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A brutalidade atingiu um nível inimaginável em Porto Seguro. Uma jovem mãe de apenas 18 anos teve seus sonhos interrompidos de forma cruel, em um crime que chocou até os policiais mais experientes. O que começou como uma saída comum para uma festa terminou em uma cena de horror que revela a face mais sombria das guerras entre facções no Brasil. Como algo tão bárbaro pôde acontecer sem que ninguém soubesse o real motivo? Prepare-se para conhecer os detalhes perturbadores de uma história que desafia a nossa compreensão sobre a segurança pública. Leia agora.

CORTARAM os dedos dela pra fazer o sinal do C.V! Sara Cristina

Este homem tinha 20 execuções na consciência, mas quando a polícia apreendeu seu celular, encontrou este vídeo. A pessoa no vídeo era Sara Cristina Ferreira de Souza, uma jovem de 18 anos que foi sequestrada por membros do MPA, uma facção criminosa que atua em Porto Seguro.

Neste vídeo, a jovem teve os dedos cortados com um facão. Um detalhe bizarro é que tudo isso acontecia enquanto os criminosos riam do seu sofrimento. Sara perdeu a vida naquele dia, junto com a cabeça. Sua cabeça só foi encontrada nove dias depois em Santa Cruz Cabralha. No entanto, um detalhe importante é que este vídeo é do ano passado, de um caso em que ninguém foi preso ou investigado.

Mas para entender isso, precisamos voltar um pouco no tempo. Uma semana antes, nas proximidades, outra mulher também foi morta da mesma forma, ou seja, teve a cabeça arrancada por causa dessa guerra de gangues que existe ali na Bahia. Eu, Duda, fui a uma casa de fachada alaranjada para abraçar as ideias dos alemães contra o CV. Fomos todos para o ralo.

A liderança não tolera traição. No entanto, investigações posteriores revelaram que esses vídeos de Sara foram divulgados online com a intenção de espalhar terror entre os moradores, principalmente nas áreas rivais de Porto Seguro e Santa Cruz Cabralha. Quando falamos de guerras de gangues, é normal pensar no Rio de Janeiro, por exemplo.

Contudo, observe este mapa que mostra as taxas de homicídio por 100 mil habitantes, onde o Rio de Janeiro nem sequer é o estado mais perigoso, longe disso, com 22,1 mortes por 100 mil habitantes devido ao crime organizado. É um número alto, claro, mas enquanto a Bahia tem quase o dobro, com 40,6 mortes por 100 mil habitantes, espere, ainda nem chegamos à pior parte, porque o estado mais perigoso do Brasil, acredite ou não, é o Amapá, com 45,1 mortes por 100 mil habitantes.

Sara era mãe de um bebê de 4 meses. No dia do crime, ela saiu para um “paredão”, que na Bahia nada mais é do que uma festa com música alta; algumas pessoas gostam, outras odeiam. Foi nessa festa que ela enviou suas últimas mensagens para a mãe.

Ela me mandou uma última mensagem dizendo que estava bem, mas depois disso nunca mais voltou. Sara morava no bairro Parque Ecológico, em Porto Seguro. Sempre que fazemos um vídeo sobre esse tipo de caso, geralmente é porque a pessoa tinha algum envolvimento com o crime, ou tinha algum parente ligado ao crime.

Mas, pesquisando sobre a vida dela, não encontramos nada, muito menos qualquer ligação com o crime organizado. Na Bahia, você não pode postar uma foto fazendo um gesto com a mão. Dependendo da situação, você pode não poder usar uma camisa de futebol com um certo número nas costas, para não ser confundido com outra pessoa. Até recentemente, você não podia usar uma camiseta da Adidas, por exemplo, por causa daquelas três listras, sabe, que é o logo da marca.

Chegou a um ponto tão absurdo que você podia morrer por usar uma camiseta do Mickey Mouse, cara. Sim, alguém morreu por causa disso, mas enfim. Ela morava com a família e se dedicava à filha pequena. No sábado, 6 de setembro de 2025, Sara saiu de casa para uma festa de rua no bairro Paraguai. Na madrugada de domingo, dia 7, ela fez seu último contato com a mãe.

Depois disso, ela desapareceu. Foi então que começaram a procurá-la e encontraram pelo menos parte dela. Na manhã de segunda-feira, 8 de setembro, enquanto os trabalhadores se dirigiam para o trabalho, depararam-se com uma cena bizarra no bairro de Pindorama, em Porto Seguro, Veracruz. O corpo de uma jovem foi encontrado decapitado, com múltiplos ferimentos de faca, o que significa que ela havia sido esfaqueada.

Mas o detalhe mais brutal é que, além da cabeça, faltavam seis dedos. E isso foi intencional por causa de algo que vimos no vídeo que vamos comentar daqui a pouco, onde ela tinha apenas dois dedos em cada mão, formando o famoso símbolo de “tudo em dois”.

Pessoal, 70% das pessoas que assistem ao canal não são inscritas. Para que vocês recebam vídeos do canal, preciso que curtam este vídeo. Mas ficaria ainda melhor se comentassem abaixo com um tema que gostariam de ver no canal. Se você é novo por aqui, inscreva-se, porque nossa meta é chegar a 200.000 inscritos este ano. É só isso. Vamos ao vídeo.

Como eu disse, isso não aconteceu por acaso. O vídeo da tortura mostra pelo menos três pessoas, três homens, enquanto Sara estendia a mão para que um homem encapuzado cortasse seus dedos. O mais estranho é que, depois de cortar seus dedos, os homens a forçaram a fazer o sinal de “tudo dois” com a mão que ainda tinha os dedos.

