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IDOSA ABANDONADA PELOS 4 FILHOS ACOLHE MENDIGO SEM SABER QUE ERA JESUS – O MILAGRE VAI TE EMOCIONAR!

Esta é a história da dona Estela Maria da Silva, 82 anos, viúva há oito, abandonada pelos quatro filhos há 3 anos. Ela vive sozinha num rancho a cair aos pedaços no interior de São Borja, Rio Grande do Sul. Ela chorava sozinha, segurando uma fotografia antiga e desbotada. A única recordação de quando a família estava unida, quando os seus filhos ainda a amavam, o Fernando, a Carla, o Eduardo e Beatriz, todos jovens, todos sorridentes, ao lado dela e do marido, o seu auxíli felizes, mas essa felicidade já não existia mais.

Senhor, já não sei o que fazer. Estou sozinha, com fome, com frio. Meus filhos me esqueceram, mas sei que o Senhor nunca me abandona.

A sua única companhia era a Flor, uma cadela velha e cansada. tão frágil como ela, as duas sobrevivendo juntas, mal tendo forças para continuar.

Há 7 anos, os quatro filhos foram embora. Fernando e Carla para Porto Alegre, Eduardo e Beatriz para Curitiba. Prometeram voltar logo, prometeram ligar sempre. Ela acenava da varanda, acreditando nas promessas. Não sabia que seria a última vez que veria todos juntos durante muitos anos. O telefone público mais próximo ficava a 2 km. Ela não tinha forças para caminhar até lá e mesmo que tivesse, tinha perdido o papel com os números dos filhos há anos.

A despensa estava quase vazia, apenas um pequeno pedaço de shark ressecado, duas batatas murchas e meia lata de farinha de milho. Era tudo que tinha.

Senhor, o que vou fazer? Não tenho mais nada. >> Sentava-se à mesa vazia, sozinha, olhando para o prato vazio, lembrando dos domingos quando a família estava reunida. Quando havia amor, quando havia alimento, o inverno gaúcho era cruel. As noites eram tão frias que ela conseguia ver a própria respiração dentro de casa. Sem lenha, sem aquecimento, só o frio penetrante. Ela enrolava-se num cobertor velho, cheio de buracos. flor ao seu lado, também a tremer, as duas dividindo o pouco calor que tinham, mal conseguindo dormir de tanto frio. O fogão de lenha estava completamente apagado, frio, sem uma única brasa, sem lenha para acender, mais um símbolo da miséria que se tornara a sua vida.

Quando o sol finalmente nasceu, trouxe pouca esperança. A geada cobriu o chão. O céu permanecia cinzento e pesado. Mais um dia de frio, mais um dia de fome. Para o pequeno-almoço, ela pegou numa das batatas murchas, partiu ao meio com as suas mãos trémulas, uma metade para ela, a outra metade para a flor. Era tudo o que tinham. Ela mastigava a batata crua lentamente, sem sal, sem tempero, sem cozinhar, pois não tinha lenha. As lágrimas escorriam silenciosamente, mas ela agradecia porque ainda tinha alguma coisa.

Depois do café, ela foi até ao quartinho dos fundos, abriu um baú velho e poeirento, onde guardava as recordações, as memórias de quando ainda era feliz.

O Fernando era tão carinhoso, a Carla era à minha companheira de cozinha, o Eduardo me ajudava na horta, a Beatriz dormia no meu colo toda a noite. Por que razão vocês me esqueceram-se? Pai do céu, sei que o Senhor tem um propósito para tudo isto, eu não compreendo, mas confio. Se for preciso passar fome, frio e solidão, que assim seja. Só não me abandone, Senhor.

Naquela tarde fria, a dona Estela varria o varanda com uma vassoura velha e gasta. Cada movimento doía por causa da artros, mas ela continuava, mesmo abandonada, mantinha a sua dignidade. Foi então que ela ouviu passos. Alguém a caminhar na estrada de terra batida, vindo na sua direção. Ela parou de varrer, olhou pela janela. Um homem caminhava devagar, sozinho, sem bagagem, aproximando-se do rancho. Viajante tinha o cabelo comprido, barba curta e vestia roupas simples, mas havia algo de diferente nele. Uma luz suave, uma paz que o ar em redor não conseguia explicar. Parou no portão quebrado e olhou para o rancho, não com juízo, mas com compaixão infinita.

Boa tarde, senhora. Desculpe incomodar. A senhora teria um pouco de água? Estou a caminhar há horas e estou com muita sede.

A Dona Estela abriu a porta. Suas mãos tremiam, mas não de medo. Havia algo naquele homem que lhe tocava o coração. Mesmo não tendo quase nada, ela respondeu:

“Entre, meu filho, o senhor precisa descansar. Vou buscar água.”

