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O veneno silencioso que está destruindo seus nervos sem que você perceba! Você consome isso todos os dias e o resultado é uma neuropatia devastadora e danos irreversíveis ao sistema nervoso. A maioria das pessoas ignora os sinais iniciais até ser tarde demais. Isso está roubando sua vitalidade e qualidade de vida silenciosamente. Você precisa saber exatamente o que evitar para salvar sua saúde agora mesmo. Descubra a lista completa dos perigos ocultos lendo o primeiro comentário abaixo!

O PIOR VENENO que destrói seus nervos lentamente — causa neuropatia grave e danos nervosos

 

Já ouviu falar em um veneno silencioso que pode destruir os seus nervos pouco a pouco, todos os dias, sem que você perceba? Um inimigo invisível, que não deixa sabor, não tem cheiro e que atua dentro do seu corpo de uma forma lenta, progressiva e devastadora. Ele não está num laboratório escondido, nem numa substância proibida.

está muitas vezes dentro da a sua própria rotina. Quando os nervos começam a adoecer, o corpo tenta avisar. Primeiro vêm pequenas dormências, não é, formigamentos, uma sensação de picadas nos pés ou nas mãos. Depois o equilíbrio, não é, fica meio estranho, os reflexos diminuem, o toque parece distante e um dia, sem compreender porquê, tropeça mais do que antes ou sente que as suas mãos já não têm a mesma força.

É assim que a neuropatia, não é, que é o sofrimento e a degeneração dos nervos começa. Mas o que realmente destrói os nervos, certo? Será que existe mesmo um veneno que provoca esse dano? A resposta é sim. E o mais assustador é que ele pode estar em três locais muito comuns: na sua alimentação, nos seus medicamentos e até na sua nas suas carências nutricionais.

Nos últimos anos, a medicina tem compreendido muito melhor como o sistema nervoso periférico funciona, certo? Aquele que liga o cérebro e a medula espinal a todo o corpo, certo? Eh, ou seja, tem percebido como é que ele é vulnerável eh a determinados agentes químicos e metabólicos. Os nervos necessitam de energia constante, oxigénio e vitaminas específicas para manter o revestimento protetor denominado de bainha de mielina.

Quando esta estrutura se degrada, o sinal elétrico que percorre os nervos, não é, o nervo ele perde-se gerando os sintomas clássicos, dormência, dor em queimadura, formigueiro, fraqueza muscular e até perda de sensibilidade. E o que provoca este esgotamento nervoso, silencioso, não é? Vamos começar pelo primeiro grande vilão, o excesso de açúcar de glicose no sangue.

Mesmo em pessoas que não têm diagnóstico de diabetes, níveis elevados de açúcar durante longos períodos podem gerar inflamação e stress oxidativo nos nervos. É como se o açúcar, em vez de ser combustível, transforma-se em ácido, corroindo os vasos e danificando as terminações nervosas. Esta é uma das principais razões pelas quais a a neuropatia é tão comum em quem tem resistência à insulina, excesso de peso, diabetes, não é, ou alimentação rica em alimentos ultraprocessados.

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Essa vitamina é essencial para a formação e manutenção da baia, bainha de mielina, aquela camada protetora, não é, que reveste cada fibra nervosa que já citei. Sem ela, o nervo desnuda-se literalmente, certo, perdendo velocidade de condução e ficando vulnerável à degeneração. E aqui está um ponto crucial.

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Existem medicamentos amplamente prescritos que podem bloquear a absorção de vitamina B12, criando uma deficiência crónica sem que o doente perceba. Um dos mais conhecidos é a metiformina, usada aí no tratamento da diabetes tipo 2. Embora seja um remédio eficaz para o controlo da glicemia, estudos mostram aí eh que o uso prolongado de metiformina pode reduzir de forma significativa a absorção intestinal de vitamina B12, especialmente em pessoas com uma dieta pobre nos alimentos de origem animal.

O resultado é um quadro aí de neuropatia associado não só à diabetes, mas também à deficiência vitamínica. Outro grupo de medicamentos que merecem atenção são as estatinas aí utilizadas para reduzir o colesterol. Elas atuam inibindo a produção de colesterol no fígado, mas acabam também por interferir numa via metabólica essencial para o funcionamento das mitocôndrias, não é, que são as nossas centrais de energia das células nervosas também.

Quando este acontece, o nervo passa a funcionar com menos energia, o que a longo prazo pode levar a dores musculares, fraqueza e até neuropatia. A boa notícia é que eh há formas de prevenir isso, não é, e em alguns casos reverter este processo. E tudo começa com a identificação da causa e o cuidado com os pilares básicos da saúde nervosa.

Bem, o primeiro pilar é a nutrição, não é, para aquele essa saúde nervosa adequada. Além da vitamina B12, outras vitaminas do complexo B, como a B1, a tiamina, não é, a B6, que é a piridoxina, são fundamentais para a regeneração das fibras nervosas e para o metabolismo do nosso sistema nervoso. A B1 atua diretamente na condução dos impulsos elétricos, enquanto a B6 participa aí na produção de neurotransmissores.

deficiência. Ambas favorecem o aparecimento de sintomas neurológicos como dormência, fraqueza e sensações anormais na pele. A vitamina D também exerce papel essencial. No Brasil, apesar da abundância de sol, boa parte da população apresenta apresenta A deficiência de vitamina D, especialmente pessoas com mais de 40 anos.

