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Esta descoberta no Pão de Açúcar (RJ) abalou o mundo inteiro! 13 segredos ocultos.

O pão de açúcar ocupa o centro de milhões de fotografias, 395 m de granito e que definem o horizonte do Rio de Janeiro há 560 milhões de anos. Mas entre as selfies e os bondinhos existe algo que os guias turísticos não contam. 13 anomalias documentadas, 13 lacunas que a ciência registrou, mas nunca fechou.

Hoje você vai conhecer o pão de açúcar que não aparece nos cartões postais. 1949, setembro. Cinco alpinistas do Clube Excursionista Carioca decidem explorar uma rota menos usual na face norte do pão de Açúcar. A escalada segue normal até que um deles enxerga algo numa fenda estreita entre as rochas. Não é um animal, é um corpo humanoificado, sentado, vestindo roupas antigas que ninguém consegue datar com precisão.

A polícia sobe o morro no dia seguinte. O laudo médico revela que se trata de um homem branco, cerca de 35 anos, 1,60 m de altura, comição franzina, nenhum sinal de fraturas, nenhum documento. Ninguém aparece no Instituto Médico Legal para reconhecer o cadáver. A imprensa cobre o caso durante semanas e então acontece algo estranho.

O corpo desaparece. A versão oficial diz que foi encaminhado para a faculdade de medicina da UFRJ, mas não existe registro de entrada, nenhum inventário, nenhuma ficha. 75 anos depois, ninguém sabe quem era aquele homem, como chegou aquela caverna ou onde está agora. A múmia do pão de açúcar virou uma pergunta sem resposta.

1839, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro monta comissão para investigar algo que navegadores franceses já haviam notado no século X, inscrições na Rocha. Não estamos falando de rabiscos. Estamos falando de sulcos com até 2,5 m de altura, visíveis à grande distância, gravados na tpora direita do que muitos veem, como um rosto humano esculpido na pedra da gávia.

A comissão publica um relatório no qual afirma ter visto tanto inscrições quanto depressões naturais, ou seja, eles mesmos não sabem. Em 1928, o professor Bernardo de Azevedo da Silva Ramos propõe uma tradução. Segundo ele, os caracteres são fenícios arcaicos e dizem: Tiro, fenícia, badesir, primogênito de Jetbau.

Se verdadeiro, significaria que os fenícios chegaram à Baia de Guanabara 800 anos antes de Cristo, 2800 anos antes de Cabral. Em 2000, geólogos sobem ao topo da pedra da gávia, com equipamentos de radar para verificar se existe alguma câmara interna. A rocha é sólida, nenhum túnel, nenhum túmulo, mas as inscrições continuam lá e ninguém explica como os sulcos daquela profundidade e daquele padrão foram criados por erosão natural em granito.

A ciência brasileira nega oficialmente a existência de inscrições fenícias em qualquer parte do país, mas nunca apresentou uma explicação alternativa convincente. Agora vamos falar de algo que você pode ver com seus próprios olhos. Todo dia, às 11 horas da manhã, quando o sol atinge um ângulo específico, uma sombra se forma na grande fenda lateral do pão de açúcar.

A sombra desenha a silhueta perfeita de uma ibis, um pássaro sagrado da mitologia egípcia. Do outro lado da montanha, vista da praia vermelha, outra formação de luz e sombra cria o que milhares de pessoas juram ser a figura de um ancião abraçando a pedra. Alguns dizem que é São Pedro, outros que é o deus egípcio Toque.

Geólogos explicam que são apenas fraturas naturais na rocha. Mas aqui está o problema. Em 1993, ambientalistas encontraram dezenas de balas de canhão incrustadas na encosta do Pão de Açúcar. As balas estão hoje expostas no Museu da Fortaleza de São João e surgiram duas teorias. A primeira diz que a fenda foi rasgada durante os bombardeios das invasões francesas em 1710 e 1711.

