FUNKEIRO É ENCONTRADO EM CEMITÉRIO DO TRIBUNAL DO CRIME
Quatro corpos foram encontrados na região de Eliópolis no início da semana. Três deles estariam ligados a uma produtora de funk e apresentam sinais de violência. A polícia investiga se eles teriam sido submetidos ao Tribunal do Crime. Fala rapaziada, como é que vocês estão? Isto aqui é uma notícia nova que tá a chegar.
Na verdade estão investigando ainda, mas nós já trouxe-vos pelo menos uma parte dela. Atenção, isto aqui pode ter uma revirado volta, pode ser uma notícia muito importante para nós entendermos alguns funcionamentos aí, alguns dispositivos que estão a acontecer, mas a polícia ainda está a investigar, mas nós trouxemos ainda o que há para vocês.
Foram encontrados alguns corpos no distrito de Sacomã, mais concretamente Eliópolis, não é, que é uma favela gigantesca que há ali no distrito de Sacomã. distrito, para quem não sabe, é uma subdivisão geográfica que é maior que bairro, mas é mais pequeno que o concelho, tá? Os gajos fazem isso para colocar subprefeituras para ter como lhe organizar aí melhor o funcionamento.
Fica na na sul de São Paulo e hoje a gente vai dizer-vos porque um fanqueiro famoso que se estava a tornar famoso foi encontrado ali dentro também, ok? Alguma coisa relacionada com Tribunal do Crime. Isso aí é pesado. A gente vai desenrolar para vocês esta ideia. Fernandão, por favor, roda vinheta. No dia 25 de maio de 2026, a Guarda Civil Metropolitana de São Paulo encontrou três corpos enterrados na rua Nío Teixeira durante o patrulhamento no Sacomã, zona sul de São Paulo.
O terreno, pessoal, é uma área de proteção ambiental utilizado pela Sabesp, que é o sistema de que cuida do sistema de água aqui em São Paulo, e a suspeita de que o local seja utilizado como cemitério clandestino, onde são desolvados os tipos que morrem no Tribunal do Crime. Não é a primeira vez que os corpos são ali encontrados naquele local.
Segundo a GCM, agentes estavam a circular pelo local quando se aperceberam de um trecho de terra mexida, trilho na vegetação e forte odor e decidiram verificar. Forte dor é o cheiro do corpo mesmo. Ali foram encontrados três corpos enterrados em covas rasas, que é mais ou menos a característica mesmo da questão do tribunal do crime, ok? Cães foram utilizados nas bruscas e um quarto corpo foi encontrado no dia 27 de maio de 2026.
Ele estava enrolado num pedaço de tecido. De acordo com a esquadra responsável pelo caso, malta, este quarto corpo não tem qualquer ligação com os três primeiros. Seria alguém que foi desovado antes, ok? A morte da quarta vítima ocorreu há mais tempo e ela estaria enterrada. ali há mais tempo também, o que pode ser percebido pelo estágio de decomposição do corpo.
Os corpos estavam numa zona sem iluminação e onde não há câmaras de segurança. Obviamente, se é um cemitério clandestino, os casos vão ter cuidado para não fazer este tipo de serviço em locais que tenham câmara. Todas as covas onde os tipos estavam enterrados, covas rasas, eram separadas por mais ou menos 100 m de distância, ok? Segundo a polícia, os três corpos encontrados no dia 25 estavam enrolados em mantas e fitas adesivas e havia uma grande pedra em cima de cada cova e sinais de cal.

Eles apresentavam sinais de violência, mas a polícia ainda aguarda a perícia para identificar as causas da morte. Ô Fernando, sabe porque é que é usado o cal? O cal é utilizado retardado, decomposição do corpo. Eu pensava que era para não deixar o fedor. Então, exatamente. Mas aí não deixa o fedor porque atrasa a decomposição do corpo, não é? Ah, sim.
Mas eu pensava que mesmo depois de meses, quando o corpo já está decompondo, não estaria o fedor. É, diminui. Mas acho que não termina. Quem já escondeu o corpo aí de fala para pessoal aí nos comentários. E quem fingir que pode fingir, pode fingir. É, pode fingir. Fala, fala que é mentira. Diz que é mentira. Mas diz para gente aí.
Eu sei porque vejo em alguns vídeos, filmes do Vietname, por exemplo, que ela cova aberta e cal em cima, não é? Ora, no na semana do dia 15 de maio de 2026, três famílias tinham registado o desaparecimento de Jonas Barros de Oliveira, Francisco Rubens Souza Cruz e Werley Moitinho Vieira. O A DHPP estava a investigar esse desaparecimento e passou a suspeitar que os corpos encontrados pudessem ser destes três homens.
