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“EM 30 DIAS EU SAIO E VOU TE PEGAR!”: DEPUTADA ESCANCARA VÍDEO DE MELQUI GALVÃO AMEAÇANDO VÍTIMAS DE DENTRO DA CADEIA E EXIGE FIM DE “MORDOMIAS” PARA POLICIAIS ABUSADORES

“EM 30 DIAS EU SAIO E VOU TE PEGAR!”: DEPUTADA ESCANCARA VÍDEO DE MELQUI GALVÃO AMEAÇANDO VÍTIMAS DE DENTRO DA CADEIA E EXIGE FIM DE “MORDOMIAS” PARA POLICIAIS ABUSADORES


O estado do Amazonas e o mundo das artes marciais foram sacudidos por uma denúncia que ultrapassa os limites da indignação. O caso Melqui Galvão, ex-treinador de jiu-jitsu e policial civil, acusado de abusar de diversas adolescentes e crianças, ganhou um novo e sombrio capítulo. Em plena Assembleia Legislativa, a deputada Alessandra Campelo apresentou provas irrefutáveis de que o sistema prisional destinado a policiais em Manaus transformou-se em um escritório de crimes e coação.

A frase que gela o sangue de quem busca justiça e que foi dita pelo próprio Melqui em uma chamada de vídeo de dentro da cela é um tapa na cara da sociedade: “Vem cá, me ajuda… em 30 dias eu estou solto e ninguém vai falar mais nisso; se você me honrar alterando o depoimento, eu dou a minha vida por você!”. Esta promessa de impunidade, feita enquanto o agressor segurava um smartphone ilegal, revela uma rede de proteção institucional que permite que o “monstro do tatame” continue aterrorizando suas vítimas mesmo estando atrás das grades.


A Conivência Familiar e Policial: O Escândalo do Smartphone na Cela

A deputada não apenas denunciou a existência das ameaças, mas revelou como elas foram possíveis. Segundo a parlamentar, a carceragem da delegacia geral, onde Melqui estava custodiado, foi aberta fora do horário de visitas e sem qualquer registro oficial. O responsável pela facilitação? O próprio irmão de Melqui, Enoch Galvão, que também é policial civil e pertencia ao CORE, grupo de elite da polícia.

“É um absurdo! Há vagabundos que protegem vagabundos dentro da instituição!”, disparou a deputada Alessandra. A denúncia aponta que Enoch usou de seu livre acesso para entregar o aparelho e permitir que o irmão fizesse videochamadas para coagir vítimas a mentirem na Justiça. O Estado brasileiro tem o dever de proteger essas meninas, mas o que se viu foi a própria estrutura da polícia sendo usada para revitimizá-las e garantir que o silêncio prevalecesse através do medo.


“Manaus Não é Terra Sem Lei”: A Resposta ao Discurso de Ódio

A revolta aumentou quando a deputada expôs áudios de defensores de Melqui Galvão que tentam normalizar o abuso de menores na região amazônica. Em um dos trechos mais revoltantes, um homem afirma que em Manaus é “normal” meninas de 12 ou 13 anos engravidarem e terem relações com adultos, sugerindo que o crime de estupro de vulnerável seria apenas uma “questão cultural”.

A resposta da deputada foi imediata e vigorosa: “Quero dizer para esse defensor de violador que aqui em Manaus também não é normal! Doze anos é uma criança e a lei é clara em todo o Brasil. Vamos extirpar esses abusadores e quem incentiva esse crime será denunciado ao Ministério Público!”. A tentativa de transformar Manaus em um refúgio para pedófilos sob a desculpa de “cultura local” foi rechaçada, reafirmando que a lei contra o abuso infantil não possui fronteiras regionais.

[ASSISTA AO VÍDEO CHOCANTE: VEJA O MOMENTO EM QUE MELQUI GALVÃO FAZ A CHAMADA DE VÍDEO DE DENTRO DA PRISÃO E AMEAÇA AS VÍTIMAS NO LINK ABAIXO]


O Fim da Carceragem VIP e a Transferência para São Paulo

Diante da gravidade das provas, o Delegado Geral do Amazonas agiu para conter a crise. Enoch Galvão foi afastado de suas funções e o estabelecimento prisional dos policiais militares já foi desativado, com o pedido de que o mesmo ocorra com a carceragem da Polícia Civil. Melqui Galvão, por sua vez, foi transferido para um presídio em São Paulo, onde se espera que o rigor da lei seja finalmente aplicado sem as interferências de seus colegas de farda.

A deputada Alessandra, que também é policial concursada, fez questão de separar os bons profissionais da “escória” que mancha a farda. “Quem usa a arma e a farda fornecida pelo Estado para estuprar e ameaçar não é policial, é bandido. E lugar de bandido é no sistema prisional comum, sem privilégios para usar telefone e coagir quem já sofreu tanto”. A luta agora é para que a prisão temporária de 30 dias se transforme em uma condenação exemplar que retire Melqui Galvão definitivamente do convívio social.


Conclusão: A Corrente de Mulheres contra a Impunidade

A rede de apoio às vítimas cresceu e atravessou fronteiras. Hoje, as meninas contam com auxílio jurídico e psicológico não apenas no Amazonas, mas também em São Paulo e nos Estados Unidos, onde advogadas e procuradoras se uniram em uma corrente inquebrável. “Quando as mulheres dão as mãos, ninguém passa por cima da gente”, afirmou a deputada, encorajando outras vítimas que ainda têm medo a procurarem os canais de denúncia.

O caso Melqui Galvão tornou-se o símbolo de que o tempo da impunidade para abusadores influentes acabou. A “certeza” de que ele sairia em 30 dias e que tudo seria esquecido caiu por terra com a coragem das vítimas em expor as chamadas de vídeo. O esporte, que ele um dia representou, agora respira mais aliviado por tirar de suas fileiras alguém que usava o tatame como terreno de caça. A justiça será feita, e o recado foi dado: o Amazonas não aceita monstros, não importa o cargo que ocupem.