A segunda mais perturbadora, vem do meio militar. Segundo ela, a fenda se formou porque o pão de açúcar era usado como alvo para exercícios de tiro da fortaleza de Santa Cruz em Niterói. Se qualquer uma dessas versões for verdadeira, a Ibis e o guardião não são obra da natureza. São cicatrizes de guerra que ninguém admite oficialmente.

E se você está gostando de descobrir o que o rio esconde, se inscreve no canal, porque a cada semana a gente desenterra histórias que estavam esperando alguém fazer as perguntas certas. Aperta o sininho, ativa as notificações e vem com a gente. 16 de novembro de 1982. 13 horas, um avião Bandeirante C90 da Força Aérea Brasileira decola do aeroporto Santos do Mon com destino a São Paulo.

A bordo quatro pessoas, dois pilotos militares, um sargento mecânico de voo e um passageiro. O pão de açúcar está completamente encoberto por Névoa. Segundos depois da decolagem em Estrondo, moradores da Urca vem chamas descendo pela encosta norte. O avião bateu na face do pão de açúcar a aproximadamente 200 m de altura e se desintegrou.

Parte da fuzelagem escorregou até a base. Outra parte foi arremessada para o outro lado do morro. Todos os ocupantes morreram no impacto. O que ninguém explica é isto. O avião havia decolado dezenas de vezes daquela mesma pista. Os pilotos conheciam a rota. O procedimento padrão de decolagem para o sul deveria ter mantido a aeronave longe do pão de açúcar, mas algo fez o bandeirante desviar da trajetória e colidir frontalmente com a montanha em condições de baixa visibilidade.

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O relatório oficial aponta falha humana. Não explica porque os pilotos não abortaram a decolagem ao perceber que estavam fora do curso. Até hoje, marcas do impacto são visíveis na rocha. Escaladores que treinam na escola de educação física do exército passam por elas toda semana e ninguém fala sobre o fato de que aquele acidente nunca deveria ter acontecido.

1817, Henrietta Carsters, uma inglesa, torna-se a primeira pessoa documentada a atingir o topo do pão de açúcar. No dia seguinte, enciilmado, o soldado português José Maria Gonçalves repete o feito. Mas existe um detalhe que ninguém registrou na época. Como eles subiram? O pão de açúcar tem paredões verticais de até 100 m.

Não existiam equipamentos de escalada modernos em 1817. Não existiam grampos, mosquetões ou cordas de segurança. As técnicas de alpinismo ainda estavam em desenvolvimento na Europa. E aqui está aind a pergunta que ninguém faz. Se duas pessoas conseguiram escalar aquela montanha em 1817 sem equipamento moderno? Porque isso não foi repetido durante mais de um século? A primeira escalada moderna documentada acontece apenas em 1912, quando o bondinho já estava em funcionamento.

O que Henrieta Carsters e José Maria Gonçalves usaram para subir? Existia alguma rota natural que depois desapareceu ou eles tiveram acesso a algo que os registros históricos não mencionam? 1890. O fotógrafo Mark Ferreis decide registrar o Rio de Janeiro a partir do topo do pão de Açúcar. Ele carrega para cima uma máquina fotográfica de quase 100 kg, uma dúzia de potes de produtos químicos, uma barraca para servir de câmara escura e várias caixas pesadas de chapas de vidro.

Tudo isso antes do bondinho. Tudo isso subindo uma montanha de quase 400 m. Mark Ferrz consegue. As fotografias existem, são parte dos anais da fotografia brasileira, mas ninguém documentou como ele transportou todo aquele equipamento. Não existe registro de quantas pessoas subiram com ele. Não existe descrição da rota.

Não existe menção ao tempo que levaram, apenas as fotografias. e a certeza de que alguém carregou 100 kg de equipamento fotográfico até o topo de um monólito de granito em pleno século XIX. Como a história não diz, 1930, um português chamado Eduardo de Almeida decide morar numa caverna no costão do Pão de Açúcar.

