“QUEREM DERRUBAR O FLÁVIO, MAS O TIRO SAIU PELA CULATRA!”: A VERDADE SOBRE O FILME DE BOLSONARO E O FINANCIAMENTO QUE TAMBÉM BANCOU LULA E TEMER

O cenário político brasileiro foi sacudido nas últimas horas por uma “bomba” que, após uma análise cuidadosa dos fatos, parece ter se transformado em um traque molhado para a oposição. A tentativa de emparedar o senador Flávio Bolsonaro por um suposto financiamento irregular para o filme que conta a trajetória de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, revelou conexões que a esquerda preferia manter escondidas debaixo do tapete. O que era para ser um ataque direto à família Bolsonaro acabou expondo que o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, tem tentáculos que alcançam figuras como Lula e Michel Temer.
A frase que resume o desespero da narrativa esquerdista e a defesa contundente de Flávio Bolsonaro é: “O filme é privado, o dinheiro é privado e zero real saiu dos cofres públicos; o escândalo é ver a Lei Rouanet despejar 34 bilhões para artistas amigos enquanto tentam criminalizar um filho que busca investidores para a história do próprio pai!”. Segundo o senador, a tentativa de criar um “caso Moro” contra ele ignora um detalhe fundamental: na época do contato com o Banco Master, não havia qualquer acusação contra Vorcaro e o governo Bolsonaro já havia chegado ao fim.
A Narrativa Desfeita: De 134 Milhões para “Troco de Pinga”
A imprensa tradicional, encabeçada pelo Intercept e repercutida por diversos portais, tentou emplacar valores astronômicos. No início, falava-se em um aporte de R$ 134 milhões para o filme. Horas depois, o valor caiu para R$ 61 milhões no Metrópoles e, finalmente, a própria Globo teve que admitir o valor real declarado nos impostos do Banco Master: R$ 2,3 milhões.
Para uma produção de magnitude mundial, com atores de Hollywood e padrão cinematográfico de alta qualidade, esse valor é considerado “troco de pinga” se comparado aos recordes bilionários que a Lei Rouanet vem batendo sob o desgoverno Lula. Só nos primeiros quatro meses de 2026, foram autorizados R$ 482 milhões para projetos culturais alinhados ao sistema. A grande diferença, que a esquerda tenta omitir, é que o investimento no filme de Bolsonaro foi uma transação entre entes privados, onde o investidor espera retorno de bilheteria, e não uma doação a fundo perdido com o imposto do trabalhador.
O “Efeito Bumerangue”: Lula e Temer no Mesmo Barco
O tiro saiu pela culatra quando o colunista Lauro Jardim, da Globo, revelou que Daniel Vorcaro também financiou filmes sobre Lula e Michel Temer. Se o financiamento de Vorcaro é “sujo” ou “suspeito”, então as produções que exaltam a trajetória do atual presidente e do ex-presidente Temer também estão sob o mesmo estigma. Por que o protagonismo negativo é dado apenas a Flávio Bolsonaro?
Flávio foi enfático ao declarar que conheceu Vorcaro em dezembro de 2024, quando o empresário ainda gozava de plena reputação no mercado financeiro e circulava livremente entre as autoridades de Brasília, inclusive tomando whisky com ministros do STF e figuras do alto escalão do atual governo. Criminalizar o senador por um contrato de patrocínio que não foi honrado integralmente — o que gerou até a busca por novos investidores — é uma tentativa clara de cortina de fumaça para esconder os recordes de gastos públicos com propaganda estatal.
CPI do Banco Master: A Cartada Final de Flávio
Em vez de se acuarem, os aliados de Bolsonaro partiram para a ofensiva. Flávio Bolsonaro reiterou a necessidade urgente da instalação da CPI do Banco Master. “Vamos separar os bandidos dos inocentes”, afirmou o senador. Se existem relações espúrias entre o banco e o poder público, elas precisam ser investigadas, especialmente as que envolvem o governo atual e as supostas vantagens oferecidas em troca de favores administrativos.
A defesa de Flávio é baseada na transparência: houve um contrato, houve um investimento privado e não houve troca de favores, encontros fora da agenda ou facilitação de negócios. Diferente da “farra da Rouanet”, onde o dinheiro sai do seu bolso para financiar artistas que fazem autopropaganda do PT, o filme do “Mito” seguirá para os cinemas como uma obra independente, financiada por quem acredita no potencial comercial da história do maior líder conservador da história do Brasil.
Conclusão: O Medo da Verdade nas Telas
A esquerda está desesperada porque sabe que o filme de Bolsonaro será um divisor de águas. O medo não é do dinheiro de Vorcaro — que eles também usaram — mas da verdade que será projetada em todos os cinemas do país ainda este ano. Tentam bombardear o Flávio agora para desidratar o lançamento da obra, mas a cada mentira desmentida, a curiosidade do povo só aumenta.
O filme ficou pronto, está emocionante e promete mostrar as injustiças cometidas contra o ex-presidente. Enquanto o governo Lula baixa o preço do combustível na canetada por desespero eleitoral, a direita segue construindo sua narrativa com recursos próprios. Preparem a pipoca, pois a tentativa de transformar essa bomba em escândalo só serviu para provar que, no fim das contas, a perseguição não para, mas a verdade sempre prevalece.