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FOME, REVOLTA E HUMILHAÇÃO: A Farra Petista Acaba na Porta do Restaurante e o Povo nas Ruas Clama pelo Fim da Era Inácio!

A máscara social que o Partido dos Trabalhadores tentou colar no rosto do Brasil durante anos está derretendo sob o sol implacável da realidade. A cada novo evento que Luiz Inácio Lula da Silva tenta emplacar pelo país, o cenário de fracasso e esvaziamento torna-se mais gritante, revelando uma base eleitoral minguante e desesperada. Mas o verdadeiro show de horrores não acontece nos palanques montados às pressas para multidões fantasmas em Sergipe, e sim nos bastidores, onde a arrogância da militância choca-se de frente com o cidadão que trabalha, produz e gera empregos. O que ocorreu recentemente na porta de um restaurante no Rio Grande do Sul não é apenas uma anedota bizarra; é o retrato fiel, cru e imperdoável de uma claque que acredita piamente que o mundo, e especialmente quem sua a camisa para manter as portas abertas, lhes deve favores por pura exigência ideológica.

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A cena beira o surrealismo digno de uma comédia de humor negro, mas infelizmente aconteceu de verdade. Um grupo de cerca de vinte e cinco militantes, trajando camisetas de movimentos sociais umbilicalmente ligados ao MST e recém-saídos de mais um daqueles famigerados eventos políticos esvaziados em apoio a Luiz Inácio, decidiu que a fome pós-militância deveria ser resolvida no grito e na intimidação. Eles marcharam até a porta de um restaurante local não como clientes, mas como cobradores de um imposto invisível. A exigência, feita ao gerente de forma imperiosa e arrogante, era que o estabelecimento fornecesse vinte e cinco marmitas completas para o grupo. A justificativa absurda argumentava que, por estarem voltando de um ato político do partido, o comércio teria a obrigação moral e social de contribuir para alimentar a militância.

O que a turma do chapéu vermelho e do discurso inflamado não esperava era encontrar do outro lado da porta um gerente que encarna a essência do brasileiro raiz, aquele que sabe o valor de cada centavo que entra no caixa e de cada prato de comida que sai da cozinha. O homem não recuou diante da tentativa de extorsão emocional e política. Pelo contrário, esfregou na cara dos militantes indignados a mais pura e pedagógica lição de moral que eles poderiam receber: puxou uma carteira de trabalho, estendeu-a diante do grupo e avisou que ali não se distribuía esmola, mas sim se fornecia trabalho. O recado foi claro e avassalador, sugerindo que se quisessem lavar uma louça ou varrer a calçada, o restaurante arrumaria a comida com todo o prazer. O pânico e o silêncio que se seguiram foram ensurdecedores. Aversos à ideia de suar para conquistar o próprio prato, o grupo bateu em retirada. A audácia, no entanto, foi tamanha que os militantes ainda gravaram vídeos aos prantos, exigindo que advogados acionassem Celso Russomano e o direito do consumidor para processar o estabelecimento pela recusa da refeição gratuita.

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Essa mentalidade parasitária e o delírio de achar que o Brasil é um grande balcão de assistência para aliados ideológicos refletem diretamente a postura patética do próprio presidente. Enquanto Luiz Inácio discursa para plateias cada vez menores, tentando reescrever a história e culpar os governos passados pelo subdesenvolvimento do Nordeste, a população real nas ruas sente na pele a dor aguda da estagnação. O presidente ousa dizer que a região foi punida, esquecendo-se convenientemente de que aquele território é administrado quase em sua totalidade por sua própria base aliada há vinte anos, com raras exceções de governantes que precisam implorar por migalhas federais, a exemplo de Raquel Lira. É exatamente sob o jugo prolongado dessa administração que a miséria grita mais alto e os salários são corroídos pela reduflação impiedosa nas prateleiras dos mercados.

A frustração do eleitorado verdadeiro não está restrita à porta dos restaurantes ou às gafes de um presidente que hoje exige assessores apenas para segurar seu copo de água. A revolta está espalhada pelas feiras livres e pelos corredores dos supermercados de todo o Brasil. O cidadão trabalhador, que vive a anos-luz de distância das narrativas histéricas construídas por figuras como André Janones e Jandira Feghali, não aguenta mais entrar no açougue e ter que sair de mãos vazias. Os relatos que inundam a internet mostram trabalhadores exaustos descrevendo o mercado como um ambiente de luto, onde a carne virou artigo de decoração intocável e um simples pacote de feijão custa quase quinze reais. Enquanto a militância tenta desesperadamente jogar a culpa da inflação e do caos econômico nas costas de Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, a realidade desmente a farsa a cada ida ao caixa.

Até mesmo no cenário internacional, o vexame dessa articulação política se consolida de forma inegável. Não é à toa que líderes globais como Donald Trump zombam abertamente da fragilidade dessa esquerda festiva, cientes de que a militância não sustenta mais os discursos vazios que tenta exportar. O clamor popular nas extensas filas para doação de cestas básicas e nos caixas de supermercados exige o fim dessa era nefasta. O povo brasileiro está farto de sustentar privilégios ideológicos e suplica por lideranças que parem de usar o nome da família Bolsonaro como muleta para justificar a própria incompetência. O Brasil clama nas ruas pelo retorno do respeito ao trabalhador pobre, exigindo que a verdadeira dignidade nasça da prosperidade do trabalho suado, e não da intimidação barata exigida nas portas dos comércios alheios.