A caverna é acessível por mar ou por um caminho estreito na rocha, no final da pista, Cláudio Coutinho. Eduardo vive do que pesca e do que caça. Em 1960, ele aceita dividir a caverna com um casal, Francisco de Brito, Isíia, Maria da Conceição. Eles plantam banana e mamão na encosta do morro da Urca e vendem aos banhistas na praia vermelha.

Em 1968, os três são despejados pelos militares da fortaleza de São João. Desde então, o acesso à caverna é proibido. O que os militares encontraram lá dentro? Porque uma caverna habitada pacificamente durante quase 40 anos foi subitamente fechada em plena ditadura militar. Nenhum documento oficial explica.

A caverna continua lá. Ela foi formada por uma falha na Rocha Gácica há pelo menos 1 bilhão de anos. Mas desde 1968 ninguém pode entrar. Se você chegou até aqui, já percebeu que tem algo errado. Não são coincidências, são padrões. E se você quer continuar seguindo essas pistas, se inscreve no canal agora, porque aqui a gente não entrega respostas prontas.

A gente mostra onde as respostas oficiais param e você decide o que fazer com isso. 2000. O 31º Congresso Geológico Internacional acontece no Rio de Janeiro. Durante o evento, o Pão de Açúcar é reconhecido como um dos principais monumentos geológicos mundiais. A razão é esta: a rocha do pão de Açúcar se formou na fronteira exata entre América do Sul e África.

Há 560 milhões de anos, quando os dois continentes ainda estavam unidos no supercontinente gonduano. O Gnaice Facoidal, que compõe montanha, é o registro físico do ponto de colisão e fusão de duas massas continentais. Isso significa que o pão de açúcar não é apenas uma montanha, é uma cicatriz geológica, um marco do momento em que África e América do Sul se tornaram uma única terra.

Mas aqui está o problema. Geólogos que estudam formações semelhantes no mundo inteiro documentam assinaturas magnéticas específicas em zonas de colisão continental. O pão de açúcar apresenta anomalias. Levantamentos aerogeofísicos do estado do Rio de Janeiro registaram padrões magnetométricos anómalos na região da Baia de Guanabara.

A intensidade magnética medida não corresponde ao esperado para o tipo de rocha. A profundidade das fontes magnéticas também não se enquadra no modelo padrão. A explicação mais aceite é que existem intrusões de material vulcânico em profundidades não cartografadas, mas ninguém perfurou, ninguém confirmou. É apenas a explicação mais conveniente. 1859.

O padre Pedro Bosso propõe a construção de um monumento a Jesus Cristo no Rio de Janeiro. Em 1917, o engenheiro Eduardo Limoeiro retoma a ideia. Durante 4 anos acontecem discussões acesas sobre a localização. Corcovado ou pão de açúcar. Em 1921, o corcovado é definido como um local. O Cristo Redentor é inaugurado 10 anos depois, mas o que ninguém refere é o motivo real da escolha.

A versão oficial diz que o corcovado oferecia melhor visibilidade, mas documentos da época revelam outra preocupação. Os engenheiros alertaram que o pão de açúcar apresentava instabilidade estrutural não completamente compreendida. Alguns relatórios mencionam vibrações anómalas registadas durante levantamentos topográficos. Outros citam ressonâncias acústicas inesperadas quando ventos fortes atingem determinadas faces da montanha.

Nenhum destes documentos foi preservado nos arquivos públicos. Apenas menções indiretas em atas de reunião. O Cristo foi para o corcovado e já ninguém fala sobre o que se encontrava no Pão de Açúcar. 1977, Steven McPick, equilibrista norte-americano, percorre os cabos do teleférico entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar.

750 m de travessia, uma vara metálica de 9 m como contrapeso. Milhares de pessoas assistem, ele consegue. Em 2008, o alemão Falco Traber repete a proeza. Usa a mesma cana de Steven McPick. Os dois sobrevivem, mas existe algo que nenhum dos dois mencionou publicamente. Durante a travessia, ambos reportaram para equipas de apoio uma sensação de deslocamento de equilíbrio não relacionado com o vento.

