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O FIM DA MÁFIA! Lula em DESESPERO TOTAL: Canetada de Mendonça DERRUBA Aliado e o Castelo de Cartas do PT Desmorona

O Brasil, e especialmente a sua dita “grande imprensa”, acordou em estado de choque e negação profunda. O que parecia ser uma trincheira intransponível de poder absoluto, alicerçada sobre o silêncio comprado e o medo da guilhotina judicial, começou a desmoronar com a força de um furacão político que promete varrer Brasília nos próximos meses. O que estamos testemunhando não é apenas mais uma etapa do xadrez político, mas o princípio do fim de um projeto que tenta vender uma face democrática enquanto esconde esqueletos aterrorizantes nos armários de seus caciques. A base de apoio do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, está rachando e, à medida que a cortina é puxada, revela-se a face crua do desespero e da corrupção, embalada ao som do mais completo silêncio da esquerda sobre os crimes de sua própria laia.

Mesada de R$ 500 mil, viagens e 'Emenda Master': o que a investigação da PF  aponta sobre a relação de Ciro Nogueira e Vorcaro | Brasil de Fato

A semana política brasileira foi atropelada por uma decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que soou como uma verdadeira canetada atômica nas entranhas do poder legislativo e do centrão fisiológico. Mendonça ordenou a Polícia Federal a devassar os gabinetes e propriedades do senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Partido Progressista (PP) e figura emblemática no Senado Federal. A operação, batizada de Compliance Zero, expôs uma narrativa estarrecedora: o mandato do senador teria sido convertido em um despachante de luxo para o banqueiro Daniel Vorcaro, figura central de um colossal escândalo financeiro envolvendo o Banco Master.

A documentação recolhida e apresentada pelas autoridades é chocante, para não dizer nauseante. As denúncias apontam que, em troca de articular favores e aprovar emendas que multiplicariam os negócios obscuros do banco – como o absurdo aumento do fundo garantidor de crédito -, o senador teria recebido desde uma mesada variando entre 300 e 500 mil reais, até fatias em negócios milionários com deságios inacreditáveis. O que dizer de uma compra de participação societária de 13 milhões de reais pagando apenas 1 milhão? É o paraíso das negociatas com dinheiro do povo. E não parava por aí: há relatos de hotéis luxuosos em Nova York pagos pelo banqueiro, além do uso de cartões ilimitados na paradisíaca St. Barts. Enquanto o povo brasileiro conta os centavos na fila do mercado e assiste ao poder aquisitivo minguar dia após dia, os aliados da República se esbaldam nas tetas de um esquema bilionário de propinas e favorecimentos.

O que agrava ainda mais o vexame é o peso das promessas quebradas. Não faz muito tempo, Ciro Nogueira gravou um vídeo estridente onde batia no peito e desafiava as autoridades, prometendo aos cidadãos do Piauí que, caso aparecesse uma única denúncia fundamentada contra sua índole, ele renunciaria ao mandato e jamais conseguiria olhar o povo de seu estado nos olhos novamente. Pois bem, a denúncia chegou. E não apenas uma denúncia vazia, mas um inquérito conduzido pela Polícia Federal e chancelado pela mais alta corte do país. Agora, o Brasil inteiro assiste de camarote, aguardando para ver se o Senador terá, ao menos, a dignidade de honrar sua palavra ou se provará, mais uma vez, que a palavra de um membro da alta cúpula do centrão vale tanto quanto o silêncio omisso daqueles que o apoiam.

Porém, a tempestade em Brasília não se resume aos gabinetes do Senado. O clima de terror e insegurança já se instalou nos corredores do Supremo Tribunal Federal. O julgamento daqueles que protagonizaram os protestos do 8 de janeiro tornou-se um palco de reviravoltas que ninguém ousava prever há poucos meses. Até então, o que se via era uma esteira de condenações automáticas, capitaneadas pelo ministro Alexandre de Moraes, onde sentenças draconianas de 14 anos de cadeia eram distribuídas a baciadas, mesmo sob a mais completa ausência de provas cabais contra vários indivíduos específicos. Para ilustrar o absurdo da situação, hoje no Brasil, réus confessos de assassinatos cruéis raramente cumprem tal pena atrás das grades, enquanto manifestantes que erraram o tom em protestos sofrem punições equivalentes às de criminosos de alta periculosidade.

