CT Meninos da Vila eram constantes. Neymar Júnior saía com molequinhas de 14, 15 e 16 anos. Neymar Júnior recebia mensagens dos fãs toda a semana.

Neymar Júnior tinha uma facilidade para as relações íntimas que os outros miúdos do clube não compreendiam direito. Aos 14 anos, o miúdo já tinha tido três namoradas confirmadas dentro do próprio bairro do Vila Belmiro. Aos 15 já circulavam fotos dele com molequinhas mais velhas em discotecas de Santos, onde entrava sem pagar entrada porque o proprietário era amigo do pai.

Aos 16, a imprensa desportiva de São Paulo começou a publicar pequenas notas sobre os movimentos sociais do jovem Prodígio dos Santos. E aos 17, Neymar Júnior estreou-se na equipa profissional do clube. 7 de março de 2009, estádio da Vila Belmiro, Santos contra oeste de Itápolis, Campeonato de São Paulo.

Técnico Wagner Mancini. Mancini meteu-o no banco de reservas e aos 14 minutos do segundo tempo fez a troca. Substituição: saiu Maurinho, entrou Neymar Júnior, de 17 anos recém completos. A claque do Vila Belmiro recebeu o miúdo de pé. As câmaras da TV Globo focaram-se nele e desde nesse dia o Brasil inteiro soube que tinha um fenómeno novo.

Imagina por um momento em que tem 17 anos, vende uma família que mal pagava a renda do mês e da noite para o dia assina um contrato que multiplica por 1000 os ganhos familiares. Imagina a pressão, imagina a tentação, imagina as festas. Foi isso que caiu sobre Neymar Júnior nesse Março de 2009. E a primeira consequência demorou só do anos a chegar, dois anos exatos.

13 de agosto de 2011, Hospital Promatri, São Paulo. Uma bebé nasce na área de maternidade do hospital privado mais caro da cidade. A mãe tem 17 anos. Chama-se Carolina Dantas, estudante de marketing, originária da Praia Grande, a mesma cidade onde Neymar Júnior tinha sido descoberto aos 7 anos. A Carol e o jogador tinham estado juntos durante 6 meses.

Gravidez não planeada, rapariga de 17 anos, miúdo de 19 e um bebé que recebeu o nome de David Luca da Silva Santos. O primeiro filho do jogador, David Luca. Um nome que aquela primeira família do Vila Belmiro tinha escolhido, um apelido completo que o miúdo recebeu por escrito no notário. E um pai que mal começava a ganhar milhões, que assinou os papéis da paternidade sem discussão, assumiu a pensão de alimentos e seguiu com a carreira como se o bebé do hospital de São Paulo fosse apenas um episódio menor na vida do fenómeno. Carol Dantas, com 17

anos de idade, tinha acabado de entrar na história familiar do jogador, mas também tinha acabado de entrar numa lista que durante os 15 anos seguintes o pai Neymar Sior ia tentar manter escondida do Brasil inteiro a lista das mulheres do filho. A imprensa brasileira publicou a notícia, mas publicou-a com descrição.

O Santos geriu a informação junto dos escritórios de comunicação dele. Seu Neymar sior coordenou os acordos legais. Carol Dantas recebeu uma casa. recebeu uma pensão, recebeu silêncio e o miúdo de 19 anos, Neymar Júnior, continuou a jogar futebol. No Santos de 2011, Neymar Júnior começou a ganhar títulos. Campeonato Paulista, Taça dos Libertadores, Taça Recopa Sul-Americana, Prémio Melhor Jogador da América do Sul, Prémio Melhor Jogador do Brasil.

A máquina do marketing começou a mexer. Camisas com o seu nome vendidas em todo o continente, anúncios de televisão, marcas internacionais. batendo à porta do CT Meninos da Vila. Seu Neymar sior, no escritório vizinho do campo de formação, assinava contratos todos os mês. 10 milhões aqui, 20 milhões ali. Cifras que o mecânico de Mogi das Cruzes, 12 anos antes, nunca tinha sonhado.

Mas o miúdo continuava a ser miúdo e o miúdo continuava a fazer o que miúdos de 19 anos com milhões na conta bancária fazem. Festas, discotecas, viagens de iate, modelos, reservas em restaurantes caros de São Paulo, saídas para búzios, casas de fim de semana em Mangaratiba e por baixo de toda aquela vida de glamour, uma constante que a imprensa não queria tocar.

Mulheres, mulheres, mulheres. As namoradas confirmadas entre 2011 e 2013 foram várias: modelos, atrizes, influenciadoras, cantoras. Algumas relações duraram meses, outras só semanas. A imprensa de celebridades brasileira tentava acompanhar o ritmo e não conseguia. Carol Dantas, a mãe do primeiro filho, ficou em silêncio durante todos esses anos.

Morava numa casa que Neymar lhe tinha comprado. Criava o pequeno Davi Lucas sem pedir explicações a ninguém. Mas o que o Brasil inteiro ainda não sabia é que enquanto o miúdo do Vila Belmiro acumulava títulos, mulheres e contratos, o pai dele estava a assinar os documentos que 10 anos depois iam levar toda a família ao Tribunal Federal mais temido do país.

Documentos que misturavam o nome do Santos Futebol Clube com empresas fantasma em países estrangeiros. documentos que a Receita Federal do Brasil ia ler em 2015 e depois o problema ia explodir. 26 de maio de 2013, São Paulo, conferência de imprensa convocada pelo Santos Futebol Clube. O presidente do clube, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, anuncia oficialmente o que o Brasil já esperava há meses.

Neymar Júnior, de 21 anos de idade, foi vendido ao Futebol Clube Barcelona da Espanha por um valor declarado de 17.1.000€ 17.100.000 €. A cifra oficial, a cifra que o Santos declarou à Receita Federal do Brasil, a cifra que o Barcelona declarou para fazenda espanhola, a cifra que a imprensa do mundo inteiro publicou nas capas.

Mas a cifra real, segundo investigações que iam ser abertas anos depois na própria justiça espanhola, tinha sido bem diferente. 83.300.000€ cinco vezes mais, quase R 453 milhões deais no câmbio da época. E aquela diferença, 66 milhões de euros escondidos, tinha sido escondida usando empresas intermediárias, contratos paralelos, cláusulas secretas e pagamentos por serviços de imagiologia e representação que nunca foram prestados.

O pai Neymar Sénior assinou cada um daqueles contratos. O pai Neymar sior recebeu comissões por cada um deles. O pai Neymar Sior, naquela conferência de imprensa do 26 de maio de 2013, estava sentado do lado do filho, sorrindo para as câmaras, vestido com fato escuro. E ninguém no O jornalismo brasileiro daquele momento suspeitava do que aqueles números escondiam.

O jogador chegou ao Barcelona, ​​vestiu a camisola azul e grená, partilhou o ataque com Lionel Messi e Luiz Soares. Ganhou a Liga dos Campeões em 2015. venceu a La Liga Espanhola, marcou 71 golos em quatro épocas e em agosto de 2017 o Paris Saint-Germain de França pagou pelo seu passe a cifra mais alta da história do futebol mundial, 222 milhões de euros, valor recorde absoluto.

