Brasília amanheceu respirando por aparelhos, e o ar que falta no Palácio do Planalto atende pelo nome de soberania. A tensão internacional subiu de nível e o que antes parecia ser apenas uma discordância diplomática, transformou-se num campo de batalha onde o atual governo brasileiro parece estar completamente perdido. A recente classificação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos, capitaneada pelo impacto de Donald Trump e as manobras incisivas do senador Marco Rubio, expôs uma ferida aberta na administração federal. Ao invés de celebrar o apoio da maior potência militar do mundo na guerra contra facções que aterrorizam os brasileiros, o governo petista escolheu o pior caminho: o desespero de quem tenta salvar velhos conhecidos.
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O panorama não poderia ser mais revelador das reais prioridades de quem hoje ocupa a cadeira da presidência da República. O país assistiu estarrecido quando, numa atitude que desafia o bom senso, ministros foram despachados às pressas para os Estados Unidos. O objetivo dessa missão diplomática de urgência não era atrair investimentos ou tecnologia, mas tentar, de forma vergonhosa, reverter a decisão que enquadra as facções criminosas como terroristas. O cidadão comum, que tem sua casa invadida, que paga pedágio para o tráfico e que vê as ruas dominadas por milícias e bandidos armados até os dentes, precisa engolir a seco a realidade: enquanto a sua vida corre perigo constante, o governo age nos bastidores para aliviar a barra daqueles que promovem esse terror. É uma inversão de valores assustadora, onde as lágrimas das vítimas valem menos do que o conforto de quem aperta o gatilho.
Flávio Bolsonaro não mediu palavras ao desnudar a covardia e a hipocrisia desse cenário desolador. Relembrando o seu encontro com Donald Trump, o parlamentar desenhou um nítido contraste entre a postura do atual governo e a visão de uma nação que busca verdadeira independência das garras do crime. Durante a sua intervenção, ele relembrou a forma humilhante como bairros inteiros, como os de Morada Nova no Ceará e diversas regiões do Rio de Janeiro, são tomados pelo medo absoluto. São locais onde trabalhadores são expulsos de seus lares e obrigados a se sujeitarem a um estado paralelo que incendeia ônibus, impõe toques de recolher e zomba da polícia. A intervenção americana não é uma ameaça à soberania nacional, como tentam pintar os defensores de narrativas fantasiosas; a verdadeira ameaça à soberania mora nos condomínios dominados pelo Comando Vermelho, onde mais de oitocentas famílias são extorquidas impunemente sob os olhos complacentes do Estado.
O nervosismo de Lula diante desse novo desenho geopolítico é palpável e destrutivo. Em uma reação típica de quem vê o seu império ideológico ruir, o líder petista não poupou ataques de baixíssimo calão, chegando a classificar Donald Trump como um imbecil. Essa retórica de ódio, mascarada sob a fachada de defesa nacional, reflete o pânico de ver o Foro de São Paulo em sua fase terminal. Marco Rubio, apontado como um dos artífices da derrocada da esquerda na América Latina, é tratado como um inimigo mortal justamente porque o seu plano, conhecido como Escudo das Américas, mira exatamente onde mais dói: no combate sem tréguas ao narcotráfico. O modelo de El Salvador, que conseguiu neutralizar a criminalidade e devolver a paz aos seus cidadãos, é o grande pesadelo de governos lenientes com o crime. Quando a segurança pública é reestabelecida, o populismo barato perde a sua força.
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O desespero atingiu contornos ainda mais graves com discursos inflamados que beiram a ameaça velada. A menção ao trágico fim de Tiradentes como um alerta sombrio dirigido a opositores políticos revela o nível de tensão que domina as instâncias mais altas do poder. Para o senador Flávio Bolsonaro, a mensagem é clara e preocupante: um verdadeiro “apito de cachorro” para que as facções sintam-se legitimadas a atuar contra os adversários do governo. Contudo, em solo mineiro, berço da liberdade, a resposta foi firme e encorajadora. A covardia não encontrou eco. A promessa de que as facções criminosas terão os seus dias contados e que o Brasil será libertado das mãos que, historicamente, se associam a projetos obscuros, renovou as esperanças daqueles que não aceitam mais viver de joelhos.
A contagem regressiva começou e o cenário político de 2026 já começa a ser desenhado não apenas nas urnas brasileiras, mas em acordos internacionais que visam limpar o continente do narcoterrorismo. O cerco está se fechando. De um lado, uma aliança hemisférica disposta a varrer o crime organizado e reconstruir nações em frangalhos; do outro, uma liderança enfraquecida, que vocifera ameaças, lamenta o fim de ditaduras amigas e usa a diplomacia nacional para proteger organizações criminosas. O brasileiro, exausto de ser a eterna vítima de um sistema apodrecido, começa a enxergar com clareza quem é quem nessa guerra. O fim da impunidade está no horizonte, e não há discurso inflamado ou viagem ministerial que possa deter a força de uma nação que, enfim, decidiu lutar pela sua própria vida.