Fux acompanha Cármen Lúcia e STF forma 2 a 0 contra flexibilização da Lei  da Ficha Limpa | Brasil 247

Mas o vento mudou. Em um ato de suprema coragem ou cálculo político, a ministra Cármen Lúcia, até então uma fiel e inquestionável escudeira nas votações conduzidas por Moraes, pediu vistas nos processos recentes do 8 de janeiro. Esse movimento simples significa uma ruptura no sistema de condenações em massa. Essa divergência de Cármen Lúcia corrobora a mesma postura independente adotada anteriormente pelo ministro Luiz Fux. Ambos parecem ter percebido o erro estratégico e jurídico de manter pessoas presas de forma preventiva e desproporcional sem que existam evidências consistentes. A provável aprovação e iminente promulgação da Lei de Dosimetria pode estar por trás dessa guinada, oferecendo uma janela de oportunidade para que as sentenças sejam ajustadas a níveis menos absurdos e politizados. Seja qual for o motivo, o cerco está se desfazendo, e a estratégia de aniquilar politicamente a oposição conservadora utilizando os rigores extremados do judiciário provou-se ineficaz. O bolsonarismo, ao contrário do que planejava o sistema, não acabou; pelo contrário, está se reagrupando com força brutal.

E, enquanto as estruturas de sustentação começam a ruir internamente, o isolamento político e diplomático ganha formas dramáticas fora das nossas fronteiras. A recente visita de Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos para um encontro com o presidente eleito Donald Trump se converteu no mais cristalino atestado de fraqueza internacional. A dita imprensa imparcial bem que tentou dourar a pílula, anunciando manchetes em que Trump declarava a reunião como “muito boa”. No entanto, quem domina as entrelinhas diplomáticas sabe: uma reunião “muito boa” para Donald Trump é, via de regra, um verdadeiro desastre para o seu interlocutor, especialmente quando este representa ideais tão distantes dos conservadores.

As câmeras não mentem e a expressão facial de Lula ao término do encontro era a imagem do desespero silencioso. Tratava-se de um rosto sombrio, de alguém que escutou as verdades duras de que o governo brasileiro não desfrutará de complacência no tratamento de tarifas, tampouco na condução de pautas ambientais fantasiosas que mascaram incompetência econômica. A situação atingiu o clímax do constrangimento quando as equipes de jornalismo, acostumadas ao tradicional aperto de mãos seguido de uma coletiva conjunta no famoso sofá da Casa Branca, foram dispensadas sumariamente. Lula, segundo correspondentes internacionais, teria se recusado a enfrentar as câmeras ao lado de Trump. Faltou coragem política para encarar as prováveis alfinetadas e constatações ácidas que o americano atiraria à queima-roupa sobre a sua gestão controversa. O Brasil, que outrora sonhava em ditar regras ao mundo sob a narrativa esquerdista, agora abaixa a cabeça e cancela coletivas de imprensa, apavorado com o escrutínio das nações fortes.

A narrativa de virtude da extrema-esquerda ruiu. Eles dizem defender os pobres enquanto financiam ditaduras e mantêm esquemas de propina de centenas de milhares de reais com o fundo garantidor de bancos suspeitos. Afirmam-se como bastiões da democracia, mas não aceitam as regras do jogo. A esquerda tenta rotular seus opositores como “extremistas”, esquecendo-se da própria história de sangue e conspirações – desde o infame caso de Celso Daniel até as agressões físicas e ameaças letais que pululam contra líderes conservadores mundialmente, como o próprio Donald Trump ou candidatos da oposição colombiana. A realidade que tentam esconder é que a aliança com as trevas nunca foi tão clara. Por que o governo resiste tanto em tipificar as grandes facções do crime organizado como organizações terroristas e narco-milícias com braços internacionais? A recusa obstinada apenas confirma a suspeita do eleitor de que, se o aparato global de combate ao crime adentrar no país, o abalo no sistema de sustentação político-eleitoral será incalculável.

O cerco fechou. Ciro Nogueira encurralado, delações ocultando repasses vindo à tona, as cadeias do 8 de janeiro prontas para serem revistas pelo mesmo STF que as decretou e o vexame internacional de um presidente que foge dos jornalistas. A verdadeira democracia não tolera as sombras e, hoje, o sol começou a iluminar os mais sombrios porões da política nacional. Que a Polícia Federal siga o rastro do dinheiro do Banco Master. Que as vistas de Cármen Lúcia se tornem o prenúncio da liberdade para as vítimas dos tribunais de exceção e que o silêncio amedrontado da Casa Branca marque o fim da soberba de uma ideologia que faliu politicamente. O povo acordou e o castelo de cartas está, finalmente, caindo aos pedaços.