O MCPCK descreveu como uma força lateral intermitente. Traber usou a palavra pulsação. Engenheiros da companhia do teleférico investigaram. Não encontraram oscilações nos cabos. Não encontraram rajadas de vento nas medições meteorológicas daquele dia. Não encontraram explicação, apenas arquivaram os relatos como impressões subjetivas relacionadas com o stress.

  1. Nasce Paulina Sampaio, no topo do Pão de Açúcar. O seu pai trabalhava no serviço de meteorologia do Ministério da Agricultura, instalado no monte. Paulina é a única pessoa documentada a ter ali nascido. Dois anos antes, em 1931, nasceu Mário Barreiro Bcelos, no Morro da Urca, filho de um rendeiro de restaurante, duas crianças nascidas em montanhas de granito, no meio da baía de Guanabara.

E ninguém questiona porque existia uma estação meteorológica permanente no cimo de uma montanha quase inacessível em 1930. O teleférico já estava a funcionar desde 1912. Mas porque é que o Ministério da Agricultura necessitava de leituras atmosféricas, especificamente desse ponto? Quais dados estavam a ser recolhidos? Os Os registos meteorológicos daquela época foram digitalizados? Não.

A maior parte foi perdida ou descartada ou nunca foi disponibilizada. E agora o 13º, o mais perturbador, porque acontece agora. O Pão de Açúcar recebe mais de 1 milhão de visitantes por ano. Todos sobem de teleférico, descem todos teleférico. Mas desde 1940, pelo menos nove pessoas desapareceram na área do pão de Açúcar sem deixar vestígios.

Não estamos a falar de acidentes de escalada. Estamos a falar de pessoas que entraram na pista Cláudio Coutinho ou subiram de Teleférico e nunca mais foram vistas. Em 1971, uma expedição inteira do Clube Escursionista Carioca relata ter encontraram marcas de acampamento numa área inacessível da face nascente. Fogueira recente, latas de alimentos, roupa, nenhum corpo, nenhuma explicação.

As buscas oficiais duram três dias e não não encontram nada. O caso é arquivado como pessoa perdida em área de floresta, mas não existe floresta naquela face. Existe rocha vertical. Em 2006, o pão de açúcar é declarado monumento natural pela Câmara Municipal Celundeia, Rio de Janeiro. Parte da justificação é a preservação da biodiversidade local, uma orquídea única no planeta, a braçavola tuberculata.

florescia apenas ali, mas desde a declaração, o acesso a determinadas trilhos foi permanentemente fechado, sem explicação pública, sem sinalização, apenas vedações e placas a dizer proibido. 13 anomalias, todas documentadas, nenhuma explicada completamente. Uma múmia que desapareceu dos registos oficiais.

Inscrições que podem reescrever a história da ocupação humana na América do Sul. Sombras que desenham símbolos egípcios com precisão de relógio. Um acidente de aviação que não deveria ter acontecido. Escaladas impossíveis no século XIX. Uma caverna encerrada por ordem militar. Vibrações anómalas que impediram a construção do Cristo.

Forças inexplicáveis durante travessias de equilibristas. Uma estação meteorológica cujos dados desapareceram e desaparecimentos que ninguém investiga até ao fim. O pão de açúcar não é o que se vê de longe. Não é o teleférico. Não é a vista panorâmica, não é o [música] postal. É um ficheiro aberto, um conjunto de perguntas sem respostas oficiais.

E talvez seja isso mesmo que o torna tão importante, porque quando se deixa de aceitar as versões prontas, quando começa a perguntar por ninguém explica, descobre que a história real está nos silêncios. Se quer continuar a fazer essas perguntas, subscreve o canal, deixa um comentário a dizer qual destes 13 mistérios deixou-te mais inquieto.

E se conhece alguém que já subiu o pão de açúcar pensando que conhecia aquele lugar, envia este vídeo, porque nós só conhece verdadeiramente quando deixa de olhar e começa a investigar. M.