E mais uma vez o pai assinou os contratos. Mas enquanto os milhões entravam nas contas da família Silva Santos, enquanto a fama do jogador crescia até níveis que nenhum brasileiro, a não ser Pelé, tinha alcançado no estrangeiro, em algum escritório de Brasília, dentro do Ministério das Finanças, um funcionário chamado Andrés Salviano abria uma pasta com o nome do jogador e começava a investigar.

Andrés Salviano, lembra desse nome? Porque o funcionário anónimo da Receita Federal do Brasil, que abriu a pasta do jogador em 2015, foi o homem que tornou possível a sentença judicial do Tribunal de Santos. A sentença que ia custar ao jogador a maior multa fiscal aplicado a um atleta brasileiro na história do país.

Em Brasília, na Fisco, o funcionário Salviano e uma equipa de cinco auditores tributários demoraram 22 meses a montar o processo. Investigaram contas bancárias na Espanha, em Andorra, no Brasil. Investigaram empresas registadas no Panamá. Investigaram contratos de imagem assinados pela família, investigaram transferências entre os Santos e empresas controladas por Neymar Senor.

E no final desse trabalho, em 2015, apresentaram a conclusão: evasão fiscal, fraude fiscal, conuiu para esconder valores reais das operações e uma coima total, somando impostos não pagos, coimas de mora e correções monetárias, R8 milhões deais, quase 40 milhões de dólares ao câmbio do momento. A maior coima fiscal aplicada a um desportista brasileiro desde que a Receita Federal existia como instituição.

A notícia explodiu nos jornais brasileiros. Folha de São Paulo, o Globo, o Estadão, o Wall, o todos os veículos cobriram o caso e o pai Neymar Sénior respondeu à imprensa com a mesma frase repetida em cinco entrevistas diferentes. Verbatim, meu filho não deve nada. O meu filho pagou todos os impostos dele. A Receita Federal está errada.

Mas a receita não estava errada. Tinha os documentos, tinha as contas bancárias, tinha as assinaturas, tinha os movimentos de dinheiro. E o caso passou do Ministério da Fazenda pro sistema judicial brasileiro, especificamente paraa Tribunal Federal de Santos. Terceira vara federal. Juiz titular Décio Gabriel Jimenes.

O juiz Gimenees recebeu o processo em janeiro de 2016. reviu os documentos durante meses, citou o pai do jogador a depor duas vezes, citou o jogador uma vez e em frase escrita e publicado em maio de 2016, escreveu as palavras que iam marcar a família para sempre. Verbatim da sentença, palavra por palavra. A família do jogador simulou negócios para pagar menos impostos. simulou.

Essa foi a palavra simulação, fraude. Conluio. A sentença confirmava a multa de 188 milhões deais e abria a possibilidade de penas criminais adicionais por evasão fiscal qualificada. R8 milhõesais. Sentença confirmada. E o miúdo do Vila Belmiro, agora estrela do Paris Saint-Germain, devia explicar ao Brasil como tinha chegado a esse número.

Mas, então, em 2021, aconteceu outra coisa. Outra coisa que ia desviar a atenção pública do problema fiscal e colocar noutro cenário completamente diferente, uma mulher apareceu na vida do jogador e com ela o início do drama familiar mais sombrio da carreira do ídolo brasileiro. A mulher chamava-se Bruna Biancard, 27 anos de idade naquele momento, modelo Paulista, influenciadora de moda com 2 milhões de seguidores no Instagram.

Uma mulher alta, morena, de olhar forte, que tinha sido anteriormente namorada do jogador de futebol Maicon do Nascimento Santos Cosm e de outros nomes do meio desportivo. Bruna conheceu Neymar Júnior em agosto de 2021, durante uma festa privada numa mansão em Mangaratiba, no estado do Rio de Janeiro.

A festa tinha sido organizada pelo próprio jogador, três dias de música, álcool e cerca de 60 convidados. Bruna e Neymar se ligaram nessa noite e em poucos meses, em janeiro de 2022, o casal apareceu publicamente oficial. Fotos partilhadas no Instagram, viagens juntos. A família Silva Santos recebeu Bruna em Mogi das Cruzes.

Dona Nadine abraçou-a. O seu Neymar sior deu as boas-vindas e a imprensa brasileira começou a usar a palavra que há anos esperava aplicar a uma namorada do ídolo. A palavra era só uma, oficial. Mas entre janeiro e fevereiro de 2023, alguma coisa aconteceu em alguma mansão de Paris, uma festa privada. sem paparades à entrada, sem fotógrafos convidados, sem testemunhas públicas do encontro.

Bruna Biancard esteve no Brasil, Neymar Júnior esteve em Paris a jogar pelo PSG. E naquela mansão da capital francesa, numa festa de cinco dias organizada pelo círculo próximo do jogador, outra mulher brasileira entrou no quarto do ídolo. Chamava-se Amanda Kimberly, 29 anos, modelo, amiga do círculo social da própria Bruna Biancard.

O que aconteceu entre Neymar e Amanda Kimberly naquelas noites de Paris, o Brasil inteiro só ia entender um ano depois, quando os factos se tornaram impossíveis de esconder. Quando a matemática do calendário ficou pública, 3 de abril de 2023, Bruna Biancard sobe ao Instagram um vídeo teste de gravidez positivo. A modelo Paulista, namorada oficial do jogador, está grávida do jogador.

A família comemora. A Dona Nadine chora. Seu Neymar sior brinda. O Brasil inteiro partilha a notícia. Mavi Biancard vem por aí, primeira filha planeada do casal. Mas em algum apartamento de S. Paulo, nesses mesmos dias de Abril de 2023, Amanda Kimberly olhava para outro teste e o resultado era o mesmo. Positivo, Amanda Kimberly também estava grávida do jogador, grávida ao mesmo tempo que Bruna, a segunda mulher, a amante de Paris, a amiga do círculo social da namorada oficial, duas mulheres, dois testes positivos, duas filhas em

gestação simultânea, a mesma conta bancária pagando as despesas médicas. o mesmo apelido nas duas certidões, mas duas casas diferentes, dois telefones diferentes e um silêncio público que ia explodir em julho de 2024. Mavi nasceu no dia 6 de outubro de 2023, a filha oficial de Bruna e Neymar. O Brasil inteiro comemorou.

As câmaras da Globo, SBT, Record, Band, todas em frente à maternidade do hospital privado. Neymar mostrou a filha nas redes sociais. Dona Nadine chorou. O seu Neymar sior tomou champanhe. A Helena nasceu 9 meses depois, no dia 3 de julho de 2024, noutra maternidade, sem câmaras da Globo na entrada, sem a avó Nadine à espera e sem o seu Neymar sior a brindar com champanhe, a segunda filha do jogador em menos de um ano, a filha que o Brasil não esperava, a filha de Amanda Kimberley, meses, só ve meses entre as duas irmãs. A matemática que nenhum

advogado do jogador pode apagar. A matemática que nenhum jornalista do Brasil quis publicar em Manchete Grande. A matemática que a família do ídolo tentou esconder durante 15 meses. Com palavras como estavam separados, estava solteira. Foi mal entendido. Verbatinha manda Kimberly paraa CNN Brasil. Agosto de 2024.

