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“FOI O MEU FUNCIONÁRIO!”: A FARSA NOJENTA DO MOTORISTA QUE BEBEU WHISKY, MATOU ESTUDANTE E TENTOU CULPAR TRABALHADOR EM SÃO PAULO

“FOI O MEU FUNCIONÁRIO!”: A FARSA NOJENTA DO MOTORISTA QUE BEBEU WHISKY, MATOU ESTUDANTE E TENTOU CULPAR TRABALHADOR EM SÃO PAULO

O Brasil assiste, em estado de choque, a um dos relatos mais viscerais de irresponsabilidade e falta de caráter no trânsito paulista. O caso de Mateus Henrique Poly Garcia, de 27 anos, ultrapassa a barreira do acidente de trânsito e entra na esfera da perversidade. Não bastasse dirigir um caminhão pesado sob efeito de álcool e tirar a vida de uma jovem cheia de sonhos, o condutor tentou usar o próprio funcionário como bode expiatório para escapar da justiça.

A narrativa dos fatos, reconstruída através de vídeos gravados dentro da cabine e depoimentos colhidos pela polícia em Jacupiranga, no interior de São Paulo, revela um perfil narcisista e perigoso. Joyce Akemi, de apenas 19 anos, teve sua vida ceifada enquanto esperava o transporte para ir à faculdade — um momento de rotina que virou tragédia por causa de um “canalha”, como descreveram os moradores da região.

O Vídeo da Escrotidão: Whisky e Pé no Painel

As imagens que circulam nas redes sociais e que servem de prova técnica para a Polícia Civil são de embrulhar o estômago. Nelas, Mateus Garcia aparece em total estado de deboche com a vida alheia. Enquanto o caminhão corta a rodovia em alta velocidade, ele segura uma garrafa de whisky, virando o líquido na boca repetidas vezes.

O detalhe que mais impressiona na cena é o descaso técnico: Mateus mantém o pé esquerdo sobre o painel do veículo, uma postura que anula qualquer chance de reação rápida em caso de emergência. O ajudante, que estava no banco do carona, registrou tudo. Mal sabia ele que aquelas imagens seriam o seu passaporte para a liberdade e a prova definitiva do crime do patrão.

O Atropelamento e a Sentença de Joyce

Joyce Akemi não teve chance. Ela estava no ponto de ônibus em Jacupiranga, acompanhada de Wellington, um trabalhador que voltava para casa. O caminhão, desgovernado pela embriaguez e pela alta velocidade, invadiu o acostamento e atingiu as vítimas com um impacto devastador. Joyce morreu no local, deixando uma lacuna incurável em uma família que investia tudo nos sonhos da jovem universitária.

Wellington sobreviveu, mas foi internado em estado grave. Enquanto os corpos jaziam no chão, a mente de Mateus Garcia já trabalhava em uma saída covarde. Ele sabia que o álcool em seu sangue o levaria direto para a cadeia. Foi então que a “farsa do ajudante” começou a ser montada.

[Assista aqui ao vídeo de Mateus bebendo whisky enquanto dirige o caminhão momentos antes do atropelamento]

A Farsa Desmascarada: O Plano Covarde Contra o Funcionário

Assim que a polícia chegou, Mateus Garcia demonstrou uma frieza assustadora. Ele admitiu que tinha bebido, mas alegou que “justamente por estar embriagado, contratou um motorista para dirigir”. Segundo a mentira contada aos policiais, esse suposto motorista teria causado o acidente e fugido para o meio do matagal com medo de ser linchado.

Mateus chegou a ser liberado inicialmente, enquanto a polícia iniciava uma caçada humana pelo “motorista fugitivo”. O que ele não esperava é que o seu ajudante, que ele mesmo mandou se esconder no mato para sustentar a mentira, teria a consciência mais limpa que a dele. Ao ser localizado pelos policiais, o trabalhador desesperado revelou a verdade: “Eu sou apenas o ajudante. Ele me mandou fugir para colocar a culpa em mim”.

Para provar que não estava mentindo, o funcionário entregou o próprio celular à polícia. Ali, os vídeos gravados minutos antes do crime mostravam Mateus na direção, bebendo e zombando da segurança viária. A mentira caiu por terra instantaneamente.

Conclusão: Homicídio com Dolo Eventual e a Resposta da Justiça

Mateus Henrique Poly Garcia foi preso em uma cidade vizinha pouco tempo depois. A justiça converteu sua prisão em preventiva, atendendo ao clamor público e à gravidade dos fatos. Ele agora responde por homicídio com dolo eventual — quando se assume o risco de matar — e lesão corporal grave, além da tentativa de fraude processual ao culpar o funcionário.

A morte de Joyce Akemi não pode ser tratada como um “acidente”. Foi o resultado direto de uma escolha consciente de um indivíduo que acreditava estar acima da lei. “A justiça não vai trazê-la de volta, mas vai trazer a consciência de que esse canalha está no sítio onde deve estar: na cadeia”, afirmou um dos jornalistas que acompanham o caso.

O interior de São Paulo agora monitora de perto os passos deste processo. A sociedade exige que Mateus “apodreça na cadeia”, para que o exemplo sirva de aviso a outros que misturam álcool, direção e arrogância. A farsa acabou, mas a dor da família de Joyce apenas começou.

Acompanhe os desdobramentos da investigação e o estado de saúde do sobrevivente Wellington aqui em nossa cobertura especial.

Confira no link fixado no primeiro comentário o vídeo completo com o depoimento do ajudante que desmascarou o patrão e as imagens da prisão de Mateus. A verdade prevaleceu!