Posted in

Vídeo completo desmascara armação contra Ben Mendes; “Consegui fazer você me agredir”, confessa mulher após morder e rasgar roupa de candidato

EXCLUSIVO: Vídeo completo desmascara armação contra Ben Mendes; “Consegui fazer você me agredir”, confessa mulher após morder e rasgar roupa de candidato

O que parecia ser o fim da carreira política e pública do repórter e pré-candidato ao governo de Minas Gerais, Ben Mendes, tomou um rumo cinematográfico nas últimas horas. Após a viralização de um trecho cortado de 15 segundos, onde Mendes aparecia segurando uma mulher em um depósito de materiais de construção, a esquerda brasileira e páginas de cancelamento sentenciaram: “agressor de mulheres”. No entanto, a divulgação do vídeo na íntegra de 35 minutos não apenas prova a inocência do jornalista, mas revela uma das tramas de perseguição política mais sórdidas da atualidade.

As imagens são estarrecedoras. Ben Mendes não apenas foi vítima de agressões físicas, incluindo mordidas humanas que resultaram em tratamento com antibióticos por sete dias e vacina antitetânica, mas também enfrentou um suposto abuso de autoridade por parte de sargentos da Polícia Militar.

O Gatilho: Uma discussão por porcelanato de 3 anos atrás

O incidente ocorreu em Betim, quando um colaborador de Mendes foi retirar um piso de porcelanato já pago. A gerente do estabelecimento, ao identificar Ben Mendes — que havia feito uma reportagem no local há três anos denunciando irregularidades — iniciou um processo de hostilidade imediata.

Diferente do que foi propagado, Mendes manteve as mãos para trás enquanto era atacado. “Pega uma faca lá para mim que eu vou matar ele agora”, gritou a mulher no vídeo, enquanto desferia tapas e rasgava a camisa do candidato. O ponto mais baixo da agressão foi o ataque pessoal: a mulher ironizou a saúde da filha de Mendes, que enfrentou problemas graves no passado, perguntando em tom de deboche: “E aquela sua filha, não morreu não?”.

A Confissão Gravada: “Eu consegui!”

O momento que muda tudo no processo jurídico ocorre quando a agressora, acreditando não estar sendo filmada por um ângulo secundário, grita em alto e bom som: “Consegui! Eu consegui fazer você me agredir!”.

Ben Mendes, mantendo a calma de forma impressionante, responde: “Você está louca? Eu não te bati”. O vídeo mostra claramente que Mendes utilizou técnicas de contenção apenas para evitar que um objeto branco (possivelmente uma caneca ou cerâmica) fosse estraçalhado em seu rosto.

Abuso de Autoridade: O “Chiqueirinho” da Viatura

A polêmica se estende à atuação da Polícia Militar. Segundo o vídeo e o relato de Mendes, o sargento responsável pela ocorrência tentou forçá-lo a assinar um Termo Compromisso (TCO) como autor de agressão, e não como vítima. Diante da recusa de Mendes em assinar um documento que continha mentiras, o policial deu voz de prisão.

O diálogo gravado é revoltante: o policial autorizou a agressora a ir para a delegacia em seu carro próprio, enquanto ordenou que Ben Mendes fosse levado no “chiqueirinho” (compartimento de presos) da viatura. “Ela vai sentada no banco, você vai no chiqueirinho”, disparou o sargento.

A Limpa no Partido Missão

O caso também serviu como um “filtro” dentro do Partido Missão. Um pré-candidato da legenda, buscando “engajamento fácil” e sinalização de virtude, pediu publicamente a expulsão de Mendes antes de ver o vídeo completo. O resultado? O partido expulsou o denunciante oportunista. O MBL e o Missão reafirmaram que o projeto é de renúncia e lealdade à verdade, e não de projetos individuais de “likes”.

Ben Mendes confirmou que processará criminalmente todos os influenciadores e políticos que utilizaram o vídeo editado para caluniá-lo. “A justiça divina existe, mas o celular que filma tudo é a prova terrena”, afirmou.