Palavra de palavra. Eu não me envolvi com o pai da Helena quando estava num relacionamento. Para mim foi esclarecido que todos os envolvidos estavam solteiros. Solteiros? Essa foi a palavra da amante. Mas Bruna Biancard, a mãe de Mavi, contrariou a versão poucos meses depois. Verbatim Bruna para a revista Ken estava solteira desde janeiro de 2023, mas já em abril do mesmo ano anunciava a gravidez de Mavi. 4 meses.

4 meses entre a alegada separação de janeiro e a gravidez confirmada de abril. 4 meses. A conta do calendário é brutal. Se Bruna estava solteira desde janeiro e grávida em abril, significa que o jogador a engravidou no primeiro mês da alegada solteirice. E exatamente no mesmo período engravidou Amanda Kimberley, duas mulheres, o mesmo mês, o mesmo homem e um silêncio da família que durante quase um ano inteiro negou qualquer traição.

O Brasil inteiro, em agosto de 2024 fez a conta. Fê-la em particular, em cozinhas familiares, em escritórios, em grupos de WhatsApp, mas não em títulos grandes dos jornais. Porque o ídolo continuava a ser o ídolo, porque o pai Neymar Sénior controlava a maioria dos Os jornalistas desportivos do país através de contratos publicitários.

Porque o patrocínio do jogador a marcas de cerveja, automóveis, vestuário, alimentos atingia dezenas de empresas brasileiras que pagavam espaços publicitários nos mesmos veículos que teriam de reportar o escândalo. Helena completou o primeiro mês de vida sem receber uma única felicitação pública do pai.

Cero post nas redes sociais, nenhuma foto oficial, nem uma única declaração de amor paternal, só silêncio. O mesmo silêncio que a família Neymar manteve durante toda a gravidez de Amanda Kimberly. O mesmo silêncio que 3 anos depois, em 2026, o jogador ainda mantém quando os jornalistas perguntam sobre Helena. Amanda Kimberly, durante a gravidez, tinha recebido ameaças anónimas nas redes sociais, insultos, acusações de ser amante, mensagens ofensivas contra a filha não nascida.

Verbatim, Amanda Kimberly em story do Instagram do dia 3 de agosto de 2024, quando a Helena completou um mês. Estou cansada de ver uma mentira tão absurda salpicar a minha filha. Fiquei calada durante meses, levando uma enchurrada de ofensas e fake news. As pessoas inventaram uma história onde eu não sou a vilã.

A Helena pode não ter sido planeada por nós os dois, mas para Deus ela foi. Para Deus ela foi. Essa foi a frase da mãe, uma frase de defesa misturado com cansaço que o Brasil inteiro leu, mas poucos voltaram a citar. E enquanto Helena crescia numa casa sem as câmaras da Globo, sem a avó Nadine, sem o brinde do seu Neymar sior na casa oficial de Neymar e Bruna em Mangaratiba, Mavi e Biancard crescia como se fosse a única filha do ídolo do Brasil. Bolsas de OR de 33.

000€, vestidos de marca, férias internacionais, aniversários com celebridades e o pai de todo o Brasil levantando-a no colo para as fotos oficiais. As duas irmãs, filhas do mesmo homem, separadas por meses, viviam duas vidas opostas, uma no centro do mundo, a outra nas margens do silêncio. Mas a traição a Bruna Biancard não foi um episódio isolado.

Poucos brasileiros do momento conheciam o padrão completo. O jogador, desde os 17 anos, tinha acumulado uma lista de namoradas, amantes e relações paralelas que nenhum jornalista desportivo se atrevia a publicar inteira. Modelos venezuelanas, cantoras brasileiras. Atrizes argentinas, influenciadoras mexicanas, bailarinas portuguesas.

A lista, segundo o jornalista Léo Dias do Metrópolis, ultrapassava as 40 mulheres confirmadas entre 2011 e 2021, 40 mulheres em 10 anos. O próprio Léo Dias publicou a cifra numa coluna de 28 de Agosto de 2022 e ninguém na família do jogador desmentiu o número. Seu Neymar sior, normalmente ativo na defesa da imagem do filho, desta vez guardou silêncio.

A Dona Nadine, normalmente presente em eventos públicos, desta vez não apareceu em nenhuma entrevista. O silêncio dentro do futebol brasileiro vale mais do que 1000 desmentidos. Quando a família não desmente, a cifra costuma estar certa. E 40 era um número certo, mas era apenas o número público, o número particular.

Segundo os companheiros de equipa do jogador no PSG, entre 2017 e 2023 era consideravelmente maior. O comportamento pessoal do miúdo do Vila Belmiro naqueles anos de Paris tinha alcançado níveis que assombravam até os franceses. Festas de cinco dias seguidos em hotéis cinco estrelas eates alugados por 50.000€ 1000€ à noite.

Boates particulares com entrada controlada pelo círculo pessoal do jogador e um grupo próximo de amigos brasileiros conhecidos na imprensa como a parrudada, que viajava com ele para cada destino, organizava cada festa, contactava cada mulher e assinava acordos de confidencialidade com cada convidada para evitar fotos públicas. Aparrudada.

Esta foi a palavra que usou Léo Dias na coluna do Metrópolis. O grupo próximo do jogador, cerca de 22 homens. Amigos de infância de Mogi das Cruzes, parentes distantes, assistentes contratados, motoristas pessoais, cozinheiros, pessoal de segurança e dois primos do O próprio jogador Jô e Júnior, que coordenavam a logística de cada saída.

22 homens em redor do ídolo. E todos viviam dele, comiam dele, viajavam com ele. E todos eles assinavam contratos onde recebiam salários mensais pagos pela empresa familiar do pai, Neymar Sport e Marketing. Essa mesma empresa que a Receita Federal do Brasil tinha acusado em 2015. Essa mesma empresa que em 2019 ia receber um perdão histórico do Presidente Jair Bolsonaro, mas aparrudada ia para além de um grupo de amigos.

Era uma empresa, era uma estrutura financeira, era uma folha mensal paga pela empresa familiar. E dentro desta estrutura havia um comportamento coletivo que os médicos do Alrilal iam identificar dois anos depois como a causa principal do desmoronamento físico do jogador. 22 homens vivendo do ídolo e todos eles sabiam o que acontecia dentro da mansão de Mangaratiba durante os fins de semana, mas nenhum falou porque todos assinavam acordos de confidencialidade antes de entrar na propriedade.

E porque todos os recebiam salários mensais que nenhum emprego legal do Brasil podia igualar. Depois do nascimento de Helena, em julho de 2024, a vida de Neymar entrou numa espiral que o Brasil inteiro pôde acompanhar nas redes sociais. As brigas públicas entre Bruna Biancard e Amanda Kimberly começaram a circular no Instagram.

Posts apagados, stories com indiretas, comentários bloqueados e cada semana uma nova cena da novela familiar mais vista do ano. O primeiro episódio público foi no dia 18 de agosto de 2025. Bruna Biancard publicou um carrossel de fotografias no Instagram dela. Numa das fotos aparecia Helena, a filha de Amanda Kimberly, a brincar com Mavi, as duas irmãs juntas, filhas do mesmo pai.

Foto familiar de aspecto carinhoso. Bruna estava a mostrar ao Brasil que a família inteira convivia sem problemas, mas em poucas horas a foto desapareceu. Bruna tinha apagado. Um seguidor perguntou por tinha apagado. A Bruna respondeu nos comentários. Verbatim. Foi a mãe dela que pediu. Esta frase ativou Amanda Kimberly.

