“ESSES FILHAS DA PUTA SÃO UNS DESPREPARADOS, COVARDES E NÃO AGUENTAM DE FRENTE COM A NOSSA TROPA!”: Diaba Loira humilha antigos comparsas na internet e acaba estourada a tiros de fuzil

O submundo da criminalidade fluminense, a velocidade avassaladora com que as redes sociais transformam criminosos em celebridades digitais e a impiedosa engrenagem dos tribunais do tráfico registraram o seu capítulo mais selvagem, sangrento e definitivo neste ano de 2026. A execução de Evelyn Passos Rodrigues, amplamente conhecida nos relatórios de inteligência policial e nas plataformas da internet pela alcunha de “Diaba Loira”, expõe a realidade nua e crua de uma guerra entre facções que não tolera dissidências, traições ou deboches virtuais.
A jovem de 28 anos, que em apenas três anos realizou uma transição meteórica de vítima de violência doméstica no sul do país a uma das lideranças armadas mais procuradas do Rio de Janeiro, teve a sua linha de vida cortada de forma bárbara por antigos aliados que não perdoaram a sua mudança de bandeira para o Terceiro Comando Puro (TCP).
A crônica de sua derrocada, capturada através de interceptações telefônicas, relatórios operacionais do Disque Denúncia e postagens em suas próprias contas oficiais — onde atuava como uma autêntica “narcoinfluencer” —, revela o nível de barbárie que rege os conflitos territoriais na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Evelyn, que ostentava fuzis de uso restrito e fechava contratos publicitários de jogos de azar para os seus quase 70 mil seguidores, transformou a própria rotina em uma contagem regressiva para a morte.
Ao proferir ofensas pesadas e decretar que seus antigos parceiros eram lixos sem capacidade de combate, ela subestimou a capacidade de retaliação do Comando Vermelho (CV), que organizou uma tróia militar cirúrgica para estourar os seus miolos e exibir o troféu de guerra nas redes.
A Gênese da Transformação: De Tubarão ao Front da Gardenia Azul
Para compreender o ódio visceral que motivou a execução de Evelyn, é necessário analisar o seu histórico de transformação radical, que teve início no ano de 2022 na cidade de Tubarão, em Santa Catarina. Criada em uma estrutura familiar estável e sendo filha de um policial militar atuante, a jovem vivia uma rotina comum vendendo produtos de beleza até se tornar vítima de uma tentativa brutal de feminicídio.
Desferidos pelo seu ex-companheiro, múltiplos golpes de faca perfuraram o seu pulmão, exigindo uma intervenção cirúrgica de emergência para mantê-la viva. No leito do hospital, Evelyn chegou a conceder entrevistas à mídia regional apresentando-se como uma sobrevivente e prometendo escrever um livro para auxiliar mulheres em situação de vulnerabilidade.
[Tentativa de Feminicídio em SC] ──> [Mudança para o RJ e Entrada no CV] ──> [Traição Pública e Migração para o TCP] ──> [Execução da Mãe como Retaliação] ──> [Emboscada e Morte no Fubá]
Contudo, a busca por reabilitação foi rapidamente substituída pelo ingresso no crime organizado. Após registrar passagens no sistema prisional catarinense por envolvimento com grupos locais, Evelyn mudou-se para o Rio de Janeiro e integrou-se às fileiras do Comando Vermelho, assumindo funções táticas no tráfico de drogas da Gardênia Azul, na Zona Oeste.
Foi nesse cenário de confrontos armados que os próprios policiais militares a apelidaram de “Diaba Loira”, impressionados com a sua audácia ao empunhar fuzis e trocar tiros com as guarnições. Em 2023, ela chegou a ser capturada transportando 7 kg de cocaína pura que seriam levados para a sua cidade natal, mas após obter liberdade provisória, refugiou-se nos quartéis-generais da facção.
A Quebra do Pacto: A Traição Pública e a Tropa do Coelhão
O ponto de ruptura que selou o destino de Evelyn ocorreu em meados de 2025, quando a narcoinfluencer decidiu romper de forma unilateral com o Comando Vermelho para se aliar ao Terceiro Comando Puro, passando a integrar a chamada “Tropa do Coelhão”, liderada por William Evens da Silva no Complexo da Serrinha, sob a chancela de Wallace Brito Trindade, o “La Costa” — um dos criminosos mais procurados do território nacional.
[O Impacto da Mudança de Facção nas Redes Sociais]
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[A Fachada como Narcoinfluencer] [A Ofensa ao Tribunal do Tráfico]
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Exibição de armas de grosso calibre, Tatuagem com o número 3 nas scratches e vídeos
divulgação de jogos e quase 70 mil fãs. debochando da capacidade tática dos rivais.
Diferente de outros dissidentes que buscaram o anonimato para preservar a vida, Diaba Loira utilizou o alcance de suas redes sociais para expor as entranhas e criticar a hierarquia de sua antiga facção: “Foi a cobardia que eu sofri. Pensei que fosse apenas com uma equipa até ver que é cultura mesmo do Comando Vermelho. Um querer menosprezar o outro, cada um por si. O teu patrão pensa que é o teu dono”, escreveu a jovem.
Para materializar a traição, Evelyn apagou todos os registros anteriores, passou a exaltar os símbolos do TCP e chocou a internet ao tatuar em suas costas a imagem de uma mulher armada acompanhada pelo número três, um coelho e um jacaré.
