O tombo da rainha: Xuxa Meneghel é escorraçada de restaurante em São Paulo e Luiz Bacci corta relações após cobrança política

O clima pesou para a eterna Rainha dos Baixinhos. Em plena Sexta-Feira Santa de 2026, o que deveria ser um almoço tranquilo em um renomado restaurante da capital paulista transformou-se em um dos maiores vexames públicos da carreira de Xuxa Meneghel. A apresentadora foi alvo de uma revolta coletiva de clientes e, como se não bastasse o isolamento popular, viu uma amizade de longa data com o jornalista Luiz Bacci ser estilhaçada por questões de intolerância ideológica. O Brasil assiste agora ao derretimento de um ícone que, para muitos, trocou o carinho do público pela militância agressiva.
A confusão no restaurante: Do discurso vegano à expulsão sob vaias
Testemunhas que estavam no local relatam uma cena digna de filme de terror para qualquer celebridade. Xuxa, que é assumidamente vegana, teria começado a questionar o cardápio e a postura do estabelecimento, que servia pratos com carnes e peixes. O que começou como uma reclamação individual escalou rapidamente para um sermão moralista contra os clientes que consumiam proteína animal em pleno feriado religioso.
A paciência dos frequentadores, no entanto, esgotou-se rápido. Em vez de aceitarem a lição de moral, os clientes se levantaram e começaram a zombar da apresentadora. O restaurante, tomado por um coro de críticas e risadas irônicas, tornou-se um ambiente hostil para a loira. Sem saída e visivelmente transtornada, Xuxa deixou o local praticamente expulsa pela pressão popular. O mais bizarro, segundo relatos nas redes sociais, foi a reação de saída da artista: aos berros, ela teria começado a proferir insultos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que sequer estava presente e não tinha qualquer relação com o episódio.
Luiz Bacci rompe o silêncio e expõe a face oculta da apresentadora

Se nas ruas o clima é de rejeição, nos bastidores da televisão a situação não é diferente. O jornalista Luiz Bacci, um dos nomes mais influentes da Record e até então amigo próximo de Xuxa, decidiu vir a público para explicar por que cortou relações com ela. Em um desabafo corajoso, Bacci revelou que a amizade, construída sobre o amor mútuo por animais e anos de convivência na emissora, ruiu por causa de um patrulhamento político sufocante.
Segundo Bacci, na véspera das últimas eleições, Xuxa o confrontou via mensagem com uma série de interrogações e exclamações, exigindo saber se ele votaria em Bolsonaro. Diante da postura questionadora e independente do jornalista, a reação da Rainha foi o famoso unfollow e o silêncio absoluto. Para Bacci, a atitude foi infantil e antidemocrática. Ela só quer por perto quem pensa exatamente como ela. A esquerda prega respeito, mas na prática me trouxe muitas decepções, disparou o jornalista, que deletou as mensagens e retirou Xuxa definitivamente de sua vida.
Ódio familiar: A irmã que morreu sem o perdão da Rainha
Um dos pontos mais chocantes que voltaram à tona com essa onda de polêmicas é a relação de Xuxa com sua própria família. Em uma declaração que deixou o país em choque, a apresentadora admitiu ter bloqueado e rompido relações com a própria irmã, Mara Meneghel, que morava na Espanha, apenas por divergências políticas. Mara era apoiadora de Bolsonaro e enviava conteúdos de direita para a irmã.
O desfecho dessa história é trágico: Mara faleceu em janeiro de 2023 sem que as duas fizessem as pazes. Xuxa revelou que planejava conversar com ela no aniversário de 60 anos, em março, mas a morte chegou antes do perdão. Esse episódio serve para muitos críticos como o maior exemplo do ódio que a militância política pode gerar, separando sangue do mesmo sangue e deixando uma herança de arrependimento que, segundo a própria Xuxa, ela carregará para sempre. No entanto, para o público conservador, isso demonstra que a apresentadora priorizou a ideologia em vez do amor fraternal.
O passado condena: Do filme polêmico às acusações de hipocrisia
A revolta contra Xuxa também se alimenta de uma percepção de hipocrisia. Enquanto ela ataca falas de Bolsonaro, acusando-o de condutas inadequadas com menores, internautas resgatam incessantemente o filme Amor Estranho Amor, gravado na década de 80, onde a apresentadora protagoniza cenas sensuais com uma criança de 12 anos.
Embora Xuxa alegue que se trata de ficção e tenha lutado na justiça durante décadas para tirar a obra de circulação, o argumento não convence mais uma grande parcela da população. Quem é ela para falar de moralidade ou de proteção à infância com esse currículo?, questionam críticos nas redes sociais. A tentativa de lacrar em programas de TV, como ocorreu recentemente no SBT ao criticar falas do ex-presidente, acabou gerando um efeito rebote, onde o passado da artista é escrutinado com lupa por milhões de brasileiros.
O declínio de um mito e a solidão do palanque político
O caso da expulsão do restaurante e o rompimento com Luiz Bacci são apenas os sintomas mais recentes de uma carreira que parece ter perdido o rumo. Especialistas em imagem afirmam que Xuxa cometeu o erro fatal de alienar metade de seu público ao adotar uma postura de militante radical que não aceita o contraditório.
O ódio declarado ao bolsonarismo, que chega ao ponto de comemorar a piora do estado de saúde do ex-presidente ou desejar que ele vá embora do país, pintou Xuxa como uma figura narcisista e cruel para muitos de seus antigos fãs. A mulher que um dia uniu o Brasil com músicas infantis agora é vista como um símbolo de divisão e intolerância. Enquanto ela se isola em sua bolha ideológica, o povo comum, aquele que paga a conta do restaurante e dá audiência na TV, dá o seu recado: o trono da Rainha está vazio e o Brasil não aceita mais ser catequizado por quem não pratica o respeito que tanto prega.