A casa caiu e o teto da arrogância desabou sobre as cabeças de quem sempre achou que ditava as regras do jogo. A turma da lacração militante e do “faz o L” não está apenas sentindo a água bater no pescoço; eles estão, literalmente, se afogando na própria hipocrisia e no caos que ajudaram a instalar. Em um espetáculo de pura humilhação pública, as peças de sustentação da velha mídia e da elite intelectual começam a bater em retirada, escancarando um racha irreversível nas trincheiras do atual governo. Prepare-se, porque a ruína daqueles que apontam o dedo para o povo brasileiro está sendo transmitida em tempo real, com direito a tapas de luvas monumentais e chororô em notas oficiais.

A primeira vítima desse naufrágio anunciado foi ninguém menos que o marido da jornalista Andréia Sadi, do grupo Globo. O comentarista, conhecido por vomitar soberba e tentar impor suas cartilhas morais pelas redes sociais, sentiu o peso colossal da rejeição popular, sem anestesia. Em plena beira do gramado, durante a cobertura do jogo da seleção brasileira, o autoproclamado senhor da razão foi alvo de um esculacho apoteótico vindo das arquibancadas. A torcida não perdoou e massacrou, aos gritos, a presença do jornalista, deixando claro que o estádio não é reduto de lacração e pautas progressistas. A Globo tentou dar um palco de ouro, mas o feitiço virou contra o feiticeiro e o que se viu foi um vexame descomunal.
Mas o golpe de misericórdia não veio da arquibancada. Veio do campo. O jogador Felipe Melo, conhecido como o pitbull dos gramados e com opiniões firmes que a velha mídia tenta censurar, encurralou o comentarista com uma postura afiada e incontestável. Com cara de poucos amigos, engolindo a seco cada palavra cortante de Felipe Melo, o jornalista se encolheu. A imagem do sujeito pálido, sendo confrontado sem ter o que rebater, é o símbolo máximo da decadência dessa elite midiática. Sem conseguir peitar a realidade, a atitude de “macho alfa da internet” derreteu e ele correu para as redes para arreglar, publicando uma nota patética de choramingo. E, no meio do seu desabafo vitimista e desesperado, soltou a bomba: reconheceu que “estamos num barco afundando”, detonando indiretamente as políticas do próprio governo federal e do presidente Lula. O pavor do “Efeito Trump” e da força conservadora crescente é tão real que ele já prevê o inferno que será a cobertura da Copa do Mundo nos Estados Unidos, reduto patriota, no próximo ano.

Enquanto os corredores da Globo rangem, a elite artística também desmorona sob o próprio peso. Caetano Veloso, o eterno padrinho da militância, o ícone intocável da esquerda, puxou o freio de mão de forma tão abrupta que deixou a militância tonta e completamente transtornada. Aquele mesmo que no passado desfilava de sunga, compunha hinos à androginia e ditava as regras da revolução comportamental, veio a público criticar o pilar sagrado da atualidade: a lacração. Em uma declaração que caiu como uma bomba atômica nos redutos extremistas, Caetano afirmou que “há um excesso de racialização, sexualização e pautas de gênero, e que isso gera muita confusão”. Bastou uma frase para que o ídolo passasse a vilão.
A fúria da base petista foi imediata e implacável. Os mesmos que reverenciavam o cantor baiano passaram a apedrejá-lo virtualmente. “Hoje em dia, um senhor grisalho, interessado em manter o poder de seu eterno painho e mecenas, mas ciente que a sua agenda está falida”, cravou um internauta, expondo a realidade nua e crua. O discurso woke, identitário e agressivo que tentam forçar goela abaixo da população está tão estagnado e insuportável que até seus velhos maestros pularam do barco. Estão cansados da própria narrativa enlatada.
Essa turma, que sempre se travestiu de elite intelectual erudita para subjugar o gosto popular, que suga a cultura brasileira através de estatais e Leis Rouanet da vida, vive hoje no desespero de quem perdeu o roteiro. O povo já acordou. Sabe identificar que, enquanto a militância bate cabeça por questões de gênero em churrascos regados a shows financiados pelos Correios falidos, o brasileiro de verdade anseia por liberdade, ordem e patriotismo. A debandada começou, a máscara da lacração caiu no gramado e o choro na internet só prova que, diante da vontade do povo, não há narrativa que fique de pé.