Amanda subiu às stories do Instagram a conversa privada que tinha tido com a Bruna. Mostrou cada mensagem, cada palavra. Cada acusação. O conteúdo daquela conversa feita pública por Amanda em agosto de 2025 era brutal. Ver Batim Amanda Kimberly paraa Bruna Biancard. Entendo que é irmã das as suas filhas, mas pode chamar-me para combinarmos se tudo bem por ela e por mim.

Como mãe, estou a cuidar da imagem dela. A minha filha recebe críticas e horríveis montagens que desfiguram a imagem dela todos os dias. E eu como mãe, não posso controlar nem proteger a imagem dela. Mães em guerra pública, pela imagem das filhas do mesmo pai. E o pai, algures na sua mansão em Mangaratiba ou do apartamento de Riade, onde jogava no Alilal da Arábia Saudita naquele momento, não dizia absolutamente nada.

Verbatim do Jornal Extra em coluna de 20 de agosto de 2025. Neymar teve dores de cabeça esta terça-feira. O motivo, o desentendimento público entre Bruna Biancard e Amanda Kimberly, mães das suas filhas. Amigos relatam que o atleta já não aguenta mais mediar os conflitos. As situações de rusgas se tornaram frequentes e afetaram o clima familiar.

Rusgas frequentes, clima familiar afetado. Foram essas as palavras do jornal. O pai, em vez de assumir a responsabilidade de ter gerado o conflito com o próprio comportamento, queixava-se aos amigos de ter que mediar entre as duas mulheres. A vítima, naquela narrativa pública construída pelo círculo do jogador era ele próprio. O pai que tinha engravidado duas mulheres ao mesmo tempo, queixava-se de ter de mediar entre as duas mães.

Mas o clima familiar afetado não era o verdadeiro problema do jogador nesse mês de agosto de 2025. O verdadeiro problema vinha da outro lugar, de uma mansão em Mangaratiba, de uma piscina com iates atracados no cais privado e de um comportamento que o corpo do miúdo do A Vila Belmiro, depois de 15 anos de carreira profissional, já não podia aguentar mais.

Para perceber o que estava a acontecer com o corpo do jogador em 2025, é necessário voltar a novembro de 2023. 17 de novembro, Estádio Monumental de Buenos Aires. Brasil contra o Uruguai. Eliminatórias da Mundial 2026. 24 minutos do primeiro tempo. Neymar Júnior, capitão da seleção brasileira, corre para o ataque com a bola nos pés.

O defesa uruguaio Nicolás de La Cruz faz o CR. Contato no joelho esquerdo. Queda, grito. Substituição imediata. Lesão confirmada no dia seguinte pelos médicos da CBF e do Alrilal. Rompimento do ligamento cruzado anterior e do menisco do joelho esquerdo. Cirurgia obrigatória. Tempo de recuperação estimado pela imprensa internacional.

entre os 9 e os 12 meses, sem partidas, sem treinos de campo, só fisioterapia, dieta controlada, sono regular e repouso absoluto. Repouso absoluto. Estas duas palavras estiveram em cada nota médica assinada pelos doutores brasileiros e sauditas que assistiram o jogador entre novembro de 2023 e fevereiro de 2025. Repouso absoluto, sem álcool, sem viragens de noite, sem deslocações desnecessárias.

O corpo do jogador, aos 32 anos de idade precisava de quietude total para recuperar o ligamento operado. Aquela tarde de Buenos Aires, no estádio Monumental, os adeptos argentinos que estavam nas bancadas viram o ídolo brasileiro cair no relvado e não se levantar, mas nenhum deles sabia que a lesão do ligamento cruzado não era o verdadeiro problema do jogador.

O verdadeiro problema começava nessa mesma noite, no avião de regresso a Riade, quando Neymar Júnior tomou a primeira decisão que ia determinar os próximos 2 anos de vida dele. Mas em fevereiro de 2024, só dois meses depois da cirurgia, as fotos de Neymar começaram a circular nas redes sociais e as fotos eram impossíveis de explicar aos médicos.

Mansão de Mangaratiba, IAT atracado no Cais Privado, festa de três dias com 60 convidados. Música eletrónica. garrafas de whisky e escocês, mulheres em biquíni à volta da piscina e o jogador de muletas. Sim, mas levantando copos em comemoração. No dia 24 de fevereiro de 2024, o jornalista Léo Dias publicou as fotos no Metrópolis Verbatim da coluna.

Enquanto deveria estar a fazer fisioterapia, Neymar passou o carnaval de 2024 numa festa privada de três dias na sua mansão em Mangaratiba. As fotos mostram o jogador com canadianas, mais rodeado de álcool e de convidados que ficavam até de madrugada na propriedade. Os médicos do Alrilal, segundo fontes internas do clube árabe vazadas para imprensa espanhola, queixaram-se internamente.

O corpo médico tinha dado instruções claras ao jogador. Repouso. Zero álcool, zero viragem de noite e o jogador, segundo as fotos publicadas, tinha feito exatamente o contrário durante o carnaval. Aquela primeira festa de Mangaratiba em fevereiro de 2024 não foi a única. As seguintes vieram em abril, em junho, em agosto, em outubro.

De dois em dois meses, durante todo o o período de recuperação do joelho esquerdo, fotos do jogador em festas privadas circulavam pelas redes sociais. E de cada vez a imprensa brasileira publicava a nota. E de cada vez o pai Neymar sior emitia um comunicado oficial dizendo que o filho estava a seguir o tratamento médico. As festas do carnaval, as festas do inverno, as festas do aniversário.

Cada celebração era uma oportunidade para beber, virar à noite e exigir do corpo lesado o que o corpo não podia dar. E enquanto o pai emitia comunicados oficiais, o joelho do filho seguia sem cicatrizar. E outra coisa, estava prestes a partir também, uma coisa mais grave do que um ligamento. Fevereiro de 2025, 15 meses depois da cirurgia, Neymar Júnior deveria estar a voltar ao futebol profissional com o Alilu.

Mas o clube saudita, numa decisão interna que surpreendeu o mundo desportivo, decidiu não renovar o contrato do jogador. A razão oficial, discrepâncias contratuais, a razão real, segundo fontes vazadas para a imprensa espanhola, as festas, as passagens de noite, o comportamento. O clube árabe tinha gastou dezenas de milhões de euros num jogador que passava mais tempo em festas privadas do que no campo de treino.

sem contrato na Arábia Saudita, sem oferta dos grandes clubes europeus e sem possibilidade de regressar ao PSG, ao Barcelona, ​​nem ao Real Madrid. Neymar Júnior, aos 33 anos de idade, recebeu propostas de apenas três clubes em todo o planeta. O Inter Miami de David Beckham nos Estados Unidos, o Atlético Mineiro do Brasil e o Santos Futebol Clube, o mesmo clube onde se tinha estreado profissionalmente 16 anos antes.

O seu Neymar sénior, naquela reunião familiar de fevereiro de 2025, recomendou ao filho aceitar a proposta do Santos. Era simbólico, era o regresso a casa, era a oportunidade de reconquistar o Brasil inteiro e era o clube onde, segundo o pai, o filho podia recuperar a forma física sem a pressão da Liga dos Campeões nem da Liga Europeia.