Ela foi até à cisterna velha. Com dificuldade puxou a água. Era água barrenta, turva, mas era tudo o que tinha e mesmo assim ofereceu.

Desculpe a água não ser limpa, o meu filho, mas é o que tenho.

Obrigado, minha senhora. Esta é a água mais preciosa que já bebi.

Dona Estela ofereceu a sua única cadeira boa. O viajante sentou-se com gratidão e depois ela fez o que sempre fazia quando recebia alguém. Começou a conversar.

De onde vem? Tive quatro filhos, sabe? Fernando, Carla, Eduardo e Beatriz foram embora 7 anos. Fazia três que não ligavam, nem no meu aniversário, nem no Natal.

Flor, que mal tinha forças para levantar, levantou a cabeça, olhou para o viajante e algo aconteceu. Os seus olhos brilharam como se reconhecesse algo que os humanos não viam.

Olá, pequena flor. És linda e és muito amada, sabia?

Mientras conversavam, chegou um homem cambaleando no portão. Um peão de estância, desempregado, derrotado, sem ter onde dormir naquela noite gelada.

Dona, por favor, fui despedido hoje. Não tenho onde dormir. O frio vai matar-me essa noite. Você tá ter um cobertal velho? Qualquer coisa certa.

Calma, rapaz. Eu compreendo. Espere aqui.

Muito obrigado, Sra.

A Dona Estela olhou para aquele homem, depois olhou para Jesus e, depois, sem pensar duas vezes, foi até ao baú. O baú onde guardava las últimas recordações do marido >> era a manta de lã do meu auxí, a última coisa que ainda tinha dele. Mas aquele homem precisa mais do que eu.

Jesus observava em silêncio e a luz ao à sua volta começou a brilhar um pouco mais forte, quase imperceptível, mas estava lá. Aprovação divina pelo sacrifício dela.

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No dia seguinte, uma professora jovem chegou a tremer de frio. O seu carro havia quebrado na estrada. Ela precisava de lenha para fazer uma fogueira ou morreria de hipotermia nessa noite.

Por favor, dona. O meu carro quebrou. Tenho muito frio. A senhora tem lenha? Qualquer pedaço serve. Só para passar a noite.

A Dona Estela foi até às traseiras, olhou para as últimas tábuas de lenha que tinha. Eram as últimas. Sem elas, passaria a noite inteira a tremer de frio. Mas aquela rapariga precisava.

Pode levar, minha filha. leva tudo. Deus vai aquecer-me de outro jeito.

Jesus continuava ali a observar, testemunhando, e a luz à sua volta tornava-se cada vez mais intensa. Cada sacrifício dela fazia com que a glória dele brilhar mais.

Nessa noite, a dona Estela tremeu como nunca. O fogão estava apagado, sem lenha, sem fogo, sem calor, apenas o frio cortante a invadir cada fresta do rancho. Mas ela não se queixou. A meio da noite, batidas na porta. Era um menino de 8 anos perdido da família, assustado, sozinho no escuro.

Anda cá, meu filho. Você está seguro agora. Não precisa de ter medo.

Ela tirou o lençol da sua própria cama, o único que tinha. Preparou tudo para o menino dormir, sabendo que ela própria teria de passar a noite sentada numa cadeira dura e desconfortável. O menino dormiu profundamente, pela primeira vez em horas, seguro, aquecido, protegido, enquanto a dona Estela velava o seu sono como uma guardiã silenciosa. Dormiu sentada, a postura doía, a artrose latejava, as costas gritavam de dor, mas ela não se importou porque tinha dado o seu melhor para aquela criança.

Jesus observava tudo e agora a luz à sua volta era impossível de ignorar, dourada, brilhante, enchendo todo o rancho com uma presença divina.

Obrigado, avó. A senhora salvou a minha vida. Que Deus o abençoe sempre.

Mas o teste mais difícil ainda estava por vir. Um casal de idosos retirantes chegou cambaleando. Haviam perdido tudo numa cheia. Estavam há três dias sem comer. A Dona Estela olhou para aquele casal faminto, depois olhou paraa sua dispensa. Só restava um pedaço de tubarão, duas batatas. Era literalmente tudo o que tinha para comer. Tudo comida.

Se eu der isso, fico sem nada. Mas eles precisam mais do que eu. Deus vai providenciar.

Ela pegou nas duas últimas batatas, literalmente as últimas. Depois disso, não haveria mais nada, absolutamente nada. Mas a sua decisão estava tomada. Ela preparou uma sopa com o último tubarão, com as últimas batatas, com a água barrenta da cisterna e deu tudo, absolutamente tudo para aquele casal.

