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A crueldade atingiu um nível inimaginável nas sombras das comunidades cariocas. Douglas Donato, o Diná Terror, não era apenas um criminoso, ele personificava o horror. Responsável por atos bárbaros contra mulheres e um dos homens de frente em uma das facções mais perigosas do Rio de Janeiro, sua trajetória termina em sangue e mistério. Como a violência se tornou a sua única linguagem e por que tantas pessoas ainda prestam homenagens a um homem cujas mãos estavam sujas de inocentes? Veja os detalhes assustadores desta história real.

DINÁ TERROR, M4T4VA MULHERES E FILMAVA SEU BONDE ABUS4ND0 DELAS

 

O mal está em muitos lugares, mas muitas vezes esse mal personifica-se numa pessoa e essa pessoa passa a fazer muitas maldades. Este é o adjetivo que precisa de ser dado a na terror, um membro da facção que além de matar fazer de tudo para que os outros compreendessem que era movido a maldades. Pessoal, eu falo muito de fora da lei aqui neste canal e hoje vamos falar de um sujeito que ficou bastante conhecido como terror. Isso mesmo.

No meio do mundo do crime, o seu vulgo era o terror. Lógico que tinha um outro vulgo também que era cu na cara. Mas a gente não vai usar cu na cara aqui. Exatamente porque se nós continuarmos a usar essa [ __ ] vai desmonetizar. Beleza? Mas lembre-se que quando eu falar de na terror cu na cara e tal. Talvez por ter este vulga ele virou tão mal assim, não é? Que ele disse assim: “Ah, eu vou fazer os gajos usar o outro”.

Bom, o Terror diz muito sobre as condutas dele. Prestem bastante atenção a esta história e vejam aquilo que o ser humano é capaz de fazer com gente inocente. E algumas pessoas não tão inocentes quanto isso. Fernandão, roda a vinheta. Pessoal, hoje vamos contar uma história As barbaridades cometidas por Douglas Donato, conhecido por Dina na Terror ou Kunakara.

Nasceu em 16/05 de 1995 no Rio de Janeiro. Tiná era cria complexo da Penha, local que sempre esteve nas mãos do comando vermelho. E foi aí que entrou para o mundo do crime. Quem conhece o nosso trabalho aqui sabe que o complexo da Penha é uma espécie de quartel do comando vermelho juntamente com o complexo do alemão, certo? nunca foi tomado, está sempre na mão do CV e já era.

Muitos crias saem de lá e são alocados noutras favelas, porque ali é uma espécie de quartel-general, mas também de Senai do crime. Algumas fontes disseram-nos que desde criança ele andava perto dos foras-da-lei da região, começando já a transportar espingarda com apenas 13 anos de idade. Em determinada época, o projeto das unidades de polícia pacificadora entrou em funcionamento e Diná Terror teve de fugir da localidade.

Foi realocado na região do morro faz quem quer e Rocha Miranda, na zona norte do Rio de Janeiro. Lugar onde há muita treta de violência da polícia com bandidos, uma série de coisas lá. É complicado. Muita gente pode dizer assim: “Eh pá, com apenas 13 anos, malta, os gajos entravam com 10, com 9, com 11 anos.

Aquela idade aí dos 13 anos, o nego já está a morrer no mundo do crime, tá ligado? Se ele é uma sementinha da maldade. O negócio é complicado mesmo e é mais ou menos deste jeito aí. Bom, em Rocha Miranda, Dina O terror passou a demonstrar uma vontade gigantesca, gigantesca de crescer no mundo do crime. Era muito ambicioso e voraz pelo poder.

Era soldado, mas começou a fazer várias tarefas para subir no conceito dos grandes chefes. Na altura, o patrão da região era o Anderson Santana da Silva, conhecido por Gão. É o velho conhecido do Comando Vermelho, não sei se está vivo, mas ele era discípulo da quadrilha de Luís Fernando da Costa. O Fernandinho Beiramar.