31 de janeiro de 2025, Vila Belmiro, conferência de imprensa convocada pelo Santos. O presidente do clube, Marcelo Teixeira, anuncia a contratação. Ver batim do comunicado oficial. O Santos Futebol Clube tem a honra de anunciar o regresso do ídolo. Neymar Júnior volta a vestir a camisola preta e branca do clube depois de 12 anos, contrato até junho de 2026.

O Brasil inteiro celebrou o regresso por uma semana, só uma semana, porque no dia 6 de março de 2025, no terceiro jogo oficial dele com o Santos contra o Atlético Mineiro, Neymar sofreu uma nova lesão. Lesão muscular no joelho esquerdo, o mesmo joelho operado 15 meses antes. Tempo de recuperação estimado pelos médicos dos Santos.

Quatro semanas. As quatro semanas se transformaram em 8, às 8 em 12, às 12 em 6 meses. E durante todo esse ano 2025, Neymar Júnior, ídolo do regresso triunfal ao Santos, mal fez 11 jogos oficiais. 10 11 Cifras vergonhosas para um jogador que ainda recebia um salário mensal de R 3 milhões deais pagos pelo clube. 11 partidas em 12 meses.

E todas as elas, segundo os comentadores desportivos brasileiros, mostravam um Neymar lento, cansado, sem as explosões de velocidade que tinham caracterizado a carreira dele. 11 partidas em 12 meses. E, enquanto isso, algures de Mangaratiba, em alguma festa do verão carioca, as fotos continuavam a aparecer. Mas o verdadeiro golpe na família Silva O Santos não veio do campo, veio de outro lugar.

Veio do lugar que o pai Neymar Sior tinha tentado controlar durante 10 anos e veio com um nome que o Brasil inteiro conhecia, mas poucos esperavam ver em grande manchete. Helena, a filha de Amanda Kimberly, completou um ano no no dia 3 de julho de 2025. Era o primeiro aniversário dela. Uma data que em qualquer família brasileira normal seria motivo de festa familiar, avós, tios, primos, irmãos, uma mesa grande com bolo, balões, cânticos, fotos para guardar de recordação.

Mas Helena não houve essa festa. Não houve a avó Nadine no primeiro aniversário, nem tão pouco o seu Neymar Sior, nem a tia Rafaela. E as irmãs Mavi e Mel não brincaram com ela. E o mais grave, não teve o pai. Amanda Kimberly publicou uma única fotografia nas redes sociais dela naquele dia 3 de julho de 2025.

Helena, vestida de branco, sentada de frente para um pequeno bolo, sozinha, sem mais ninguém na fotografia. E uma mensagem breve, Verbatinha Amanda. Hoje a minha filha completa um ano. Que Deus a abençoe sempre. A Mami ama-te. Mami te ama. Sem menção ao pai. Sem menção à família paterna. sem etiquetas para as contas oficiais de Neymar, Bruna, Nadine, Rafaela, nem Neymar sior.

A filha do ídolo do Brasil completava um ano sem o pai e a mãe, esgotado depois de 15 meses de lutar contra a máquina mediática do jogador já não pedia nada. Duas semanas depois, a 16 de julho de 2025, o jornal Extra publicou uma nota que todo o Brasil comentou: Verbatim da Manchete. Bruna Biancard convence Neymar a não levar Helena nem Amanda Kimberly para o Mundial 2026.

A nota explicava que durante as negociações internas da família para organizar a presença das filhas do jogador na taça, Bruna tinha exigido que Helena e a mãe fossem excluídas e Neymar tinha aceitado. Aceitado. Foi essa palavra que utilizou a nota do Extra. Aceitado. O pai que tinha deixado Amanda Kimberly grávida ao mesmo tempo que Bruna Biancard aceitava agora excluir a filha fruto daquela relação da maior competição desportiva do planeta.

A Copa do Mundo, o evento onde o jogador ia disputar possivelmente a quarta e última Taça dele. E a filha pequena Helena, de 1 e 2 anos de idade durante todo o período do mundial, não estaria nas fotos oficiais, não estaria no camarote familiar, não estaria nas reportagens da Globo, ESPN, Fox Sports, nem qualquer veículo que cobrisse o evento.

Bruna Biancard nas redes sociais tentou negar a versão do Extra. Ver Batim Bruna em comentários do Instagram. Fonte invenções da sua cabeça. Coloca a fonte aí. K k k k. Ou esta tentativa de incitar o ódio em mim foi porque eu não aceitei dar a entrevista que pediram sobre os meus looks da Copa.

Pode ser, não é? Mas as fontes do Extra eram fontes de confiança dentro do círculo familiar. E a negação de Bruna, com um tom sarcástico, foi interpretada pelo Brasil inteiro como uma confirmação indireta. A Helena estava de fora, a terceira filha do ídolo, a filha da amante, a filha que o pai nunca tinha celebrado publicamente.

E enquanto o escândalo familiar circulava nas redes, no escritório do Tribunal Federal de Santos, outro processo seguia o curso, um processo que durava há 10 anos abertos, um processo que a família Silva Santos acreditava ter fechado em 2017 com um perdão histórico, mas o perdão não tinha sido aquilo em que o Brasil acreditava.

Esse perdão, é preciso voltar para ele, porque o perdão que a Administração Fiscal do O Brasil concedeu ao jogador em 2017 teve outra forma, foi um acordo. Um acordo assinado em algum escritório de Brasília, um acordo que tinha duas assinaturas concretas e um sigilo de 100 anos que nenhum brasileiro poderá abrir até ao ano18.

Para perceber o que aconteceu em 2017 com a dívida de R8 milhões deais, é preciso olhar para o calendário político do Brasil com cuidado. Em janeiro de 2019, Jair Messias Bolsonaro tomou posse como presidente da República Federativa do Brasil, capitão do exército, deputado federal durante 28 anos, conservador, nacionalista e desde o início do mandato aliado público da família Silva Santos.

O primeiro encontro documentado entre Bolsonaro e o pai Neymar Sénior foi em maio de 2018, durante a campanha presidencial, uma reunião privada em São Paulo, sem agenda pública, sem fotos oficiais, mas confirmada por dois assessores políticos do candidato pra imprensa brasileira meses depois. Nessa reunião, segundo as fontes, o seu Neymar Sior ofereceu o apoio público do filho à candidatura de Bolsonaro.

Em troca, Bolsonaro prometeu rever o caso da Autoridade Tributária contra o jogador. Outubro de 2018, segunda volta das eleições. Neymar Júnior publica nas redes sociais uma foto dele com uma camisola da seleção brasileira com o número 17, o número do partido político de Bolsonaro. A foto, sem menção direta ao candidato, foi interpretada pelo Brasil inteiro como um apoio público a Bolsonaro.

O próprio Bolsonaro republicou a imagem. No no dia 28 de outubro de 2018, Bolsonaro venceu a segunda volta com 55% dos votos. Poucos dias depois, durante o período de transição presidencial, o seu Neymar sior visitou a casa de Bolsonaro no Rio de Janeiro, uma reunião privada, sem fotos, sem agenda pública, mas confirmada por vizinhos do bairro que viram o pai do jogador entrar e sair.