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Foi então que dois vídeos surgiram. O primeiro é o vídeo em que os dedos de Sara são arrancados. Faça o três, o três, três, três, três de

O cara estava aqui, olha. Relaxa. Os caras riam, debochando da situação, enquanto Sara simplesmente obedecia. Foi então que, no segundo vídeo, eles pegaram uma corda, colocaram no pescoço de Sara, amarraram-na a uma árvore, mas não adiantou.

Um dos homens chega com uma faca e começa a esfaquear Sara para que ela morresse mais rápido. Claro, a cabeça dela foi removida depois, em um momento que não foi gravado. Vou cair. Nos dias seguintes, em 17 de setembro, a cabeça de Sara foi encontrada em uma área rural de Santa Cruz, Cabralha. O mais triste é que ela foi morta sem que se soubesse o porquê.

Claro, nada justifica isso, e fica ainda mais sombrio quando lembramos que ela deixou uma filha de 4 meses. Demorou um tempo, cara, para que algum nome aparecesse. Tanto que a Polícia Civil da Bahia abriu uma investigação rápida para tentar descobrir quem era o responsável. A primeira delegacia territorial de Porto Seguro assumiu o caso e, em abril de 2026, a operação de Zova foi descoberta.

 

Na segunda fase, em 15 de abril de 2026, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Porto Seguro. Um homem de 37 anos, supostamente um dos envolvidos, foi preso. Mas o principal suspeito era William Silva de Oliveira, apelidado de Chapa, mencionado no início do vídeo.

Esse Chapa foi identificado como líder da facção MPA, também conhecida como Mercado do Povo Atitude. Ou talvez estivesse ligado à cor vermelha. Não conseguimos comprovar essa hipótese. Ele tinha um histórico de violência e era suspeito de dezenas de execuções. Era uma espécie de gerente da FAC e, além de ser acusado de executar rivais, foi indiciado por 20 execuções, segundo o G1.

Nos vídeos, ele carregava armamento pesado, incluindo um fuzil e uma mira telescópica, muito semelhante ao que vemos no Rio de Janeiro. No entanto, nas redes sociais, o sujeito gostava de postar fotos ostentando, incluindo um vídeo dele dando um presente a uma criança. Ok, mas aí você se pergunta como um cara assim, com mais de 20 acusações de homicídio contra ele, estava livre? Acontece que ele já havia sido preso antes, mas estava em liberdade condicional na época de sua morte.

Sim, ele morreu em 5 de maio de 2026, ou seja, meses depois do caso de Sara. Acontece que uma operação conjunta da polícia civil, militar e federal ocorreu em Porto Seguro. Chapa estava em uma casa na região de Casas Novas, e há relatos que dizem que o crime aconteceu no Parque Ecológico de Pindorama.

Mas o problema é que algumas equipes foram até lá para cumprir mandados de prisão. Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, houve troca de tiros após o homem começar a atirar contra os policiais. Ele foi ferido, recebeu os primeiros socorros e foi levado ao Hospital Regional Luís Eduardo Magalhães, onde faleceu.

Lá, eles conseguiram acesso ao celular de Chapa e foi onde encontraram o vídeo de Sara na galeria. O MPA surgiu no início da década de 2010 nas ruas próximas ao Mercado do Povo, no bairro Baianão, em Porto Seguro. Inicialmente, era um grupo menor, mas cresceu, se profissionalizou e se expandiu para bairros como Paraguai, Baldinão e outras áreas periféricas de Porto Seguro.

Eles atuam principalmente na venda de maconha, cocaína e crack. O MPA está envolvido em inúmeras execuções, muitas vezes com extrema violência, incluindo decapitação e mutilação, que é o modus operandi de muitas dessas facções na Bahia. Nos últimos anos, o grupo passou a agir de forma organizada, invadindo propriedades e expulsando moradores com ameaças e armas de grosso calibre.

Esse foi o alvo da Operação Indulgência, que resultou em denúncias apresentadas pelo Ministério Público da Bahia. Além da extorsão e do controle territorial em favelas e áreas rurais, não é muito difícil encontrar seus membros. Basta pesquisar MPA no Instagram e um monte de gente supostamente ligada a uma facção criminosa aparecerá.

O MPA tem ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), que fornece apoio ideológico, armas e tráfico de drogas em larga escala. Também mantém parcerias com a “gangue louca” e o “Terceiro Comando Puro”, sendo rival do grupo “vermelho”. As principais figuras dessa facção são André Marcos dos Santos, um dos fundadores e líderes, e William Silveira, que era Chapa e, como já mencionamos, faleceu.

O MPA tem ligações com o PCC, que é um dos fundadores e líderes, e já mencionamos que faleceu. Mas vocês se lembram da mulher de quem falei no início do vídeo? Já fizemos um vídeo sobre ela aqui no canal, e o nome dela era Eduarda. Ela foi sequestrada de sua casa no bairro de Itapuan, junto com outras duas mulheres, mas seu corpo foi encontrado naquela mesma tarde, embora decapitado. O corpo estava lá, e a cabeça estava dentro de um saco plástico.

Ao lado da cabeça, os criminosos deixaram um bilhete, que é o que estamos lendo para vocês. Então, vou mostrar o mapa novamente. Podemos ver que essas coisas estão acontecendo com mais frequência no bairro de Itapuan.