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SURTO EM WASHINGTON: O Desespero de Eduardo Após Condenação no STF e a Tentativa de VENDER O NOSSO PIX Para os Gringos!

Se você acha que já viu de tudo no espetáculo de horrores da política brasileira, prepare-se para o novo show de horrores que acaba de estourar. Eduardo Bolsonaro, o homem que se dizia o “estrategista” da direita, aquele que adorava posar de durão com a bandeira do Brasil enrolada no pescoço, foi flagrado em um estado de total descontrole nos Estados Unidos. Aos gritos, exigindo retratações descabidas da imprensa, ele tenta desesperadamente apagar o incêndio de sua mais recente – e talvez mais letal – declaração. O autoproclamado “patriota” sugeriu, em alto e bom som, que o Brasil sentasse à mesa de negociação com Donald Trump para discutir a substituição do nosso amado e soberano Pix por um sistema de pagamentos americano. Sim, você leu corretamente. Ele quer entregar a nossa autonomia financeira nas mãos dos banqueiros americanos. A máscara de patriota caiu, revelando o rosto pálido do entreguismo subserviente.

Ações de Trump e do traidor Bolsonaro são típica molecagem

A repercussão, como não poderia deixar de ser, foi absolutamente desastrosa. A indignação não veio apenas da oposição; as próprias hostes bolsonaristas ficaram perplexas. Redes sociais foram inundadas por questionamentos de seus próprios seguidores, alguns perguntando, de forma debochada, se ele havia consumido algo “estragado” para ter uma ideia tão alucinada. O Pix não é um favor do governo, é uma conquista tecnológica nacional. É um sistema público, gratuito e ininterrupto, que facilitou a vida do feirante, do pipoqueiro, do empresário e de milhões de brasileiros. Sugerir negociá-lo em troca de um sistema privado americano, dominado pelos maiores bancos de Wall Street e recheado de limitações, é um cuspe na cara de qualquer cidadão que preze pelo que é nosso. E no meio do caos que ele mesmo criou, o desespero bateu à porta de Eduardo.

Acuado, ele publicou um vídeo clamando que suas palavras haviam sido distorcidas. Alegou, em um malabarismo retórico constrangedor, que estava apenas sugerindo “conversar” com os americanos sobre sistemas semelhantes, usando o falso argumento de que seu pai seria o “pai do Pix”. A verdade nua e crua é que a família nunca valorizou o que o Brasil tem de melhor. Como bem apontado por observadores e analistas, o clã bolsonarista está mais interessado em agradar líderes estrangeiros do que em defender o patrimônio nacional. O momento não poderia ser pior. Essa tentativa desesperada de apaziguamento ocorre justamente quando a corda apertou de vez no pescoço de Eduardo em Brasília. O Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de marcar para o próximo dia 16 a data do seu julgamento. O clima no clã é de velório e desespero latente.

Eduardo sentará no banco dos réus sob acusações pesadíssimas. A denúncia aponta para “coação no curso do processo”. Traduzindo o juridiquês: ele é acusado de ir aos Estados Unidos conspirar abertamente contra o seu próprio país, articulando a imposição de sanções, pedindo tarifas escorchantes sobre produtos brasileiros e incitando a famigerada Lei Magnitsky contra as autoridades judiciais do Brasil. O objetivo? Pressionar, intimidar e chantagear ministros do Supremo, na esperança de sabotar ou ao menos abrandar o julgamento iminente de Jair Bolsonaro por sua participação nas tramas golpistas. Ele transformou Washington no seu palanque particular de ameaças, acreditando na impunidade dos que se julgam intocáveis. Agora, o tiro saiu espetacularmente pela culatra. A estratégia ruiu. Eduardo produziu, com suas próprias mãos e vídeos inflamados, uma montanha de provas incontestáveis contra si mesmo.

Brazilian Congressman Who Lauds Alleged Torturer Lectures Police Trainees |  Human Rights Watch

As digitais da sua interferência irresponsável nas relações bilaterais são visíveis e palpáveis. E a fatura não recai apenas sobre ele, mas sobre toda a economia do país. Recentemente, a ameaça de tarifas pesadas sobre produtos de exportação brasileiros por parte do governo Trump revelou as consequências catastróficas dessa “diplomacia do ódio”. Enquanto Eduardo e seus comparsas batiam palmas para a agressão estrangeira, setores vitais da nossa economia – que empregam milhares de brasileiros em áreas como suco de laranja, siderurgia e componentes de aviação – começaram a temer a demissão em massa. Eles comemoram a retaliação contra o Brasil, como se o desemprego do operário brasileiro fosse um preço justo a se pagar para manter vivo o seu ressentimento contra o STF. Essa é a face sombria do falso patriotismo: queimar o próprio país para salvar a própria pele.

E a história fica ainda mais sombria. Há uma nuvem densa de suspeitas sobre os verdadeiros laços financeiros que sustentam as aventuras internacionais dos herdeiros políticos. Parlamentares em comitiva nos Estados Unidos não foram lá apenas para rebater as baboseiras do clã, mas para abrir o sigilo sobre a intrincada teia de dinheiro e interesses. As autoridades começam a se debruçar sobre como fundos supostamente irregulares e esquemas financeiros obscuros – incluindo denúncias ligando o Banco Master ao repasse milionário destinado à misteriosa produtora que faria um filme para a família – podem estar bancando a luxuosa moradia e a agitação de Eduardo na terra do Tio Sam. Com salários e rendimentos oficiais bloqueados ou insuficientes para manter o padrão de vida de marajá e os caríssimos escritórios de lobby em Washington, a pergunta de um milhão de dólares é inevitável: quem está bancando a vida de luxo do homem que quer vender o Brasil?

As investigações estão apenas começando, e o cerco em torno da família aperta a cada dia. Eduardo Bolsonaro percebeu, tarde demais, que não pode usar o manto da soberania nacional para camuflar seus próprios crimes e, logo em seguida, rasgar esse mesmo manto oferecendo nossas tecnologias de bandeja para seus “ídolos” estrangeiros. A pressão que ele tentou orquestrar nos Estados Unidos não causou o pânico que ele esperava em Brasília, muito pelo contrário, forneceu o material perfeito para a acusação. Ele achava que era o mestre do xadrez geopolítico, o astuto estrategista da direita internacional. Acabou descobrindo, no momento mais duro, que é apenas uma peça no tabuleiro que agora está na defensiva, preso em um labirinto de processos e desgastes políticos irreparáveis.

O show de covardia, cinismo e desespero de Eduardo é um alerta sobre os perigos daqueles que se vestem com a bandeira do Brasil enquanto conspiram contra sua gente. O que vimos é o declínio moral e político de um homem que apostou todas as fichas no caos e agora precisa lidar com as consequências legais dos seus próprios atos insensatos. O dia 16 está próximo. As provas são robustas. O desespero não apagará o que já está registrado na história e nos autos dos processos. Fique atento. O Brasil precisa mais do que nunca defender aquilo que lhe pertence de forma irredutível, e extirpar definitivamente os ratos que ainda tentam roer os alicerces da nossa soberania. A verdade é cristalina e está aparecendo à luz do dia: o patriotismo dessa gente tem preço, e ele é cobrado em dólares, longe dos problemas do povo brasileiro.