E em 2019, já com Bolsonaro instalado no Palácio do Planalto em Brasília, aconteceu uma coisa que surpreendeu os auditores tributários que tinham trabalhado anos no caso do jogador. A procuradoria geral da Fazenda Nacional, órgão federal, responsável por defender os interesses do Estado em processos tributários, retirou o recurso contra Neymar Júnior.

O órgão que tinha construído durante 5 anos o processo contra a família decidiu desistir de cobrar a dívida. Verbatim do comunicado oficial. A procuradoria-geral da Fazenda Nacional desiste de manter o recurso no processo que cobra R 188 milhões deais do atleta. Desiste. Foi essa a palavra. Após 5 anos de investigação, depois de uma sentença favorável do Tribunal Federal de Santos, depois de milhões de reais gastos pelo Estado brasileiro em advogados, auditores e peritos, a A própria procuradoria retirou o recurso e o caso, na prática, ficou congelado. A

dívida de R8 milhões deais transformou-se por decisão administrativa em apenas 8 milhões de uma redução de 95% 95% a maior redução fiscal aplicada a um cidadão brasileiro físico na história da Receita Federal. E ninguém no governo, nem na oposição, nem na própria procuradoria, ofereceu uma explicação pública convincente para aquele desistimento.

A frase oficial, utilizada pelos advogados do jogador, repetida em cada entrevista, era uma só. Houve um acordo administrativo, tudo está em ordem, mas o ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva, naquele momento a liderar as sondagens paraa eleição presidencial de 2022, não aceitou a versão oficial. E numa entrevista ao podcast brasileiro Flow Podcast, no dia 22 de agosto de 2022, palavra por palavra, Lula disse o seguinte: “Obviamente que o Bolsonaro fez um acordo com o pai.

Ele até está com um problema em Espanha, mas isso não é problema do presidente, é da Receita Federal. Bolsonaro fez um acordo com o pai dele.” Esta frase pronunciada pelo ex-Presidente Lula em agosto de 2022 circulou durante uma semana inteira nos noticiários brasileiros. Mas depois apagou. Apagou porque ninguém no O jornalismo desportivo brasileiro quis ligar a frase com um documento concreto, um documento que Bolsonaro tinha assinado 3 anos antes em Brasília.

Bolsonaro fez um acordo com o pai. Foi esta a frase do ex-presidente do Brasil sobre o presidente do momento, sobre a transação que tinha salvo o ídolo de pagar 180 milhões. E o Brasil inteiro nesse agosto de 2022 leu a declaração e compreendeu. Mas a frase de Lula não foi apenas uma opinião política. A frase de Lula apontava para alguma coisa concreta, para um documento, para uma assinatura, para um decreto presidencial que Bolsonaro tinha publicado no Diário Oficial da União meses antes do desistimento da procuradoria. O decreto

chamava-se número 9690, assinado por Jair Bolsonaro no dia 16 de janeiro de 2019, só 16 dias depois da tomada de posse presidencial. O decreto não mencionava Neymar Júnior pelo seu nome, não mencionava o futebol, não mencionava o Santos Futebol Clube. O decreto tratava de uma coisa aparentemente técnica, a classificação de documentos do governo federal quanto ao sigilo.

Mas dentro daquele decreto técnico, no artigo 2º, parágrafo 4to, havia uma modificação chave. Bolsonaro autorizava determinados órgãos do poder executivo federal a classificar os documentos com sigilo até 100 anos. 100 anos antes do decreto, o sigilo máximo que um órgão do governo podia aplicar a um documento administrativo era de 25 anos, prorrogável uma única vez.

Depois do decreto, o sigilo podia atingir um século inteiro, 100 anos. Esse número dentro da lei brasileira tinha sido anteriormente reservado para documentos relacionados com a segurança nacional, espionagem militar, defesa estratégica do país. Mas nunca até 2019 tinha sido aplicado a um acordo administrativo entre o governo federal e uma empresa familiar privada do futebol.

100 anos de sigilo aplicados a documentos governamentais federal do Brasil. Nenhum brasileiro poderia ler aqueles documentos até ao ano18. três gerações de distância. Seus filhos não podiam ler, os seus netos não podiam ler, os seus bisnetos, recém, no final da sua vida, teriam o direito de abrir aqueles ficheiros e perceber, enfim, o que tinha acontecido dentro do governo Bolsonaro entre 2019 e 2022.

E meses depois do decreto, em setembro de 2019, a procuradoria-geral da Fazenda Nacional desistiu oficialmente do recurso contra Neymar Júnior. A ligação entre as duas coisas, o decreto do sigilo de 100 anos e o desistimento do processo do jogador nunca foi provada legalmente. Mas a coincidência temporal, o cenário político, o silêncio oficial do governo e a frase posterior de Lula apontavam numa única direção.

100 anos, três gerações de brasileiros vão viver e morrer sem saber o que o pai Neymar Sior assinou naquele escritório de Brasília entre 2018 e 2019, 100 anos. Mas tem mais, porque o acordo que o pai assinou em Brasília não foi o último escândalo financeiro da família e o verdadeiro preço do trato, o preço que o corpo do filho pagou durante os seis anos seguintes, ainda estava para vir.

Aqui é onde a história se torna mais sombria, porque a promessa do início deste vídeo, a promessa sobre a verdadeira razão por trás de todas as lesões do jogador, não é a que o Brasil inteiro imagina. Não é o karma, nem o destino, nem tão pouco a fragilidade natural de um corpo desportivo profissional. A razão é física, a razão é médica.

A razão está documentada em relatórios internos do Alrilalu, em colunas do jornalista Léo Dias do Metrópolis, em declarações vazadas dos doutores do Santos Futebol Clube e em fotos públicas de redes sociais que qualquer brasileiro pode rever ainda hoje. A razão chama-se Mangaratiba, a mansão privada do jogador no litoral do estado do Rio de Janeiro.

5 haares de terreno, piscina olímpica, el porto privado, discoteca interna construída no porão principal com som envolvente e bar aberto 24 horas e um cais privado onde dois iates de 50 m cada um permanecem atracados durante todo o ano, prontos a zarpar a qualquer momento. Desde novembro de 2023, mês em que se lesionou o ligamento cruzado do joelho esquerdo contra o Uruguai em Buenos Aires até 2026, em em plenas vésperas do Mundial, Neymar Júnior passou pelo menos 64 fins de semana documentados publicamente nessa

mansão de Mangaratiba. 64.º A conta foi feita pelo jornalista Léo Dias numa coluna do Metrópolis do 4 de Novembro de 2025. 64 festas privadas em 24 meses. Uma festa a cada 12 dias, com convidados que chegavam de helicóptero ao eliporto privado da propriedade, com DJs internacionais contratados por valores de 50 a 80.

000€ à noite, com álcool importado da Escócia, da França e do México, com cozinheiros particulares que preparavam refeições durante toda a madrugada e com um grupo fechado de cerca de 60 convidados. por festa, a parrudada de sempre, mais mulheres, mais amigos secundários, mais convidados de marcas patrocinadoras. Os médicos do Alilalu, os do Santos, os da própria seleção brasileira, todos tinham dado instruções médicas claras ao jogador durante esses 24 meses.