A resposta do Comando Vermelho foi imediata e de extrema crueldade familiar. Em uma clara demonstração de que as regras do crime haviam cruzado todas as linhas vermelhas, criminosos interceptaram e executaram a mãe de Evelyn no topo do morro.
Em um vídeo gravado em estado de choque e revolta, a traficante desabafou: “Vim falar da cobardia que o Vermelho fez com a minha mãe. Papo resto, a nossa guerra é entre nós, não é entre família não. Vocês mataram a única pessoa que eu tinha, sendo que ela não tinha nada a ver comigo e nem falava comigo”.
Mesmo diante da tragédia familiar e ciente de que sua cabeça estava avaliada em valores altos pelas lideranças da Penha, a Diaba Loira continuou postando vídeos zombando dos rivais, classificando-os como despreparados e desafiando o bando a invadir o seu novo perímetro.
Assista ao vídeo real e macabro dos rivais pisando nos restos mortais da loira disponível no primeiro comentário!
A Tróia Fatal: O Cerco no Fubá e a Exibição Macabra dos Miolos
A colheita de suas provocações virtuais materializou-se na madrugada de 14 de agosto, durante uma das investidas mais violentas registradas pelo controle das comunidades do Morro do Fubá e Campinho, na Zona Norte. Evelyn Passos Rodrigues foi atraída para uma tróia — uma emboscada tática armada por seus antigos comparsas do Comando Vermelho, supostamente sob a liderança direta do traficante conhecido como TH da Penha.
[O Desfecho Técnico da Operação Criminal]
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[A Execução e o Abandono do Corpo] [A Profanação Digital dos Restos]
Tiros na cabeça e tórax; cadáver deixado Gravações pesadas de rivais pisando na
na Encostadura envolvido em um lençol. massa encefálica e vazamento de mídias.
Encurralada no epicentro do tiroteio entre o CV e o TCP, a Diaba Loira foi capturada e executada friamente com múltiplos disparos de curta distância concentrados no tórax e na cabeça, sofrendo perda de massa encefálica imediata. No intuito de ocultar o corpo e evitar o registro de flagrante pelas forças estaduais, soldados do TCP tentaram resgatar o cadáver em direção ao Complexo da Serrinha.
Contudo, diante do avanço das viaturas blindadas, o bando foi forçado a abandonar o corpo de Evelyn envolvido em um lençol descartável no asfalto da Rua Cametá, em Quintino Bocaiúva (região da Encostadura).
O requinte de crueldade estendeu-se para o ambiente digital após a confirmação do óbito. Membros do Comando Vermelho gravaram vídeos pesados com aparelhos celulares celebrando a eliminação da rival, chegando a pisar nos restos mortais e na massa encefálica espalhada da jovem enquanto gritavam palavras de ordem em alusão ao armamento AK-47 e ao “comboio do trem bala”.
A barbárie digital foi alimentada ainda pelo vazamento criminoso de arquivos íntimos de Evelyn, espalhados em grupos de mensagens como forma de destruir completamente a sua imagem pública após a morte.
Quadro Técnico dos Dados Forenses e Histórico de Evelyn Rodrigues
A tabela informativa abaixo consolida os dados periciais, mandados expedidos e o histórico de campo mapeado pela Divisão de Homicídios da Capital (DHC) no fechamento do caso.
| Vetores da Análise Criminal | Elementos Materiais Identificados | Impacto no Inquérito Forense (2026) |
| Identificação da Vítima | Evelyn Passos Rodrigues (28 anos) | Óbito por perfurações de projéteis cranioencefálicos |
| Alcunha de Guerra | “Diaba Loira” ou “Blogueira do Crime” | Monitorada como narcoinfluencer de alta relevância |
| Localização do Cadáver | Rua Cametá, Encostadura, Zona Norte, RJ | Abandono de corpo por comparsas em rota de fuga |
| Material Bélico de Ostentação | Fuzis de assalto 5.56 e submetralhadoras | Histórico de confrontos diretos contra a PM |
| Situação Jurídica Final | Três mandados de prisão pendentes no CNJ | Extinção de punibilidade criminal por morte da ré |
A trajetória de Evelyn Passos Rodrigues funciona como um espelho fiel da falência social e da brutalidade estrutural que impera nas periferias dominadas pelas facções criminosas no Brasil. Em um intervalo de apenas 36 meses, a jovem percorreu os extremos da vulnerabilidade humana: sobreviveu a facadas no sul do país, buscou abrigo no crime fluminense, converteu-se em uma figura de ostentação digital com milhares de seguidores e terminou com a vida ceifada no asfalto frio da Zona Norte carioca.
O perfil de Evelyn no Instagram, que acumulava milhares de acessos devido à publicidade de jogos de aposta eletrônicos (como o jogo do tigrinho), acabou sendo herdado por seu irmão, que continua monetizando e extraindo lucros da página mesmo após o encerramento violento da vida da titular.
O caso segue sob a custódia da Delegacia de Homicídios, que utiliza os cartazes antigos do Disque Denúncia e as imagens capturadas pelos próprios traficantes para tentar identificar e prender os autores intelectuais da emboscada.
Enquanto os territórios do Fubá e Campinho permanecem sob clima de forte tensão armada e patrulhamento constante, a história da Diaba Loira é enterrada como mais um alerta contundente e severo de que no xadrez do crime organizado carioca, a ostentação virtual é uma ilusão efêmera e o preço por trair os tribunais invisíveis das favelas é cobrado com o chumbo implacável da própria destruição.