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O Vexame de André Rizek nos EUA: Marido de Sadi Tenta Lacrar com Trump, Defende o Irã e Passa Sufoco com Torcedores Brasileiros na Copa

O clima nos bastidores da cobertura da Copa do Mundo nos Estados Unidos pegou fogo e o cenário para a principal emissora de televisão do Brasil não poderia ser mais caótico. O jornalista André Rizek, conhecido tanto por seu trabalho no meio esportivo quanto por ser casado com a jornalista de política Andréia Sadi, protagonizou um episódio de pura tensão e vergonha internacional em solo americano. Ao tentar misturar futebol com a sua conhecida agenda ideológica de esquerda, o apresentador do SporTV resolveu peitar abertamente as decisões de segurança nacional do governo de Donald Trump.

André Rizek fala da cobertura da Copa do Mundo de Clubes, do casamento com  Andréia Sadi e dos filhos gêmeos do casal

O tiro, no entanto, saiu pela culatra de forma humilhante. Rizek foi jantado nas redes sociais por internautas e, para piorar, a equipe de transmissão da emissora carioca precisou se esconder e montar acampamentos de gravação isolados nas avenidas americanas para fugir da fúria e dos protestos dos torcedores brasileiros que invadiram os Estados Unidos.

O Ataque de Pelanca Contra Donald Trump e a Defesa Inusitada do Regime Iraniano

Tudo começou quando André Rizek utilizou suas redes sociais e o espaço de debate esportivo para destilar seu inconformismo com as duras regras de imigração e permanência impostas pela administração de Donald Trump para a Copa do Mundo. O governo americano determinou que a delegação e a seleção do Irã não poderão permanecer no país no período entre as suas partidas. Devido às tensões geopolíticas históricas e às sanções, os iranianos terão que fazer um esquema de bate-e-volta, jogando nos Estados Unidos e se deslocando imediatamente para bases no México ou no Canadá.

Revoltado com o que considerou um ato imperialista dos americanos, Rizek soltou alhos e bugalhos na internet. O jornalista chegou ao cúmulo de comparar a situação com as Olimpíadas de Berlim em 1936, sugerindo que até mesmo na Alemanha nazista de Adolf Hitler houve um esforço maior para fingir normalidade e simpatia com os atletas estrangeiros do que o governo de Trump está demonstrando agora.

A analogia grotesca e a tentativa escancarada de vitimizar o regime dos aiatolás do Irã provocaram uma onda imediata de repulsa. O público não demorou para apontar a hipocrisia do comentarista. Internautas lembraram que o Irã é um dos países mais aliados do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a quem a cúpula da emissora de Rizek é acusada de blindar diariamente. Críticos dispararam que, se a restrição fosse aplicada contra a seleção de Israel, Rizek e seus colegas de redação estariam comemorando e aplaudindo a exclusão, mas como se trata de uma ditadura teocrática que orbita os interesses da esquerda global, o jornalista resolveu vestir a camisa do ativismo.

O Massacre nas Redes Sociais e o Jornalista que Perdeu a Linha

Ao ser confrontado por torcedores que exigiam profissionalismo e o fim da lacragem ideológica no futebol, Rizek perdeu completamente a compostura. Um internauta sugeriu que o apresentador deixasse o seu lado vermelho petista de lado para conseguir enxergar a realidade sem filtros políticos. Irritado e demonstrando o mais absoluto desprezo pelo público que consome o seu trabalho, o marido de Sadi respondeu de forma arrogante, mandando o seguidor tentar usar os neurônios que tem dentro da cabeça uma vez na vida.

A resposta soberba só serviu para jogar mais gasolina na fogueira. O perfil do jornalista foi transformado em um verdadeiro muro de lamentações e linchamento virtual. Centenas de pessoas lembraram o histórico de militância do apresentador e da esposa, apontando que o casal se tornou o símbolo de uma imprensa insuportável, que tenta empurrar goela abaixo do cidadão comum uma visão de mundo distorcida e elitista. Comentários como papagaio que só aprendeu a falar extrema direita e militante disfarçado de cronista inundaram a publicação, mostrando que a paciência do povo brasileiro com o jornalismo engajado esgotou por completo.