Que Deus abençoe a senhora ricamente. A senhora salvou-nos a vida.

Quando o casal partiu, a dona Estela abriu a dispensa vazia, completamente vazia. Não não havia mais nada, nem um grão de arroz, nem uma migalha de pão, nada. Dona Estela sentou-se à mesa vazia, sem nada para comer, sem nada para o dia seguinte. Mas algo de extraordinário acontecia no seu coração. Ela estava em paz, profunda paz.

E então Jesus se levantou. A luz à sua volta explodiu, dourada, radiante, sobrenatural, impossível de ignorar. O rancho inteiro foi iluminado por glória divindado.

Senhor, o que está a acontecer?

Dona Estela, eu sou Jesus Cristo. Vim até aqui disfarçado para testar o seu coração e passou em todas as provas.

Ela caiu de joelhos a tremer, não de medo, mas de reverência, de alegria, de amor. Lágrimas escorriam abundantes pelo seu rosto. Jesus Cristo estava ali no seu rancho humilde.

Quando tive sede, deste-me água. Quando os outros tinham frio, deu o seu cobertor. Quando havia fome, você dividiu o seu último pedaço de pão. Tudo isto sem saber quem eu era.

As mãos da dona Estela, que tremiam há anos com artroses, ficaram firmes, fortes. Os dedos moviam-se livremente, sem dor, sem tremor, completamente curadas.

Consigo manter-me em pé. A minha coluna. Não dá mais, senhor. O senhor curou-me.

E então começou o milagre. A dispensa vazia começou a encher. Sacos de arroz, feijão, farinha apareciam do nada. Latas de conserva, frascos de açúcar, sal, tudo surgindo da luz dourada. A cisterna que tinha água barrenta começou a transbordar com água cristalina e pura, limpa, abundante, jorrando sem parar. No quintal, a horta morta pelo frio começou a brotar. Verduras verdes e frescas, batatas grandes e saudáveis, surgindo vida onde havia morte. E flor, a cadela velha e cansada começou a rejuvenecer. O seu pelo voltou a ter cor, os seus olhos brilharam e ela correu pelo quintal como uma cria, ladrando de alegria.

Obrigada, Senhor. Obrigada. O Senhor transformou a minha dor em alegria, a minha foi em abundância, a minha solidão em esperança.

Mas o milagre ainda não tinha terminado. Nesse preciso momento, a 300 km dali, algo de extraordinário estava a acontecer. Todos sentiram a mesma coisa, uma urgência, um inexplicável, um chamamento irresistível, voltar já para casa. E então aconteceu. Os quatro carros chegaram ao rancho quase ao mesmo tempo. Quando desceram e se viram, ficaram em choque. Como era isso possível?

Mãe, é a senhora? Como a senhora está de pé? Ereta, sem dor?

Ai, perdoa-me. Perdoa-nos. A gente te abandonou. A gente esqueceu-se da senhora.

Mãe, perdoa-nos. [risos]

Eu perdoo-vos, meus filhos. Deus já tinha perdoado antes mesmo de vocês pedirem. Ele mostrou-me que o amor verdadeiro sempre espera, perdoa sempre, restaura sempre.

Naquela noite, pela primeira vez em 7 anos, a família estava reunida.

É tão bom ter toda a gente aqui de novo. Deixa que vocês todos juntos.

Brin a mais momentos como este.

Depois do jantar, saíram todos para a varanda, tomaram chimarrão juntos. Flor brincava com os netos que a dona Estela não conhecia.

Delícia esta noite.

Obrigado, mãe.

Adoram brincar com vocêas. O rancho que estava a cair aos bocados estava agora milagrosamente restaurado. No horizonte, o sol punha-se atingindo o céu de dourado. E por um breve momento, todos viram uma figura luminosa caminhando pelos campos ao longe. Era Jesus a acenar-lhes antes de desaparecer.

Obrigada, Senhor. O Senhor transformou a minha dor em alegria, a minha tristeza em dança, a minha solidão em família.

Você que me está a observar agora, escuta bem. A Dona Estela deu tudo sem ter nada. Água quando eu pedi, manta, quando outros tinham frio, a comida quando havia fome, tudo sem saber quem eu era. A Bíblia diz: “Dai e servos a dado”. Quando se dá com amor, mesmo não tendo nada, eu vejo, eu testemunho e eu sempre recompenso. Deixe o seu like se esta história tocou-o. Comente amém e partilhe com quem precisa de esperança. Quando der, sem esperar nada, eu estarei lá. Que Deus abençoe você. Amém. M.