Aprendeu muito com o Fernandinho Benamar e era bastante sanguinado também. O Gão gostou do Dinar desde o início e acabou por aproximar dele, não é? Aproximando-se e alocando-o como uma espécie de sicara do mundo do crime. Rapaziada, percebe o negócio aqui. Um criminoso quando quer subir para a hierarquia, ele utiliza duas coisas.

Ou uma ou outra é o as duas. E pr as duas é preciso disposição. Ou ele usa inteligência ou ele usa a violência. E Diná passou a usar a violência impulsionada pela maldade. Daqui a pouco vou dar-lhe uma informação que você fala realmente cara muito violenta. Daqui para a frente vamos começar a falar das maldades e crimes cometidos pelo diná terror, ok? Aliás, deixa-me dizer aqui uma coisa sobre o assunto, ó.

Quem cedeu aqui parte desta pesquisa foi o Eugenato, que é um canal muito bom que apanhamos umas pautas deles de vez em quando, ok? A gente troca as pautas. Malta, eu vou falar a sério aqui. Tem uns idiotas que t ido lá ao canal do do Eugenato e acusado-o de plágio. Ele é meu seguidor, eu sou seguidor dele, a as pessoas conversam de vez em quando, não há nada a ver com isso.

 

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Parte dessa pesquisa ele cedeu-nos. Os crimes são algo público, são histórias também. É igual tu ires ao Betto que é meu parceiro, e tu dizes que ele tá copiando a agenda da Susane Roff minha. Não é assim que as coisas funcionam. Não existe cópia de pautas. Vocês estão moscando, rapaziada. Eu e o Genato a gente faz trabalhos diferentes, mas com com grande qualidade, não é? Com a mesma qualidade. E é um parceiro nosso.

O canal dele é muito [ __ ] e eu particularmente vejo constantemente. Portanto pessoal, nós somos parceiro e nós vamos, inclusive vamos fazer um colab aqui junto num próximos vídeos aí que vão ver que vai ficar giro, está bom? Fica ligado aí. Bom, vamos continuar aqui. Assim, o dinaterro passou a matar, a impor a violência a todo o tipo de situação que desagradasse ao seu chefe. OK? Serviço.

Vamos dar alguns exemplos aqui para vocês. Teve algumas referências aí de jornais que nós apanhou que nos mostrou que o DIN chegou a ser retirado, retirado do Tribunal do Crime. Ele era responsável numa parte do tribunal. Ele foi retirado por ser muito violento, por utilizar a violência excessiva. Mas depois vai dizer: “Ah, está a fazer que os gajos tribunal de crime dá doce, dá doce de leite para o gajo comer, dá um cafezinho, oferece um cappuccino.

” Não, os tipos do Tribunal de Crimes são realmente extremamente violentos, sabem disso. Mas nem tudo o que acontece no Tribunal do Crime é resolvido com a violência letal, ok? ou cortando pedaço dos outros, por exemplo. Muitas vezes o gajo não é morto, simplesmente toma uma camaçada de pau em vida que segue ou é expulso da favela.

Ou às vezes não não acontece nada, o gajo vai lá, os gajos julga que não fez tal coisa e tal, e às vezes o gajo tem que devolver um botija de gás, tá ligado? Toma só um acelero. E aí, mano? Se tiver um membro muito acelerado, com sangue nos olos no tribunal, o bagulho descontrola, velho. Porque o gajo começa a dizer uma pá, começa a dizer que vai matar o gajo, começa a cortar pedaço do gajo e, mano, depois entra em desespero, os gajos acaba matando o bagulho e depois o tribunal começa a perder efeito. Porque o tribunal para

ser justo, ele não pode levar o gajo para lá só para picar o gajo, percebe? Ele precisa de fazer uma espécie de julgamento mesmo do maluco, senão não vira o tribunal do crime, basta levar para tirar a vida. Bom, o Diná vai destacar-se por alguns crimes específicos cometidos contra as mulheres.