Duas vítimas já foram identificadas e a suspeita se confirmou. Um dos corpos encontrados é de Jonas Barros de Oliveira, de 25 anos de idade, conhecido como gigante ou MCGG. Jonas era cantor de funk e produtor musical. A ligação dele com outros dois homens desaparecidos é que tinha gravado dois videoclipes na produtora onde estes homens trabalhavam.
A outra vítima identificada é Francisco Rubens Souza Cruz, de 46 anos, que era motorista da produtora. A polícia suspeita que a terceira vítima seja o Erley Moitinho Vieira. Ele era gerente da produtora e também está desaparecido. Mas apesar de a família ter afirmado que vestia a roupa parecida com a da vítima encontrada, não houve ainda confirmação da identificação.
A polícia investiga agora se houve um conflito nessa produtora e se existe alguma ligação das pessoas da produtora com o mundo do crime, uma vez que há indícios de que as vítimas tenham sido submetidas ao Tribunal do Crime. nós tomamos conhecimento, não é, do desaparecimento de três em três três eh pessoas na segunda-feira.
Eh, então nós estávamos tratando-o como um desaparecimento, mas perante o que foi do que foi conversado com um com familiares que estiveram aqui, de dois deles, a possibilidade de que que eles tivessem sido alvo aí de alguma eh de um tribunal do crime. É, quando então se localiza o corpo, não é, os três corpos ao final da tarde, existia sim, não é, aquela nossa apreensão de que podiam ser os três que estavam desaparecidos, até porque os corpos pelo pelo rapidamente ali, pelo que a perícia falou e nós falámos com o IML, eh, eles estavam mortos aproximadamente três
dias, não é, e e bate porque um deles não ninguém viu na quinta-feira e os outros dois na sexta-feira. Portanto, dois, três dias, não é, que estavam desaparecidos. Eh, eh, demos início à investigação quando ontem encontraram o quarto corpo, que não tem ligação com estes três. Eh, nós não temos a identificação do quarto corpo que foi encontrado, mas pela investigação, o os investigadores que estão a falar com as pessoas e pelo estado, não é, do corpo, a situação em que está o corpo, aquilo ali, ele já está enterrado há mais tempo, já está
morto há mais tempo, está cemitério ali com aquelas covas grandestinas também há mais tempo. E ele não tem provavelmente nenhuma ligação com o desaparecimento desses três. Nós já temos a identificação por por e pelas impressões digitais e também reconhecimento da família de dois deles, ok? Um terceiro, a própria mãe fala da da roupa, mas não reconhece como sendo filho.
Testemunhas disseram que Francisco teria sido visto pela última vez a conversar com um amigo que conduzia um carro preto. A polícia investiga quem era este amigo e se pode ter sido forçado a entrar nesse carro. Característica muito típica de Tribunal Criminal, ok? [pigarreia] Outra testemunha afirmou que Jonas teria sofrido ameaças por se recusar a gravar como uma outra produtora.
E esta hipótese também está sendo investigada. Até ao momento, ninguém foi preso e não foram apresentados nomes de suspeitos pelo crime. A polícia aguarda os resultados da perícia para identificar o quarto corpo encontrado no dia 27 de maio de 2026. Porque daí se caracterizaria mesmo de que ali é um cemitério clandestino para desenvolver estes corpos, porque não são só estes três que estariam que teriam chamadas, mas um quarto, não é, ou mais corpos que aí forem encontrados a a partir do momento em que a polícia, enfim, descobrir esse lugar. Essa investigação
sobre ligação de produtoras de música com o crime organizado e com o crime traz-nos para refletir um pouco sobre como eram os produtores de música, de rap, principalmente nos anos 90 nos Estados Unidos, certo? Havia uma briga muito grande entre estas produtoras e o crime e as produtoras eles namoriscavam muito.
Os rappers e os criminosos geralmente saíam da mesma localidade. Tinham infâncias e adolescências juntos e uma parte dos parças, dos rappers, eram do mundo do crimen, que foi o que aconteceu. E aí terminava em execuções como foi executado o Tupak, como foi executado o Notorious Big. Era uma treta muito grande, muitos produtores estavam ligados aos creps ou aos bloes.
Então eles se metiam nesta confusão e eles usavam estas produtoras para fazer música, os dis que eles chamam, não é, que é uma música a chamar nomes ao outro e o outro faz uma resposta e depois tem aquela confusão toda que isso gera bastante audiência, isso é bastante falado. Já há algum tempo se tem falado aqui no Brasil de tretas entre produtoras musicais, mas não víamos essa discussão sobre estas produtoras e o mundo do crime ou estas produtoras ligação com o crime.
Então está a ser investigado isso. Mas nos Estados Unidos, nos anos 90, este era extremamente comum. Então é bom nós ficar ligado nisso daí. Mais informações como ess notícias vamos trazendo para vocês aqui, ok? Fiquem tranquilos, porque para além de um canal de história, a gente também é um canal de eh notícias, uma agência de notícias pequena, mas sim.
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