“DENUNCIE ESSE VAGABUNDO!”: MALAFAIA DETONA PESQUISA SOBRE VIOLÊNCIA NAS IGREJAS E DEFENDE ORAÇÃO POR FLÁVIO BOLSONARO NO PÚLPITO

O Pastor Silas Malafaia, líder da ADVEC, voltou a ser o centro das atenções após uma série de declarações contundentes que sacudiram o meio evangélico e político nesta semana. Conhecido por seu estilo sem papas na língua, Malafaia não poupou críticas à esquerda brasileira, a pesquisas estatísticas e aos ataques que vem sofrendo por convidar autoridades políticas ao altar. O pastor foi enfático ao defender a integridade da igreja e ao denunciar o que ele classifica como um “jogo sujo” para manchar a reputação dos pastores em ano eleitoral.
O Embate contra a “Pesquisa Vagabunda”
O ponto de maior indignação de Malafaia foi a divulgação de dados que afirmam que 43% das mulheres evangélicas sofrem violência em casa. O pastor classificou o levantamento como uma “mentira deslavada” e um ataque direto à família cristã. Para ele, o objetivo de tais dados é isolar a igreja e pintar os pastores como cúmplices de agressores, quando, na verdade, o Evangelho é o que transforma homens “espancadores e beberrões” em cidadãos sérios e zelosos.
“Que sondagem vagabunda é essa? Eu desafio a comprovarem isso!”, disparou o pastor. Malafaia aproveitou para reforçar o conselho que dá repetidamente em seu púlpito: “Minha irmã, se o seu marido te bate, denuncie esse vagabundo, esse covarde, esse safado. A igreja não encobre pecado, a igreja denuncia!”. Ele citou exemplos reais de sua própria igreja, onde diáconos e líderes acusados de crimes foram denunciados por ele mesmo e terminaram na cadeia.
O Uso Político da Pregação de Helena Raquel
Outro tema quente abordado por Malafaia foi a recente repercussão de uma mensagem da pastora Helena Raquel, que chegou a ser elogiada por figuras da esquerda, incluindo a primeira-dama Janja. Embora tenha afirmado que concorda com a mensagem de combate ao pecado pregada pela pastora, Malafaia alertou para o “perigo do elogio”. Segundo ele, a esquerda não está interessada na Bíblia, mas sim em usar trechos de pregações para “denegrir os pastores que não se dobram aos seus princípios”.
Para o líder da ADVEC, há uma tentativa deliberada de criar divisões dentro do corpo pastoral, usando mensagens de denúncia do pecado como se fossem uma confissão de que a igreja está em colapso moral. “Quando você vê a esquerda elogiar a mensagem de alguém, saiba que tem algum objetivo final escuso por trás”, alertou.
[Assista ao vídeo onde Malafaia explica a manobra política por trás dos elogios da esquerda à pregação evangélica clicando aqui]
Oração por Flávio Bolsonaro: “Não é Crime Eleitoral”
No último domingo, Malafaia recebeu em seu púlpito autoridades como o senador Flávio Bolsonaro e o ex-governador Cláudio Castro. O fato gerou críticas de que ele estaria realizando campanha antecipada. A resposta do pastor foi curta e grossa: “O lugar do culto é inviolável. Eu rezo por quem eu quero!”.
Malafaia explicou que apenas convidou as autoridades para que a igreja fizesse uma intercessão por elas, conforme instrui a Bíblia em 1 Timóteo 2, e que em nenhum momento entregou o microfone para discursos ou pediu votos. “Eu citei os títulos deles e oramos. Isso não é crime, é dever bíblico. O Paulo nos manda rezar pelas autoridades para que tenhamos vida tranquila. Onde está o pecado nisso?”, questionou.
40 Anos de História e a Luta contra Caluniadores
Visivelmente incomodado com críticas que partem tanto de fora quanto de dentro do segmento evangélico, Malafaia lembrou sua trajetória de quatro décadas na defesa dos princípios cristãos. Ele ironizou os críticos “novatos” das redes sociais, afirmando que muitos nem eram nascidos quando ele já enfrentava processos judiciais para defender a Igreja Católica de vilipêndios ou para combater a homofobia institucionalizada.
“Tenho convicção do que Deus me chamou. Esses caluniadores, linguarudos, que tiram vídeos de dez anos atrás do contexto para me atacar, vão dar conta a Deus”, profetizou. O pastor reafirmou que continuará firme em suas posições políticas e espirituais, sem medo da opinião pública ou da imprensa, e que a igreja brasileira não será intimidada por narrativas de “pseudo-espiritualidade”.
Malafaia encerrou reafirmando que a igreja continuará sendo o lugar de cura, libertação e transformação, e que não aceitará ser o alvo de manobras eleitoreiras de grupos que desprezam os valores cristãos.
Fique atento aos desdobramentos dessa guerra de narrativas aqui no canal. A verdade precisa ser dita, doa a quem doer.
Confira no link abaixo o vídeo completo com a oração pelas autoridades e a resposta ácida do pastor aos que tentam silenciar o púlpito evangélico. O desabafo é necessário para quem não tem medo de enfrentar o sistema.