Ali não faz quem quer havia um tipo chamado Leonardo da Costa, o Léo 22. Não confundir com o Léo do Pará, que temos aqui vídeo, o chefe do Pará, que fez carreira no Rio de Janeiro também dois estados, controlou o crime em dois Estados. Esse é um outro L 22, este é da raia miúda. Ora, o Léo 22 do Faz quem quer, ele ocupava a função muito semelhante ao Diná do Terror.

Ele é meio concorrente do DIN, mas tiveram um grande desentendimento. Aí algumas referências, alguns jornais dizem-nos uma coisa, outros jornais dizem outra. A gente vai passar as duas versões para vocês. Dizem que o Léo e o Diná discutiram por causa de uma mulher. Outras dizem que a briga deles foi porque o Leo estava a concorrer ao cargo de gerente e o Diná queria passá-lo, percebe? queria tirá-lo do bagulho.

De qualquer forma, o Leo desentendeu-se com o eh Diná e depois desentendeu-se com o Gan, o chefe da localidade. Ele resolveu desertar. Desertar para os gajos lá chama saltar no mudo, né? Ele resolveu saltar o mudo, saltando o muro do CV e entrando no TCP. E depois o Léo desaparece da favela, mas leva junto vários homens, armas e substâncias ilegais.

Malta, temos um vídeo aqui da Popotinha que foi um tipo que fugiu, saltou o muro e ele levou os fuzil. E depois o popotin é, mano, o vídeo dele é bastante pesado. O gajo faz ele chupar espingarda, um negócio muito feio. Mas quando foge, leva material humano e arma, pá, dá maior trabalho. Porque um espingarda, o gajo perde espingarda numa favela pequena, ok? Pequena, perto do complexo da Alemanha e o complexo da Penha.

Dá muito trabalho perderes um fuzil. perde um poder de fogo absurdo. Então o Léo foge levando as espingardas e tal e o Gão fica louco. E depois, que que o Din resolve fazer? Ah, vou mostrar serviço ao meu chefe e vou fazer vingança. Vou matar os outros, que é o que ele sabia fazer, ok? Mas como que ele ia conseguir apanhar o Léo 22 entrando na área do 3CP? É difícil, certo? Ter de montar uma operação desfocada e muito facilmente de morrer numa fita desta, tá? Só que ele foi atrás da mina que o Léo gostava e depois expôs a mina

a um pânico sem fim e depois deu vários tiros sobre ela, uma dezena de tiros a menina. Um crime violentíssimo. E o crime contra as mulheres não vai parar por aí. O diná vai fazer muita vítima e uma delas vai repercutir todo o Rio de Janeiro e em todo o Brasil. Bom, aqui a gente vai detalhar toda a situação porque realmente este acontecimento é assustador.

Quem vos está a falar é um tipo que trabalha com crime há muitos anos. Uma menina chamada Raíça Cristina e Machado de Carvalho Sarp frequentavam baile funk na comunidade faz quem quer. Ali na discoteca ela acabou por se envolver com o Diná terror. O Diná era casado com uma mulher bastante ciumenta. Ele falou à Raíça que era solteiro quando ela ficou com ele, mas descobriu ali no baile mesmo que era casado.

Aí ela foi tirar satisfações com ele. Pessoal, ó o que que acontece. Os traficantes têm muitas mulheres, tem de ter 19, 20, 30 mulheres. O facto deles terem muitas mulheres, muitas mulheres, não é um grande problema para eles, mas não podem apanhar uma mina à frente da outra, percebeste? Se ele fizer isso, dá um problema.

Ele pode perder uma das minas, tal, e etc. O que conseguimos entender que, por exemplo, o Globo e o Dia publicaram, é que ela ficou com o dinar terror e a a partir desse momento ela achava que ele era solteiro, que não tinha outra mina. Só que a menina no Diná aparece na no baile, no baile funk. E depois ela vai trocar uma ideia com ele, diz: “Epá, não disse que não era casado? Tu és casado, ficaste comigo, tal, não sei quê”.