Repouso, zero álcool, zero viragem de noite, sono regular de 8 horas, dieta controlada em proteínas e hidratos de carbono e, sobretudo zero esforço físico não monitorizado. Mas o joelho operado a Neymar Júnior, segundo os informes médicos vazados pra imprensa espanhola, em março de 2025, apresentava inflamações crónicas que nenhum tratamento conservador conseguia reverter.

A razão clínica, segundo os doutores do Alrilal, era simples. O jogador não respeitava o protocolo de recuperação. Dançava durante seis e 7 horas em cada festa. Bebia álcool que inflamava os tecidos em cicatrização. Passava madrugadas inteiras sem dormir e regressava ao campo de treino dois dias depois, com o joelho pior do que antes. Ver batim do jornalista Léo Dias.

Coluna do Metrópolis do 4 de Novembro de 2025. As lesões recorrentes de Neymar não são causadas pelo futebol. O próprio corpo médico do Alrilal e posteriormente dos Santos identificaram em relatórios internos que o comportamento pessoal do atleta fora dos treinos era o fator principal de inflamação crónica.

O jogador, depois de cada festa de fim de semana, regressava aos treinos da segunda com um quadro físico pior do que o da sexta anterior. Quadro físico pior cada segunda. Foi essa a frase clínica. quadro físico pior. E o pai Neymar Sior, durante todos aqueles meses, manteve a versão pública de que o filho seguia o tratamento corretamente.

Seu Neymar sior assinou comunicados oficiais. Seu Neymar sénior deu entrevistas. Seu Neymar sénior garantiu ao Brasil que o ídolo estava em perfeitas condições para regressar ao futebol profissional. Mas as fotos de Mangaratiba, de 12 em 12 dias contradiziam cada palavra do pai. O jogador, por outras palavras, escolheu Mangaratiba sobre o Mundial, escolheu as festas sobre a recuperação, escolheu o álcool sobre o corpo.

E o custo dessa escolha hoje está à vista do Brasil inteiro. 11 partidas em 12 meses com o Santos. Uma convocatória tardia e duvidosa para a última Copa do Mundo da carreira dele. E um corpo de 34 anos que já não responde como o do miúdo de 17 que se estreou no Vila Belmiro em 2009. Entretanto, no joelho operado do ídolo, que se inflamava cada segunda, enquanto os doutores dos santos assinavam informes médicos cada vez mais preocupantes em algum quarto da mansão de Mangaratiba, um grupo de homens continuava a organizar a próxima festa de

fim de semana. A parrudada nunca parou e o ídolo, segundo as fontes vazadas pra imprensa espanhola, também não quis pará-la. Entretanto, em Mogi das Cruzes, a cidade onde o pai tinha decidido em 1999 largar o emprego de mecânico para se dedicar ao filho, os antigos colegas da oficina continuavam a trabalhar os mesmos carros dos 90, recebendo os mesmos salários mínimos e olhando pela televisão para o miúdo que 30 anos antes tinham visto crescer nos becos do bairro.

Nenhum deles imaginava o que acontecia em Mangaratiba durante os fins de semana. E enquanto o corpo do ídolo se desmoronava em silêncio, outra coisa se desmoronava ao mesmo ritmo, a família. a que o pai Neymar sior tinha tentado construir durante 30 anos. a que A senhora Nadine tinha imaginado em 1992, quando levava o recém-nascido para casa da clínica de Mogi das Cruzes.

Aqui o miúdo do Vila Belmiro tinha prometido para Carol Dantas em 2011, quando assinou a primeira paternidade, a que tinha prometido à Bruna Biancard em 2021, quando a apresentou oficialmente a família. Cinco filhos, três mulheres. Davi Luca, hoje com 14 anos, a viver entre Barcelona e São Paulo com a mãe Carol Dantas.

Mavi Ancard, hoje com 3 anos, vivendo na mansão de Mangaratiba com a Bruna. Helena Kimberly, hoje com 2 anos, vivendo no apartamento de São Paulo com Amanda Kimberly, sem foto familiar, com o pai durante a última Campeonato do Mundo. Mel Biancard, hoje com um ano, vivendo com a irmã Mavi e a quinta criança a caminho, anunciado por Bruna num vídeo do YouTube de 5 de maio de 2026, nascida também do casal Biancard.

Cinco filhos, cinco datas de nascimento, cinco casas diferentes, cinco apelidos completos e um pai que, segundo declarações vazadas por amigos próximos ao jornalista do extra de 20 de agosto de 2025, já não aguentava mais mediar os conflitos. Verbatim da coluna. Amigos referem que o atleta não aguenta mais mediar os conflitos.

As situações de as rusgas tornaram-se frequentes e afetaram o clima familiar. O clima familiar, foi essa a palavra. Mas o clima familiar da A família Silva Santos não tinha sido afetado por casualidade, nem por destino. Tinha sido afectado por uma sequência de decisões tomadas pelo próprio jogador durante 15 anos. Decisões documentadas, decisões públicas, decisões que qualquer brasileiro com ligação ao Instagram podia rever ainda hoje.

E enquanto o O Brasil inteiro discutia as brigas entre Bruna e Amanda, enquanto os jornalistas desportivos analisavam as lesões do ídolo, enquanto os adeptos do Santos esperavam vê-lo a correr de novo com a camisola do clube que o tinha formado em algures em Mogi das Cruzes, numa pequena casa pintada de amarelo, viviam os dois avós paternos do jogador, os pais do senhor Neymar Sior, os que tinham comprado a primeira bola para o filho quando tinha 5 anos, os que tinham visto o neto nascer em 1992.

Os que tinham acompanhado cada partida desde aquela estreia do Vila Belmiro em 2009, os avós paternos, a casa amarela, o lugar onde tinha aprendido a caminhar. Esta casa em 2026 recebia visitas familiares apenas duas ou três vezes por ano, mas a mansão de Mangaratiba, nesse mesmo ano, recebeu 64 festas privadas com 60 convidados cada uma.

A aritmética do coração do jogador estava à vista de qualquer brasileiro que quisesse olhar. Mas os avós paternos, já com mais de 75 anos de idade, em 2026, quase não apareciam nas redes sociais do neto. Ele não publicava fotos com eles, nem os visitava, nem os levava para as galas oficiais da família.

E o Brasil inteiro, em silêncio, fazia conta. O miúdo do A Vila Belmiro, que tinha saído de Mogi das Cruzes com uma bola aos 7 anos, já não regressava ao bairro da infância. Tinha mansões em Mangaratiba, tinha apartamentos em Paris, tinha propriedades na Florida, tinha iates atracados em piados, mas a casa pintada de amarelo dos avós, o local onde tinha aprendia a caminhar, recebia visitas familiares apenas duas ou três vezes por ano.

A irmã Rafaela, com 30 anos de idade, em 2026, vivia perto de Mangaratiba, numa casa que o irmão tinha comprado para ela. Dona Nadine, com 59 anos, mantinha a rotina de visitar os netos a cada aniversário e de aparecer em eventos públicos do jogador. Mas os avós paternos ficavam de fora, os irmãos afastados do pai ficavam de fora, os amigos de infância de Mogi das Cruzes ficavam de fora.

