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ALCOLUMBRE RECEBE A PIOR NOTÍCIA, SE APAVORA COM PESQUISA E DECLARA GUERRA AO PL DE FLÁVIO BOLSONARO – O QUE ESTÁ POR TRÁS DESTE CONFLITO POLÍTICO INESPERADO?

O império de Davi Alcolumbre racha: Senador entra em pânico com pesquisas, isolamento e declara guerra total ao PL de Flávio Bolsonaro

Davi Alcolumbre volta à presidência do Senado com a terceira maior votação

Brasília é, por natureza, um ninho de serpentes, mas o que aconteceu nas últimas 48 horas ultrapassa qualquer roteiro de ficção política. O império que Davi Alcolumbre construiu no Senado, baseado em acordos silenciosos e uma mão de ferro sobre a pauta da Casa, está sofrendo abalos sísmicos. O motivo? O desespero. Alcolumbre recebeu a pior notícia possível para um político em ano eleitoral: ele é, hoje, o parlamentar mais rejeitado do Brasil, dividindo esse pódio amargo com Hugo Motta. Para piorar, a aliança espúria que ele costurou com o PL de Flávio Bolsonaro para derrubar a indicação de Jorge Messias ao STF e enterrar a CPI do Banco Master vazou, e o autor do vazamento foi ninguém menos que Valdemar Costa Neto.

O cenário agora é de terra arrasada. Alcolumbre, que se sentia o dono do Congresso, viu sua popularidade derreter para pífios 3% de aprovação contra uma rejeição astronômica de 81%. Ao tentar jogar xadrez com a extrema direita para proteger seus próprios aliados envolvidos em escândalos financeiros, ele acabou se tornando o alvo principal de uma artilharia que vem de todos os lados: da esquerda, que se sente traída, e da própria direita, que não hesita em usá-lo como bucha de canhão quando convém.

A farsa do acordão: Valdemar Costa Neto joga Alcolumbre na fogueira

A guerra foi declarada oficialmente quando Valdemar Costa Neto, em uma entrevista que paralisou os bastidores do poder, confirmou o que todos suspeitavam, mas ninguém tinha coragem de dizer em voz alta. Valdemar escancarou que houve, sim, uma negociação para barrar a CPI do Banco Master no Senado. O objetivo era claro: proteger figurões da extrema direita e assessores de Alcolumbre que estão na mira da Polícia Federal. Em troca, o PL ajudaria Alcolumbre a manter seu poder e a retaliar o governo Lula.

A reação de Alcolumbre no plenário foi de um homem acuado. Visivelmente transtornado, ele chamou Valdemar de mitômano — alguém que mente compulsivamente e acredita na própria mentira. No entanto, o feitiço virou contra o feiticeiro. Ao tentar negar o diálogo com Valdemar, Alcolumbre usou uma tática bolsonarista clássica: negou ter falado com o presidente do PL, mas não negou ter articulado com Rogério Marinho, o líder do partido no Senado e braço direito de Flávio Bolsonaro. Brasília inteira sabe que o acordo existiu, e a tentativa de Alcolumbre de se desvincular do rótulo de conspirador apenas reforçou sua imagem de político pouco confiável.

O pavor da CPI do Banco Master e o assessor de tornozeleira

Por que Davi Alcolumbre tem tanto medo da CPI do Banco Master? A resposta pode estar na tornozeleira eletrônica de um de seus ex-assessores mais próximos. A Polícia Federal investiga um desvio de 400 milhões de reais de dinheiro público que teria sido depositado no Banco Master e, subitamente, desapareceu. Há indícios graves de que a operação de busca e apreensão contra esse assessor vazou oito minutos antes da chegada dos agentes, logo após uma ligação suspeita de um procurador.

Alcolumbre sabe que, se uma CPMI for instalada e o governo Lula conseguir a relatoria, o trator vai passar por cima de suas alianças. Uma comissão de inquérito controlada pelo governo teria o poder de convocar seus aliados, quebrar sigilos bancários e expor as vísceras de um esquema que mistura política, bancos e paraísos fiscais. Para evitar isso, Alcolumbre entregou a cabeça de Jorge Messias e rifou a governabilidade no Senado, mas o preço cobrado pela opinião pública está sendo alto demais.

Gleisi Hoffmann contra-ataca: A esquerda quer a verdade sobre os 3 milhões

Enquanto Alcolumbre tentava se defender das acusações de Valdemar, a deputada Gleisi Hoffmann subiu à tribuna com sangue nos olhos. Em um discurso contundente, Gleisi desafiou Alcolumbre e a bancada bolsonarista: Se não há medo, que se instale a CPMI do Master agora. A esquerda quer saber por que Jair Bolsonaro recebeu 3 milhões de reais do dono do Banco Master. Quer saber por que o Banco Central de Bolsonaro autorizou transações suspeitas e por que o governo do Distrito Federal quebrou o BRB em conluios com essa instituição.

O movimento de Gleisi muda a narrativa. Se antes a extrema direita tentava usar o caso Master para desgastar Alexandre de Moraes com vazamentos seletivos, agora o governo quer usar a CPI para mostrar que o verdadeiro lamaçal está no colo dos ex-ministros de Bolsonaro e de governadores como Tarcísio de Freitas. A estratégia de dividir para conquistar, citada por Sun Tzu, está sendo aplicada contra Alcolumbre. Ele agora é visto pela esquerda como um aliado da extrema direita que precisa ser combatido, e pela direita como um parceiro descartável.

O isolamento do político mais rejeitado do país

Flávio Bolsonaro's promises: privatization of 95% of state-owned companies  and cuts in spending and taxes. - NeoFeed

As pesquisas MDA e CNT foram o golpe de misericórdia na tranquilidade de Alcolumbre. Ter 81% de rejeição significa que, para o brasileiro comum, o nome de Davi Alcolumbre é sinônimo de tudo o que há de pior na política nacional. Esse índice cresceu três pontos em apenas dois meses, o que mostra que quanto mais o povo o conhece, mais o odeia.

Esse isolamento é perigoso. Alcolumbre não tem mais o respaldo da opinião pública para peitar o Supremo Tribunal Federal ou o Palácio do Planalto de forma legítima. Ele agora governa o Senado apenas através de regimentalismos e do controle de verbas, mas o poder sem prestígio é uma corda bamba. O PL de Flávio Bolsonaro, percebendo a fragilidade de Alcolumbre, já começa a se descolar, temendo ser contaminado pela rejeição recorde do senador amapaense.

Conclusão: O fim da era Alcolumbre?

O que assistimos hoje é o desmoronamento de um projeto de poder que ignorou o povo e focou apenas no balcão de negócios de Brasília. Davi Alcolumbre, ao declarar guerra ao PL após ser desmascarado por Valdemar, mostra que não tem mais aliados fiéis, apenas cúmplices temporários. A tentativa de barrar o avanço da justiça e da transparência através de acordos de bastidores ruiu diante da luz do sol.

A pergunta que fica nos corredores do Senado é: até quando Alcolumbre conseguirá segurar a cadeira com tanta pressão popular e investigações batendo à porta? A guerra com o PL é apenas o começo de um fim que promete ser barulhento. Para Alcolumbre, o pesadelo não é apenas a perda do cargo, mas a possibilidade real de que, sem o foro e sem a proteção dos acordos, o destino seja o mesmo de seus assessores: a justiça nua e crua. O Brasil está de olho, e o império do A nunca esteve tão perto do colapso.

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