A farsa do Cinquenta por Cento e a Verdade Escondida sobre Neymar

O desespero da grande mídia esportiva, encabeçada pelo grupo ao qual Rizek pertence, tem uma explicação estatística muito clara. Durante meses, os principais jornais e programas de televisão do país tentaram construir a narrativa de que o Brasil estava profundamente dividido em relação à convocação do craque Neymar para a Copa do Mundo. Os comentaristas de esquerda, movidos pelo ódio político ao jogador, que é apoiador declarado da direita e da família Bolsonaro, tentaram convencer o público de que cinquenta por cento dos brasileiros eram contra a ida do atleta para o mundial.

No entanto, a realidade bateu na cara dos jornalistas com a força de um soco. A divulgação das imagens de crianças, jovens e atletas comemorando de forma efusiva e emocionante a inclusão de Neymar na lista oficial da Seleção Brasileira provou que a suposta polarização no futebol era uma farsa inventada dentro das redações. Como bem pontuaram analistas independentes, o engajamento do Brasil com a Copa disparou imediatamente após o anúncio do ídolo.

O torcedor brasileiro esfregou na cara da imprensa que a divisão é de noventa contra dez por cento, e não metade contra metade. A esmagadora maioria apoia o talento e a referência do futebol nacional, enquanto uma minoria barulhenta de jornalistas de esquerda chora as viúvas pelos cantos porque o maior jogador do país não compartilha da cartilha ideológica deles. O fracasso em tentar cancelar Neymar destruiu a pouca credibilidade que restava aos profissionais que preferem ver a Seleção Brasileira perder apenas para validar suas posições políticas.

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O Boicote nas Ruas e a Copa do Mundo Feita no Esconderijo

O reflexo prático desse divórcio entre o povo e a imprensa oficial pôde ser visto de forma dramática no início da cobertura nos Estados Unidos. Cientes de que são odiados pela imensa maioria dos imigrantes e turistas brasileiros que viajaram para acompanhar o torneio, André Rizek e os repórteres de sua emissora estão passando por um sufoco pesado e humilhante.

Diferente das coberturas de Copas passadas, onde os jornalistas se misturavam com o povo nos arredores dos estádios, promovendo festas e entrevistas descontraídas, a equipe da vênus platinada precisou adotar uma tática de guerrilha e isolamento para evitar agressões verbais e protestos ao vivo. Imagens de bastidores revelam que as transmissões externas estão sendo realizadas em pontos isolados de avenidas americanas, completamente vazias e distantes do fluxo de torcedores.

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O medo de sofrer um escracho público com gritos a favor de Bolsonaro ou cartazes contra o governo Lula obrigou a equipe a se esconder. Durante o final de semana, em uma tentativa frustrada de entrevistar torcedores nas ruas, um link ao vivo foi invadido por brasileiros gritando que o Brasil será campeão com Flávio Bolsonaro eleito no mesmo ano. A amostra grátis do que os jornalistas vão enfrentar ao longo de todo o mês acendeu o sinal de alerta máximo na direção da emissora.

O Isolamento Final e o Futuro do Jornalismo Esportivo

A situação de André Rizek nos Estados Unidos é a metáfora perfeita da decadência de um modelo de jornalismo que preferiu a militância ao fato. Ao tentar dar ordens em solo americano e questionar as leis de Donald Trump para defender uma ditadura islâmica, o marido de Andréia Sadi mostrou que perdeu completamente a noção da realidade e da estatura de sua própria voz. No Brasil do governo atual, as emissoras alinhadas podem até receber bilhões de reais em verbas publicitárias da Secretaria de Comunicação para se manterem vivas, mas o dinheiro estatal não compra o respeito, o carinho e a atenção do povo nas ruas.

A torcida brasileira em peso que está nos Estados Unidos já decretou o boicote. Os profissionais arrogantes que se achavam os donos da opinião pública agora terão que trabalhar trancados em estúdios fechados ou cercados por seguranças em calçadas desertas, fazendo uma Copa do Mundo triste, artificial e assistida apenas pela televisão. O vexame internacional de Rizek provou que, quando a lacragem entra em campo, o jornalismo é o primeiro a ser rebaixado, e o público não perdoa quem tenta roubar a alegria do futebol para transformá-la em palanque partidário.