A família oficial do ídolo em 2026 tinha-se reduzido à parrudada. aos 22 homens que viviam do salário de Neymar desporto e marketing, aos amigos que assinavam acordos de confidencialidade, aos sócios comerciais que negociavam contratos publicitários e ao pai Neymar Senior, controlando cada cêntimo, cada apelido, cada palavra pública do jogador, cada documento legal da empresa familiar.

Verbatim do biógrafo brasileiro Joaquim Ferreira, autor do livro A família Silva Santos, publicado em 2022, palavra por palavra, o pai construiu uma fortaleza em redor do filho, mas a fortaleza, com o passar dos anos, deixou de proteger o ídolo, começou a isolá-lo. Os amigos verdadeiros da infância já não entram, os avós já não entram, as mães das filhas já não entram completamente, só entra a parrudada.

E a parrudada vive dele. A parrudada vive dele. Foi essa a frase do biógrafo: A parrudada vive dele. 22 homens em redor de um ídolo que aos 34 anos de idade já não consegue completar 90 minutos de uma partida oficial sem sentir dor no joelho esquerdo. E a parrudada segue ali e as festas seguem ali e os iates seguem atracados. 34 anos.

A idade em que o pai do jogador, o senhor Neymar Sior, ainda trabalhava como mecânico de automóveis em Mogi das Cruzes, recebendo salários mínimos, 34 anos. A idade em que o pai do jogador, segundo declarações pra revista Veja do ano 2005, ainda não tinha podido comprar a primeira casa própria, 34 anos. A idade em que o filho hoje vive numa mansão penhorada do litoral com iates no cais, enquanto deve R 200 milhões de reais ao governo brasileiro, enquanto cinco crianças crescem em cinco casas diferentes e enquanto o corpo já não responde às

exigências do futebol profissional, 34 anos entre o miúdo descalço de Praia Grande, a driblar defesas numa quadra de terra, e o homem de 34, que em 2026 não aguenta 90 minutos de uma partida. dos santos, sem sentir dores no joelho esquerdo. 34 anos entre o primeiro filho Davi Luca, nascido em 2011, quando o pai tinha 19 anos, e o quinto filho de Bruna Biancard, anunciado em maio de 2026, separados por 15 anos de diferença, cinco filhos, três mulheres e um círculo familiar que não consegue reunir-se numa única foto sem tensão. 34 anos entre a

primeira transferência do Santos para o Barcelona em 2013, declarou oficialmente em 17.100.000 1000€ e a sentença do Tribunal Federal de Santos de 2016, que descobriu a ocultação de 66 milhões de euros escondidos em empresas fantasma, em contratos paralelos, em cláusulas secretas que o pai Neymar Sior assinou sem que o Brasil inteiro soubesse.

34 anos entre o miúdo que recebia $ mensais da dona Nadine para se alimentar, viver e manter o karting na Inglaterra, e o ídolo de Mangaratiba, que gasta 50.000€ 1000€ por noite numa única festa privada do fim de semana, enquanto o joelho operado se inflama e o corpo médico vaza para a imprensa espanhola que o atleta não respeita o protocolo.

34 anos entre a primeira namorada confirmada do adolescente de 15 anos em Santos e as 40 mulheres confirmadas por Léo Dias no Metrópoles em agosto de 2022, as duas mulheres grávidas ao mesmo tempo em 2023 e as quezílias públicas entre Bruna e Amanda Kimberly em agosto de 2025, que todo o Brasil leu em redes sociais sem se atrever a tirar conclusões em voz alta.

34 anos entre um miúdo que jogava peladas nas quadras de terra do Capão Redondo, descalço, sem uniforme oficial, e o ídolo que em 2026 recebe propostas para entrar em realities brasileiros depois do Mundial do Mundo. Enquanto Bruna Biancard recusa entrevistas à TV Globo, enquanto Amanda Kimberly publica histórias de Instagram a defender-se, enquanto Carol Dantas posa com Bruna em almoços familiares, como se toda a família funcionasse normalmente.

34 anos entre o sonho e o pesadelo, entre a promessa e a traição, entre a bola de meias do Jardim Paulista de Praia Grande e os iates atracados do cais de Mangaratiba. E ainda hoje nenhum brasileiro pode ler o decreto assinado por Jair Bolsonaro em 2019, 100 anos de sigilo, até ao ano18, 100 anos, três gerações.

E enquanto isso, o ídolo brasileiro continua a jogar pelo Santos em 2026, continua a acumular lesões recorrentes, continua a posar para fotos com Mavi e Mel nas redes sociais, continua a evitar publicar fotos com Helena, continua a dormir numa mansão de Mangaratiba com iates atracados no cais. E os 200 milhões de reais que o país perdeu nesse acordo, Bolsonaro nunca vão voltar, nunca vão financiar a saúde pública do Brasil, nunca vão construir escolas do Capão Redondo, onde o pai Neymar Sior nasceu, nunca vão pagar tratamentos médicos para as famílias

brasileiras, que sim pagam os impostos todos os mês. A história de Neymar Júnior, no fundo, vai para além do futebol. é a história de um pai, a história do mecânico de Mogi das Cruzes, que em 1999 deixou o trabalho para se dedicar a carreira do filho. É a história daquela decisão.

É a história das consequências daquela decisão. 30 anos depois, o seu Neymar sior construiu uma fortaleza ao redor do filho. Isolou os avós, isolou os verdadeiros amigos de infância, isolou os críticos, controlou cada contrato, assinou cada documento, negociou cada acordo, visitou Bolsonaro no Rio de Janeiro, cobrou comissões por cada transferência e rodeou o ídolo de 22 homens que viviam diretamente dele.

Mas no fim a fortaleza deixou de proteger, começou a sufocar, porque dentro da fortaleza, o miúdo que tinha estreado no Vila Belmiro aos 17 anos nunca teve a oportunidade de aprender a viver como um adulto normal. Nunca teve que pagar uma renda com o próprio salário. Nunca teve de negociar um contrato sem a assinatura do pai.

Nunca teve de decidir se valia mais a pena assinar com o Barcelona ou com o Real Madrid sem o pai na mesa das negociações. Nunca teve de tomar uma decisão paterna verdadeira com as cinco crianças que gerou em 15 anos. E hoje, aos 34 anos de idade, com o joelho operado a inflamar a cada 12 dias, com cinco filhos em cinco casas diferentes, com uma mansão penhorado em Mangaratiba e com R milhões de reais perdoados por um presidente que assinou um sigilo de 100 anos, o ídolo do O Brasil olha para a frente e ainda não

consegue ver o fim do túnel. I se que está a ver este vídeo da sua sala depois de um dia de trabalho com a televisão ligado ou o telemóvel na mão, pensa por um momento em alguém da sua própria família. Um pai, uma mãe, um filho, um irmão, alguém que um dia prometeu alguma coisa e esqueceu-se.

Alguém que um dia construiu uma fortaleza para proteger outro e acabou por o sufocar. Alguém que um dia assinou documentos acreditando que cuidava do filho e acabou por custar a liberdade dele. Se esta história te fez pensar em alguém da sua família, manda mensagem hoje, não amanhã, hoje. E se subscreve o canal se quiseres que a gente continue a contar as histórias que ninguém se atreve a contar.

Disclaimer : This content may be created by AI for entertainment purposes. Any resemblance to real persons, events, or places is coincidental.