E não gostou da cobrança, percebe? Aí ele e os compars pegaram na mina e, ui, rapaz, eles deram um esculcho nessas minas aí, torturaram a mina, pá. Ai, um absurdo, velho. Um absurdo. Segundo a investigação policial, a menina teria sido violada por vários rapazes. Ela foi deixada à entrada da favela, toda sangrando.

Ao ser levada para o hospital, identificaram várias hemorragias e ela passou por alguns AVC. Ela foi tratada, mas ao regressar ao hospital alguns dias depois acabou por falecer. Mas faleceu no corpo porque depois do que ela passou a alma estava morta. E agora eu vou explicar-vos como é que foi isso. Está aí. Quem não quiser ouvir, passa para esta minutagem aqui que eu vou colocar para vocês.

Pessoal, ela foi apanhada pelos casos na favela e foi levada para uma região lá em cima da favela. Na verdade não é a região em cima. Eu não sei necessariamente se o vai quem quer é um monte, né? Não é uma favela, mas ela foi levada para uma região separada ali de mato da favela com vários tipos. E aí primeiro os gajos deram uma camaçada de pau nela, ok? Bateram na na menina e depois ela tinha o cabelo comprido e tal, raparam-lhe o cabelo e pegaram uma faca e colocaram CV no cabelo da na cabeça da mina. Aquilo perfurou, não é? E e

ela começou a sangrar muito. Tudo filmado, ok? Os casos espalharam-se depois do vídeo pelos grupos de WhatsApp. Só que pior disto tudo foi que durante a madrugada ela ficou a ser violada pelos gajos e os gajos gravaram essas coisas e depois soltaram-na para baixo da favela ali à entrada de favela.

Ela foi achada por um tio, mas ela passou por uma situação muito difícil de verdade e se ela tivesse sobrevivido a alma já tinha morrido. Ora, este tipo de violência dentro da favela uma hora chama a atenção da polícia e dos jornalistas. Mas não foi isso que levou a polícia para lá. Em 2016, uma série de operações na zona norte do Rio de Janeiro, por conta dos Jogos Olímpicos, tomou conta do Rio e a favela faz quem quer caiu no radar.

Assim a polícia civil do Rio de Janeiro enviou para lá o batalhão pesado da COR, coordenação de recursos especiais. Agora é conhecida por prender muita gente, mas passar o ceró que resiste. O Dinai era um homem de guerra em linha de frente no comando da resistência à entrada de polícias. E devido à resistência de Diná, foi ferido e acabou por morrer em confronto com a polícia, tentando defender o patrão dele, para o patrão fugir, não é, o gão.

E por incrível que pareça, recebeu homenagem de muita gente, pessoal, incluindo uma pesquisa no nome dele nas redes sociais, acaba por encontrar gente dizendo que tem saudades dele e apontando isso como saudosismo. Há pessoas que gostam do bem, mas há pessoas que acham que o mal é justificável, muitas vezes dignas recordações ou homenagens.

Outro facto que é interessante colocar aqui, numa altura ventilou-se, não é? Na verdade saiu uma foto na altura das das Olimpíadas, um pouco antes do um pouco depois do Diná morrer, houve os Jogos Olímpicos aqui no Brasil e o Wisenboltisbolt veio ao Brasil para bater os recordes lá, [ __ ] tipo muito louco que ele corre ali um curso profissional ali, ele olha para trás à chegada.

Eu acho que ele parou já, porque em 2016 faz 10 anos, o gajo não fica tudo isso, não é, mano? E depois este gajo, ele dormiu com uma mina e a mina tirou-lhes uma foto dormindo juntos. Acho que ele nem percebeu o que tava a acontecer. Essa mina, segundo o jornal da Globo, era a ex-mulher do Din Terror, ok? Então quer dizer que o Zab apanhou a ex-mina do Din Terror. Não tem nada a ver isso aí.

Está bom demais isso. A mina só namorou com o gajo. E é por aí. Deixa o teu like, subscreve o canal, ativa o sininho. Tamo junto. Fui. Valeu. Até uma próxima. Yeah.