Esta vitamina regula a expressão de genes que controlam o crescimento neuronal e a função das células da glia, que são como suporte aí e o sistema de limpeza do tecido nervoso. Baixos níveis de vitamina D estão relacionados com maior risco de dor neuropática crónica e pior recuperação após lesões. a exposição solar regular, não é, por cerca de 15 a 20 minutos por dia, preferencialmente nas horas de sol mais suave, não é, porque depois há a questão do cancro, é uma das formas mais simples e naturais de manter bons níveis desta

vitamina. Quando tal não é possível, a suplementação sobre a orientação médica pode ser necessária, especialmente aí durante o inverno ou em pessoas que passam a maior parte do dia em ambientes fechados. Outro nutriente crucial para o bom funcionamento dos nervos é o magnésio, que participa na transmissão dos impulsos elétricos e protege contra aotoxidade.

Uma condição em que o nervo é hiperestimulado até se desgastar. Além disso, o magnésio ajuda a equilibrar o cálcio dentro das células, reduzindo a tensão muscular e melhorando o relaxamento neuromuscular. Mas talvez o elemento mais fascinante quando falamos em regeneração neural, certo, seja o ácido alfalipóico, um poderoso antioxidante natural que atua diretamente nas mitocôndrias, ajudando aí a neutralizar os radicais livres e a melhorar a função nervosa.

Esta substância tem sido estudada aí há mais de duas décadas em doentes com neuropatia diabética, com resultados positivos aí na redução da dor e no aumento da sensibilidade tátil, não é? Além disso, compostos naturais como a curcumina, não é, que presente na curcuma e o extrato de gincobilo, também mostraram efeitos neuroprotetores aí em diversos estudos.

A curcumina ajuda a reduzir a inflamação, o stress oxidativo, enquanto gincobila, melhora a circulação sanguínea periférica, favorecendo aí a oxigenação dos nervos também. Claro que nenhum destes recursos substitui o tratamento médico, mas podem ser grandes aliados num plano de cuidados integral. O segredo é abordar a saúde dos nervos como um sistema vivo e dinâmico, que necessita de energia, oxigénio, nutrientes e descanso.

Ora, é importante compreender que a a neuropatia não é uma doença única, é um sintoma de desequilíbrio. Pode surgir por causas metabólicas, infeciosas, autoimunes, tóxicas, carenciais ou até hereditárias. Por este motivo, a primeira atitude deve ser identificar sempre a causa. E isso exige avaliação médica, exames laboratoriais e, em muitos casos, o acompanhamento neurológico.

Mas há sinais de alerta que nunca devem ser ignorados e precisa de estar atento a isso. persistente nas mãos ou nos pés, ardor, né, formigueiro ou dor noturno, perda de força, não é, muscular ou dificuldade em segurar objetos, ok? Alterações no equilíbrio ou na marcha, certo, no andar. Estes são sintomas precoces de sofrimento nervoso e merecem investigação médica, não é, imediata.

Quanto mais cedo se descobre aí a causa, não é, maiores são as probabilidades de reverter o danos e restaurar a função. E se você está a perguntar-se aí o que pode fazer a partir de hoje para proteger os seus nervos, eis um caminho mais seguro e eficaz. Primeiro, reduza o açúcar. O o excesso de glicose é um dos maiores inimigos aí do sistema nervoso.

Dois, certo? Em segundo lugar, evite o álcool em excesso. Se puder, corte o álcool da sua vida, certo? que destrói as fibras nervosas e reduz a absorção de vitaminas do complexo B. Alimente-se bem com foco nas proteínas magras, vegetais, cereais integrais e gorduras boas. Avalie as suas vitaminas regularmente, certo, com exames laboratoriais, especialmente B12, vitamina D e magnésio, e converse com o seu médico sobre os medicamentos que que usa.

Em alguns casos, é possível ajustar doses ou incluir suplementação preventiva. O sistema nervoso é como uma rede elétrica, delicada e muito inteligente. Liga cada célula, cada músculo, cada sensação. Quando essa rede é danificada, todo o corpo perde parte da sua harmonia. Mas quando ela é cuidada, a energia da vida volta a fluir com clareza e força.

Cuidar dos nervos é cuidar da sua capacidade de sentir as coisas, de se mexer, de viver plenamente. E este cuidado começa com a consciência, saber o que prejudica, o que protege, o que pode ser alterado. Então, se sentiu que este vídeo trouxe informações valiosas, partilhe ele com alguém que possa estar a passar pelos mesmos sintomas.

Por vezes, um simples gesto de partilhar um vídeo ou partilhar conhecimento pode literalmente mudar uma vida. E agora me diga, já reparou em algum sinal de neuropatia como dormência, formigueiro ou dor nas extremidades? Deixe o seu comentário aqui em baixo. Eu leio cada um deles com atenção, mesmo que não consiga responder a todos.

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